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01 April 2026

Projeto MOVER: AHP em missão oficial a Cabo Verde e Angola para reforçar parcerias

No âmbito do Projeto MOVER - Migração, Oportunidades e Valorização do Emprego em Portugal, a Coordenadora Geral da AHP, Margarida Gonçalves, integrou uma missão estratégica a Cabo Verde e Angola, com o objetivo de reforçar as parcerias institucionais e a validar processos de recrutamento e formação que assegurem uma mobilidade laboral segura, ética e integrada na hotelaria portuguesa. A missão, operacionalizada pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), permitiu encontros com entidades governamentais, diplomáticas e de formação profissional em ambos os países. Em Cabo Verde, a agenda incluiu reuniões com o IEFP local, com os Ministérios dos Negócios Estrangeiros e de Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, bem como visitas à Escola da Hotelaria e Turismo de Cabo Verde e ao CERMI - Centro de Energias Renováveis e Manutenção Industrial. Em Angola, a comitiva foi recebida na Escola de Hotelaria e Restauração de Talatona, no MAPTSS - Ministério da Administração Publica Trabalho e Segurança Social e no INEFOP Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional. Em ambos os países estiveram reunidos com as delegações da União Europeia e as Embaixadas de Portugal. Para a AHP, esta presença no terreno é fundamental para garantir que o fluxo de talento internacional responde não apenas às necessidades das unidades hoteleiras, mas também aos mais elevados padrões de responsabilidade social e dignidade dos trabalhadores. Através do Programa HEART, a AHP reafirma-se como o interlocutor de referência na construção de soluções estruturadas para o futuro do emprego no setor. Saiba mais sobre esta iniciativa.

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27 March 2026

Guerra trava reservas de americanos na Páscoa, mas já traz turistas que fogem ao conflito. “Será sol de pouca dura”, diz hotelaria

A instabilidade geopolítica colocou travão às reservas dos norte-americanos no país para o fim de semana da Páscoa. Por outro lado, há hotéis que estão a beneficiar do desvio dos fluxos turísticos devido à guerra. Associação da Hotelaria de Portugal avisa que é "sol de pouca dura". As viagens de turistas provenientes dos Estados Unidos para Portugal estão a refrear e as consequências já se sentem na hotelaria do país. A uma semana da Páscoa, o número de reservas desta nacionalidade nos empreendimentos de alojamento caiu face ao período homólogo. Se em 2025 os norte-americanos ocupavam a quarta posição no ranking dos principais mercados para esta época festiva, este ano recuaram para o quinto lugar, sendo o top três liderado pelos portugueses, espanhóis e ingleses.  “Este mercado está a ressentir-se por razões de instabilidade devido à guerra. Sente-se desconfortável e há algum abrandamento nas viagens e uma prudência no consumo”, explicou esta quinta-feira, 26, a vice-presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Cristina Siza Vieira. Num encontro com jornalistas, para apresentar as conclusões do inquérito realizado pela associação, “Balanço Carnaval e perspetivas para Páscoa”, a responsável detalhou que este “abrandamento” por parte dos Estados Unidos não só se verifica na Páscoa, mas deverá também estender-se à época das férias de verão. Outro dos principais impactos sentido nos hotéis, principalmente na região de Fátima, é a “quebra violenta” dos turistas asiáticos provenientes sobretudo da China e da Coreia do Sul, explicou. Numa leitura global ao mapa nacional, as expectativas dos hoteleiros para o fim de semana prolongado de 3 a 5 de abril apontam para uma quebra de 7% na taxa de ocupação e de um recuo de 10% no preço médio para 57% e 147 euros, respetivamente, embora a AHP ressalve que esta variação se possa explicar pelo facto de o estudo ter sido elaborado mais cedo este ano, o que poderá excluir reservas de última hora que já não foram contabilizadas. “Temos uma Páscoa ainda muito impactada pelo mau tempo e pela guerra na altura da realização do inquérito”, justificou Cristina Siza Vieira. Numa análise mais fina, saltam à vista as assimetrias nas diversas regiões do país. A Madeira lidera nos principais indicadores “com um comportamento muito acima da média nacional”. No arquipélago, os hoteleiros esperam casa cheia, com uma taxa de ocupação de 76% e um preço médio por noite de 184 euros. Seguem-se a região da Grande Lisboa, com uma ocupação de 66% e um preço médio de 168 euros, e o Alentejo que, embora com uma ocupação mais baixa, de 43%, apresenta o terceiro preço médio mais elevado do país, de 163 euros. Já o Algarve “está a recuperar mais nas reservas, mas menos no preço”, com uma ocupação estimada de 63% e um preço médio de 121 euros, demonstrando “alguma preocupação e instabilidade relativamente à Páscoa”.  Por outro lado, os Açores e a região do Oeste e Vale do Tejo registam os preços médios mais baixos, de 92 euros e 96 euros, respetivamente. Apesar da incerteza e da instabilidade provocadas pelo atual quadro geopolítico, os hoteleiros dizem-se otimistas, com a maioria a antecipar que os proveitos na Páscoa “podem ser melhores ou muito melhores” em comparação com 2025.  No universo dos 394 inquiridos, 60% afiança que o ritmo de reservas está dentro do previsto e 16% assegura, mesmo, que acelerou por via do potencial desvio de outros destinos para Portugal. Apenas uma franja de 24% refere estar a ser impactado com cancelamentos ou um abrandamento nas reservas.  A Madeira e o Alentejo são os destinos mais otimistas contra a Península de Setúbal e os Açores que, por outro lado, esperam menos hóspedes na Páscoa. "Há algum desvio de turistas, mas é sol de pouca dura" Numa análise  ao atual contexto geopolítico, Cristina Siza Vieira admite que Portugal poderá absorver uma fatia do desvio dos fluxos turísticos da região do Médio Oriente para os países do sul da Europa, sobretudo por parte de mercados como o Egito, a Tunísia ou o Chipre, embora defenda que será efémero. “No curto prazo há algum desvio destes mercados, principalmente para destinos de resort, e que já está a acontecer, mas é sol de pouca dura, isto vai abrandar para todos. Há um nível muito elevado de incerteza, à medida que o conflito evolui e muitas nuvens no horizonte”, alerta. A representante da AHP relembra que a guerra fez disparar o jet fuel, o combustível usado nos aviões, o que irá impactar o preço dos bilhetes das viagens. Ainda assim, e apesar dos fatores de “instabilidade e de indefinição serem demasiado grandes”, a porta-voz da associação que representa os hoteleiros está confiante num crescimento do setor este ano. “Acreditamos que o turismo em Portugal continuará a ter resultados positivos e a crescer em 2026, apesar de um eventual abrandamento que se possa verificar. No ano passado tivemos um crescimento de 3% em hóspedes, de 2,2% em dormidas e de 5% em receitas. Usando o raciocínio do Banco de Portugal, que reviu em baixa o crescimento da economia para este ano, a nossa expetativa é a de que possamos ter um crescimento de 2,5% em hóspedes, 1,7% em dormidas e de 3% em receitas”, explica. Cristina Siza Vieira acredita que a procura turística continuará de boa saúde, embora admita que sejam feitos ajustes no consumo. “Viajar é quase um direito fundamental e, não obstante as preocupações no horizonte, como a inflação, as pessoas vão continuar a consumir. Podem ter de ajustar e em vez de irem de férias duas semanas vão só uma, ajustam o orçamento e acomodam os aumentos nos preços do alojamento ou nos gastos em refeições”, diz. Turistas gastaram mais dinheiro nos hotéis no Carnaval devido ao mau tempo A Páscoa assume-se para a hotelaria do país como um balão de oxigénio durante a época baixa, principalmente após um Carnaval doloroso marcado pelas tempestades que assolaram o país no início do ano. "Foi uma desgraça que se abateu sobre o país e que provocou uma hecatombe no mercado interno, que não pôde deslocar-se em todo o território", recordou a vice-presidente executiva da AHP. O Norte, o Oeste e Vale do Tejo e o Algarve apresentam-se como os destinos com pior performance nesta época, seguidos dos Açores que foram impactados pelo fim da operação da Ryanair. No Centro, houve "uma grande variação", com destaque para a boa performance da Serra da Estrela. A operação em Lisboa beneficiou do crescimento da taxa de ocupação, já que o desempenho do indicador do preço foi negativo. "No cômputo geral, a nível nacional mantivemos a ocupação à boleia do Alentejo, com uma descida de um euro no preço médio", resume a responsável. Os turistas que escolheram passar o Carnaval fora acabaram por gastar mais dinheiro dentro dos hotéis em restauração e spas, muito devido às condições climatéricas, o que se traduziu num aumento dos proveitos totais para os empreendimentos. in Diário de Notícias, por Rute Simão

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26 March 2026

Depois de Carnaval estável, turismo em Portugal perde gás nesta Páscoa: "Há um claro abrandamento"

Apesar de manter resultados positivos, o turismo português enfrenta um abrandamento. O aumento de hóspedes, dormidas e receitas deverá ser inferior ao de 2025. A Páscoa evidencia este ritmo mais cauteloso, enquanto a guerra no Médio Oriente e a subida de custos pressionam o setor. “É um sol de pouca dura”, afirma Cristina Siza Vieira. Depois de um Carnaval estável, as perspetivas para a Páscoa ao nível hoteleiro mostram um arranque mais fraco, com reservas abaixo do ano passado e um enquadramento internacional cada vez mais incerto. A hotelaria portuguesa arrancou 2026 com um sinal claro de que o setor resiste, mas perdeu velocidade. O diagnóstico é feito pela Associação da Hotelaria de Portugal, com base num inquérito que contou com cerca de 400 espaços. No período do Carnaval, entre 13 e 17 de fevereiro, a taxa de ocupação média nacional fixou-se nos 65%, em linha com 2025, enquanto o preço médio por quarto (ARR) desceu ligeiramente para 112 euros. Um desempenho que, à primeira vista, traduziu estabilidade no setor: “Conseguimos suster a taxa de ocupação com uma descida de 1 euro no preço médio”, afirmou Cristina Siza Vieira. Ainda assim, os dados mostram um setor muito dependente de equilíbrios regionais e fatores externos, nomeadamente o impacto do mau tempo, que penalizou várias regiões. A análise regional evidencia um país turístico que se comportou de formas distintas. A Madeira destacou-se claramente como o destino com melhor desempenho, atingindo 79% de ocupação e o preço médio mais elevado (151 euros). A Grande Lisboa também registou uma evolução positiva na procura, com a taxa de ocupação a subir para 75%, embora acompanhada por uma descida no preço médio. Já o Centro revelou fortes assimetrias: o interior, com destaque para a Serra da Estrela, apresentou um desempenho robusto, enquanto o litoral ficou bastante abaixo da média. No Alentejo houve uma ligeira recuperação, e o Algarve manteve-se relativamente estável. Em sentido contrário, o Norte e, sobretudo, o Oeste e Vale do Tejo foram os mais afetados pelo mau tempo, com quebras na ocupação e no preço médio. “A região Oeste e Vale do Tejo foi claramente muito prejudicada com a maior quebra neste período do Carnaval”, sublinhou. Apesar da estabilidade dos principais indicadores, os resultados globais acabaram por ser mais positivos do que o esperado, graças ao aumento do consumo dentro das unidades hoteleiras. “A nossa convicção é que foram os proveitos totais com mais gastos em restaurantes, spas e serviços”, explicou Cristina Siza Vieira, apontando para um efeito indireto do mau tempo, que levou os hóspedes a consumir mais dentro dos hotéis.   Páscoa sugere abrandamento Já as perspetivas para a Páscoa mostram um cenário "mais exigente". Para o período das férias escolares, entre o final de março e meados de abril, as reservas situavam-se nos 55% no momento do inquérito, com um preço médio de 132 euros, valores abaixo dos registados no ano anterior, ainda que não diretamente comparáveis devido a diferenças no calendário e no momento da recolha dos dados. “A Páscoa está ainda muito impactada pelo mau tempo e pela contingência da guerra”, alertou a responsável da AHP. Para o fim de semana pascal, os níveis de reserva sobem ligeiramente para 57%, com o preço médio a atingir os 147 euros, mas continuam dependentes de reservas de última hora, refletindo um comportamento mais cauteloso por parte da procura. Mas também neste período as diferenças regionais deverão ser evidentes. A Madeira mantém-se como o destino com melhor desempenho, com níveis de reserva significativamente acima da média nacional, seguida pela Grande Lisboa e pelo Algarve. Em contraciclo, regiões como o Oeste e Vale do Tejo e os Açores continuam a evidenciar maiores fragilidades.   Guerra já está a impactar o setor O retrato da procura internacional também está a mudar. O mercado interno continua a assumir um papel central, sendo apontado por mais de 70% dos inquiridos como um dos principais motores da procura, seguido de Espanha e do Reino Unido. Mas face aos acontecimentos recentes, há diferenças notáveis do mercado mesmo entre o Carnaval e a Páscoa. Os mercados da China e da Coreia do Sul que ganharam expressão no Carnaval, por exemplo, desapareceram completamente das perspetivas para a Páscoa, em grande parte devido à interrupção de ligações aéreas. Ao mesmo tempo, o mercado norte-americano está a perder peso. “Há um claro abrandamento do mercado americano, não só para a Páscoa, mas também com impacto esperado no verão”, destacou Cristina Siza Vieira. A instabilidade geopolítica, em particular no Médio Oriente, começa aliás a refletir-se de forma direta no setor. De acordo com o inquérito, 24% dos hoteleiros já identificam um abrandamento nas reservas ou um aumento de cancelamentos, enquanto 16% reportam um aumento da procura associado ao desvio de fluxos turísticos de outros destinos.   Booking continua a liderar nas reservas Ao nível da distribuição, os canais de reserva mantêm um padrão semelhante aos anos passados. A Booking continua a dominar, sendo referida por quase todos os inquiridos, seguida dos websites próprios das unidades. A Expedia destaca-se como a plataforma com maior crescimento, reforçando a sua presença junto dos hoteleiros. No início do ano, antes do agravamento do contexto internacional, os hoteleiros atribuíam um nível de confiança de 7,4 em 10 ao desempenho do turismo em 2026. Mas estes dados são, certamente, diferentes neste momento em que o contexto internacional mudou, desde os conflitos ao preço dos combustíveis que faz com que as operações sejam cada vez mais caras e, por isso, repensadas, alerta a AHP. “O turismo em Portugal poderá continuar a crescer, quer em hóspedes e dormidas, quer em receitas, mas com claro abrandamento relativamente ao ritmo que vinha sendo registado até aqui e com aumentos significativos dos custos”, concluiu Cristina Siza Vieira. in Conta Lá, por João Nogueira

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26 March 2026

Prémio Carreira 2026 do Guia Boa Cama Boa Mesa distingue Alexandre Marto Pereira

Personalidade discreta no universo do turismo nacional, Alexandre Marto Pereira, hoteleiro, gestor financeiro e dirigente associativo, é o vencedor do Prémio Carreira 2026 do Guia Boa Cama Boa Mesa. A distinção vai ser entregue no dia 21 de abril Reunido em Lisboa, o Júri Prémio Carreira 2026 do Guia Boa Cama Boa Mesa, constituído por Mónica Balsemão (presidente), Adolfo Mesquita Nunes, Cristina Siza Vieira, Dionísio Pestana, João Tomás e Isabel Costa, Luís Araújo e Paulo Brilhante, decidiu distinguir Alexandre Marto Pereira, hoteleiro, gestor financeiro e dirigente associativo. No entender do Júri, o Prémio Carreira 2026 é atribuído a Alexandre Marto Pereira, CEO da United Hotels of Portugal, pelo inestimável contributo para o desenvolvimento da hotelaria portuguesa. Longe dos holofotes tem desenvolvido uma carreira merecedora do elogio e reconhecimento de todo o sector, que amplamente justificam a distinção com o Prémio Carreira 2026 do Guia Boa Cama Boa Mesa. “Presta-se, desta forma, homenagem a uma personalidade com uma vida profissional dedicada a este sector e com amplo reconhecimento pela comunidade, destacando-se o contributo decisivo para o desenvolvimento e afirmação da hotelaria nacional, bem como do destino Fátima, em Portugal e além-fronteiras”, pode ler-se na justificação do Júri. A distinção vai ser entregue no dia 21 de abril na cerimónia anual de atribuição de prémios do Guia Boa Cama Boa Mesa, editado pelo Expresso. Personalidade discreta no universo do turismo nacional, Alexandre Marto Pereira nasceu em Fátima, em 1974. Licenciou-se em Gestão e trabalhou na área da banca de investimentos. Em 2004, regressou à cidade natal para colaborar na empresa familiar de hotelaria, então proprietária de um hotel de duas estrelas e de uma pensão criada pelo avô. Com os irmãos requalifica as unidades de alojamento e inicia o diálogo com outros hoteleiros locais, todos de dimensão familiar, para a criação de uma marca: a “Fátima Hotels Group”. Através dessa conjugação de interesses, desenvolve a promoção de hotéis independentes no destino. Mais do que a promoção do destino e dos hotéis, é iniciada uma fusão total das funções de marketing, revenue management e reservas de um conjunto de pequenas empresas hoteleiras. Esta cooperação, raramente vista na cultura individualista dos empresários portugueses, conduz a resultados positivos imediatos para as diversas unidades, que mantêm a independência e gestão própria. Na direção da ACISO - Associação Empresarial Ourém-Fátima - inicia um trabalho de reposicionamento do destino Fátima, com destaque para o sucesso obtido com os mercados asiáticos e, mais especificamente, o da Coreia do Sul. Neste contexto, o Santuário de Fátima passa a ser palco anual do maior evento mundial de encontro de operadores de Turismo Religioso. Estas ações conduzem ao reconhecimento unânime do Turismo Religioso como um produto turístico estratégico para Portugal, com Fátima como principal eixo. O trabalho associativo de Alexandre Marto Pereira desenvolveu-se ainda na direção da Agência Regional de Promoção Turística Centro de Portugal e enquanto membro da direção da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal. Em maio de 2021, inicia uma parceira com o grupo Alves Ribeiro que conduz à inauguração de um hotel em Lisboa, que se torna uma referência pela inovação: o Lumen Hotel & The Lisbon Light Show, a primeira unidade hoteleira em Portugal a oferecer uma experiência imersiva de luz. Esta expansão conduz ao desenvolvimento da marca United Hotels of Portugal, que pretende ser o motor da promoção e distribuição de alojamento de hotéis independentes em Portugal Em 2023, a marca passa a agregar o Josefa D’Óbidos Hotel e, já em 2026, o Grande Hotel de Luso. Com outros projetos em desenvolvimento, no próximo ano será inaugurado o Lumen Porto Hotel & The Magical Garden. O Prémio Carreira do Guia Boa Cama Boa Mesa, atribuído desde 2026, tem como propósito prestar homenagem e elogiar, de uma forma pública, uma personalidade que se destaque nas diversas vertentes associadas à Boa Cama e à Boa Mesa. Por decisão do Júri, o Prémio Carreira Guia Boa Cama Boa Mesa, criado em 2016, é atribuído, alternadamente, às áreas de “Boa Mesa” e “Boa Cama”. in Expresso

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