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19 February 2019

Availpro e FastBooking agora são D-EDGE

A Availpro, fornecedor de tecnologia para hotéis líder de mercado, e a Fastbooking, empresa especializada em soluções de marketing digital, e ambas parceiras da AHP na área da Tecnologia, uniram forças na criação de uma nova marca e de uma nova proposta de valor para o setor da hotelaria. Para Pierre-Charles Grob, CEO da D-EDGE e impulsionador da fusão entre a Availpro e a Fastbooking, “a D-EDGE oferece, aos hotéis, um dos portfólios de soluções mais completos do mercado. Estamos convencidos de que a tecnologia e o marketing devem andar de mãos dadas para uma distribuição hoteleira bem-sucedida. Para os operadores hoteleiros se manterem competitivos, é fundamental que possam beneficiar de soluções simples que cubram todo o processo de pesquisa e de reserva.“ “Ao combinarmos a experiência da Availpro e da Fastbooking, temos a capacidade de oferecer soluções completas aos nossos clientes e ajudá-los a abordarem a sua estratégia de distribuição de uma forma mais abrangente, simplificando, ao mesmo, tempo as suas vidas”. As soluções da D-EDGE apresentam-se em 5 famílias: Sistema de Reservas Central (motor de reservas, gestor de canais, GDS, inventário central, automatização de pagamentos), Data Intelligence (recomendação de preços, monitorização de preços, reputação online, análise do desempenho), Centro de Conectividade (ligação a mais de 500 soluções de terceiros: PMS, RMS, CRM, OTAs, etc.), Média Digitais (publicidade, marketing de pesquisa e de metapesquisa) e Criação de Sites (web design e programação, criação de conteúdos, produção de multimédia). “A D-EDGE é uma empresa SaaS (software as a service). Como fornecedores de tecnologia, acreditamos que a inovação deve simplificar a vida dos utilizadores. Como empresa B2B, consideramos que o nosso principal compromisso é o de fornecer produtos fiáveis. É por esta razão que fazemos um grande investimento para garantir que os nossos clientes e parceiros melhoram os seus negócios através das nossas soluções.” A D-EDGE é uma empresa global com uma sólida rede local. É dada prioridade às relações humanas, à localização e à proximidade. A equipa serve os seus clientes a partir das mais de 25 filiais por todo o mundo e as ferramentas D-EDGE são desenvolvidas em mais de 35 idiomas. “Acreditamos em negócios com benevolência, equidade e eficiência” acrescenta Pierre-Charles Grob. A marca D-EDGE já se encontra no mercado e substitui a Availpro e a Fastbooking. O nome - a ser pronunciado em 2 sílabas, D e EDGE - foi escolhido para enfatizar o nosso foco na Distribuição, no Digital e nos Dados... e na nossa tecnologia de ponta. A D-EDGE estará presente na ITB, Hall 8.1, stand 138.

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15 February 2019

Americanos compensam perda de turistas britânicos

O número de turistas oriundos do Reino Unido diminuiu em mais de 111 mil no ano passado.     A quebra foi compensada pelo aumento de mais de 138 mil turistas vindos dos EUA. O crescimento do turismo travou a fundo em 2018, mas Governo destaca subida nas receitas.   Há menos britânicos     a procurarem Portugal como destino turístico. No ano passado foram menos 111.667 do que em 2017. Ainda assim, o número de turistas estrangeiros cresceu 0,4% no ano passado, o suficiente para atingir um novo máximo histórico nos 12,76 milhões.     A subida de 20%, ou mais 138,5 mil, no número de turistas vindos dos Estados Unidos foi fundamental para que o mercado total apresentasse um incremento em 2018.     Ainda assim, verificou-se uma travagem a fundo face ao registado nos anos anteriores. Em 2017 o número de turistas estrangeiros aumentou 12%. E em 2016 a subida tinha sido de 11,8%.     Mas não foram apenas os britânicos a visitar menos Portugal. Entre os principais mercados emissores, também França e Alemanha, com quebras de 2% e de 3,8%, respetivamente, evoluíram de forma negativa Já Espanha, o segundo maior mercado para o turismo nacional, aumentou em quase 25 mil o número de visitantes, uma subida de 1,4%.     A ganhar peso continua o Brasil. No ano passado Portugal recebeu mais 74,5 mil turistas brasileiros do que em 2017, para um total de 944.489, um máximo histórico.     Ao Negócios, fonte oficial da Secretaria de Estado do Turismo destacou o número recorde de turistas e assinalou que estes valores excluem o alojamento local. "É importante notar que as receitas turísticas cresceram 10% (até novembro), o que significa que estamos a captar turistas que gastam mais e que deixam mais valor no território. Não somos um destino massificado mas um destino sofisticado", acrescentou.     Quanto à quebra no turismo britânico, a mesma fonte salientou que as receitas aumentaram 8,6% e referiu que o Governo "vai lançar uma campanha especial de promoção no Reino Unido para acautelar o Brexit". A estratégia de diversificação de mercados está a ser conseguida, salientou a mesma fonte, com os quatro maiores países a pesarem 48,3%, quando em 2015 valiam 54,2% do total.     Receitas de alojamento crescem a maior ritmo ;     Apesar de também terem desacelerado, as receitas de alojamento, medidas pelo rendimento médio por quarto disponível (RevPAR), aumentaram 4,6% em 2018, para os 52,5 euros. Em 2017, contudo, o RevPAR tinha subido 16,2%.     Neste indicador existem fortes diferenças geográficas. A Área Metropolitana de Lisboa apresentou um RevPAR de 78,3 euros, enquanto, por exemplo, na região Centro o valor foi de apenas 26,3 euros.     Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), referiu ao Negócios que o RevPAR no segmento de hotéis, de acordo com os dados recolhidos pela associação, cresceu cerca de 5% no ano passado, para os 66 euros. Tendo o preço médio aumentado aproximadamente 7% nos hotéis. Já a taxa de ocupação recuou 1,3 pontos percentuais, para os 70%, acrescentou. ¦ Turismo está mais espalhado pelo país e menos dependente do verão     Lisboa continua a ser a região com maior número de hóspedes, mas o Norte ultrapassou o Algarve. Já o peso dos meses de verão tem vindo a diminuir e em Lisboa "já não existe sazonalidade", segundo afirma a Associação da Hotelaria de Portugal.     A Área Metropolitana de Lisboa (AML) continua a ser a região que capta maior número de turistas, nacionais e estrangeiros. No ano passado foram 6,27 milhões, o que corresponde a 29,8% do total de hóspedes em estabelecimentos turísticos, excluindo o alojamento local, segundo os dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).     A região da capital registou uma subida de 1,8% no ano passado, acima do crescimento de 1,7% no total do país. O Governo considera que "estamos claramente a alargar o turismo a todo o território", disse ao Negócios fonte oficial da Secretaria de Estado do Turismo. No entanto, quando comparado com 2010, o peso das regiões com menor expressão em número de hóspedes apresenta nos Açores um crescimento modesto de 2,6% para 2,9%, e mesmo uma descida, de 5,1% para 4,9%, no caso do Alentejo.     Norte ultrapassa Algarve     O ano passado é marcado pela ascensão do Norte a segunda região com maior procura turística, ultrapassando o Algarve. Com 4,3 milhões de hóspedes, o Norte representou 20,6% do mercado. Já o Algarve, com 4,2 milhões, pesou 20%.     No ano passado, o número de hóspedes apenas diminuiu na região Centro e na Madeira.     No caso do Centro, a descida de cinco mil hóspedes é justificada pelo facto de em 2017 o Papa Francisco ter visitado Fátima, o que levou a um forte aumento nos hóspedes daquela região nesse ano. Aliás, o Turismo Centro de Portugal, em comunicado, sublinha que os números do INE superaram as expectativas", destacando as dormidas de visitantes nacionais que subiram 5% e o aumento dos proveitos em sete milhões de euros.     No que respeita à Madeira, a presidente-executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Cristina Siza Vieira, referiu ao Negócios que a região sofreu bastante devido ao transporte aéreo no ano passado. Verão cada vez menos "rei"     O impacto do verão no turismo em Portugal tem vindo a diminuir. Isso é o que demonstram os números do INE e é sublinhado pelo Governo.     Também a AHP considera que a sazonalidade está mais atenuada     Comparando o peso dos diferentes meses no número de hóspedes em 2013 e 2018 verifica-se que junho, julho, agosto e setembro perderam importância     No Algarve, o mês de agosto representava um sexto dos hóspedes em 2013, agora vale 14,6%. Também junho e julho perderam peso naquela região.     "A taxa de sazonalidade atingiu em 2018 o valor mais baixo de sempre: 35%", frisou ao Negócios fonte da Secretaria de Estado liderada por Ana Mendes Godinho. A taxa de sazonalidade avalia o peso dos meses de maior procura (julho, agosto e setembro) no total anual em termos de dormidas. Cristina Siza Vieira, da AHP, também referiu ao Negócios que "desde 2016 a sazonalidade tem decrescido". E, acrescentou, "em Lisboa neste momento já não existe sazonalidade". Enacapitaljásenotaoefeitodo Web Summit: desde 2016, primeiro ano em que o evento se realizou na capital, o peso de novembro no total de hóspedes subiu de 6,7% (2015) para 7,3% (2018). in Jornal de Negócios, por Pedro Curvelo

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14 February 2019

Turismo. Escassez de mão-de-obra sobe salários mas pouco

Alojamento, restauração e similares pagaram mais 22 euros por mês em 2018. A média nacional ainda está 200 euros acima.   Pedem experiência comprovada, inglês fluente, carta de condução, viatura própria e disponibilidade imediata. Em troca oferecem um salário líquido mensal de 700 euros por doze meses de contrato e, caso seja necessário, facilitam alojamento. O anúncio de emprego para função de rececionista destina-se a uma unidade hoteleira de quatro estrelas no Algarve, mas espelha – grosso-modo – a realidade vivida no setor. No ano passado, o salário médio líquido mensal dos trabalhadores do alojamento, restauração e similares fixou-se nos 654 euros mensais. Pouco mais do que o atual salário mínimo.    Os trabalhadores do turismo levaram para casa mais 22 euros do que em 2017, mas ainda estão a 234 euros da média salarial paga em Portugal. Isto é, o turismo paga 26,35% menos do que o conjunto da economia, diz o INE. Números cinzentos para um dos setores que mais tem contribuído para o crescimento económico e que, em 2017, representou 7,5% do valor acrescentado bruto nacional. O andamento da atividade turística de 2018 será conhecido esta quinta-feira.    A hotelaria não se revê nos números, que a restauração – onde se praticam muitos salários mínimos – pressiona negativamente. “Fazendo uma estimativa, os nossos salários em 2018 rondaram os 1141 euros (valores brutos). O que sentimos é que há um aumento da massa salarial e que isso tem a ver com maior rentabilidade das empresas, por um lado, e por outro lado, com a escassez da mão-de-obra, como também acontece em outros setores”, diz Cristina Siza Vieira, diretora-geral da AHP. “Dentro do Turismo, a área da hotelaria é porventura aquela que melhor remunera os seus quadros”, reforça José Theotónio, CEO do grupo Pestana, onde o salário mínimo pago os trabalhadores era 630 euros no ano passado.    “A atividade turística foi durante alguns anos pouco valorizada. Toda a gente, mesmo sem formação específica em hotelaria, facilmente encontrava trabalho. Logo, estas pessoas nunca poderiam auferir um grande rendimento. A exigência cada vez maior de trabalhadores qualificados tem vindo a alterar esta realidade. Há cada vez mais necessidade de contratar pessoal com formação específica nesta área, o que consequentemente leva a melhores salários”, acrescenta Bruno Lima, coordenador da Academia do grupo Turim Hotels.    É a lei da oferta e da procura. No ano passado, o número de trabalhadores ao serviço do turismo aumentou para 328 mil pessoas, uma subida de 5,3%, acompanhando o crescimento do setor. Ainda assim, são precisos muitos mais.    A AHRESP diz que há investimentos a serem travados por falta de mão-de-obra e estima que a restauração e bebidas e o alojamento turístico precisem de cerca de 40 mil novos trabalhadores. Só a restauração estará a trabalhar com metade do pessoal necessário, acrescenta.  Os hoteleiros confirmam as falhas. Nos últimos dois anos, os vários grupos a operar em Portugal começaram a antecipar as suas contratações de verão e, assim que ano vira, as unidades avançam para open-days e concursos que ajudam a mitigar as falhas para as mais diversas áreas de atividade.    Só o grupo Pestana, que gere mais de 90 hotéis em Portugal e no estrangeiro, precisa de contratar 300 pessoas. Abre, por isso, as portas de diversos hotéis para sessões de recrutamento que já arrancaram este mês. As áreas com recursos em falta são as mais variadas – receção, restaurante, bar, cozinha, piscina ou manutenção.    A dona do Sheraton, em Cascais, e do Pine Cliffs, no Algarve, também tem à volta de 300 vagas de emprego, mais de 270 só para o resort algarvio. Cozinha, limpeza, serviço de quartos, restauração, bar, animação, spa e finanças são as funções mais necessitadas, mas também se procuram bagageiros, concierges ou empregados de mesa.    O Algarve também é o grande foco do grupo NAU, que estima necessidades em torno das 400 pessoas para as unidades de Albufeira, Portimão e Vila do Bispo. Tal como os grupos concorrentes procura, essencialmente, pessoas para as funções mais baixas, como a limpeza, a manutenção, ou motoristas.    Esta escassez não é de hoje, mas o bom funcionamento das unidades está dependente da capacidade de tornar determinadas funções mais atrativas, lembra Pedro Martins, responsável pelas escolas de hospitality Glion e Les Roches. “Houve um boom tão grande nesta indústria e uma necessidade de reforço da mão-de-obra que a oferta existente não consegue satisfazer a necessidade. É difícil manter os talentos em Portugal porque os salários não acompanham. A indústria precisa de cuidar da sua mão-de-obra. Para se ter uma ideia só 20% dos nossos alunos portugueses, licenciados e com masters é que voltam para Portugal”.    “A perceção é que em Portugal os salários podem ser baixos em todas as indústrias, mas os talentos são sempre compensados”, reforça José Branco, diretor-geral do hotel Cascais Miragem, admitindo que a dificuldade em contratar não é de hoje “e a situação agrava-se continuamente pela sazonalidade, pelas ocupações mais elevadas a partir de abril e pela maior parte das aberturas de novos hotéis, alojamento local e hostels acontecerem imediatamente antes do período de verão”.    É terreno instável. O governo e Turismo de Portugal querem duplicar o nível de habilitações no turismo e, até 2027, ter 63% dos trabalhadores com ensino secundário e pós-secundário. Esta formação diz, Pedro Martins terá de ser cuidada desde as funções mais básicas sob pena de não se conseguir suprimir a escassez.    “Há que encontrar soluções com os empresários”, reforça João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve. “O turismo tem sido o principal motor da criação de emprego e naturalmente quando esgotamos as possibilidades de recrutamento direto de inscritos nos centros de emprego coloca-se essa questão. O Algarve tem falta de recursos humanos no pico da procura como está a acontecer um bocadinho por todo o território”.  in Dinheiro Vivo online, por Ana Margarida Pinheiro

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11 February 2019

AHP Hotel Academy inicia curso sobre gestão de reclamações

O novo curso da AHP Hotel Academy na região Norte, que tem como tema “Gestão de Reclamações em Hotelaria”, inicia-se já na próxima quarta-feira, 13 de Fevereiro, e irá ter lugar no The House of Sandeman. Na próxima quarta-feira, dia 13 de Fevereiro, arranca o novo curso de “Gestão de Reclamações em Hotelaria” que terá lugar no The House of Sandeman. Esta é mais uma iniciativa com que a Associação da Hotelaria de Portugal reforça a aposta na formação dos seus profissionais e que se segue à formação, em Janeiro deste ano, de mais de uma centena de trabalhadores do sector hoteleiro da região Norte, em particular dos concelhos do Porto e Braga.    A Academia de Formação da Hotelaria de Portugal lança esta semana várias novidades, nomeadamente, os cursos de “Serviço de Bar e Mixologia”, com início a 19 de Fevereiro, e de “Língua Italiana” que começa a 1 de Abril. Ambos os cursos vão ter lugar na cidade do Porto.    Também na região Norte, na cidade de Braga, terá início no dia 18 de Fevereiro o curso de “Gestão de Stocks em Hotelaria”. Já no distrito de Vila Real, Chaves vai receber o curso de “Língua Alemã” que terá início a 19 de Março, enquanto Vidago recebe o curso de “Marketing Digital”, a partir de 9 de Abril.    “É objectivo da AHP Hotel Academy continuar a abrir cursos exclusivos para o sector hoteleiro em outras cidades da região Norte, nomeadamente em Viana do Castelo, Valença e Bragança”, assinala a Associação.  in Turisver

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