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Notícias

17 January 2019

Governo escolhe a Covilhã para instalar Centro de Inovação do Turismo

O Governo anunciou ontem a criação na Covilhã do Centro de Inovação do Turismo.   O anúncio foi feito pelo Ministro Adjunto e da Economia, Pedro Siza Vieira, numa audição realizada em sede de Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas, na Assembleia da República.    O Ministro enquadra a criação deste Centro na “estratégia nacional para a inovação que pretende que, em 2030, 3% do Produto Interno Bruto seja direcionado para investigação e desenvolvimento”.    O Centro de Inovação do Turismo será uma estrutura de “âmbito nacional e única no país”, que segundo o governante, terá como objetivo “inovar e ter melhores práticas na indústria turística, quer em termos de produto quer de processo”.    Para Vítor Pereira, presidente da Câmara Municipal, “este é um dia histórico para a Covilhã. Este anúncio é o culminar de um trabalho árduo que tem reforçado o papel da Covilhã no panorama turístico nacional e internacional”.    O autarca avança que este organismo “ficará sediado no centro da cidade, nas antigas instalações dos correios e da PT, e permitirá a criação de postos de trabalho qualificados. O Centro terá uma forte ligação à Universidade da Beira interior, às escolas de turismo e aos centros de incubação, naquele que será um veículo transformador do turismo em Portugal”.    O Centro de Inovação do Turismo (NEST) é um projeto dinamizado pelo Turismo de Portugal em parceria com várias entidades nacionais e internacionais, tais como a ANA – Aeroportos de Portugal, o Banco BPI, a Brisa – Autoestradas de Portugal, S.A., o Google ou a Microsoft Portugal, vocacionado para o apoio ao desenvolvimento de novas ideias de negócio, novos projetos e para a capacitação das empresas no domínio da economia digital.  in centrotv.pt

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16 January 2019

Hotelaria portuguesa com menor ocupação mas preços mais altos em novembro

A taxa de ocupação da hotelaria portuguesa recuou 1,22 pontos percentuais em novembro último face ao período homólogo, para 59%, mas o preço médio por quarto ocupado e disponível aumentou 7% e 5%, respetivamente, divulgou hoje a associação setorial.        Segundo o indicador mensal ''Tourismo Monitors''da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em novembro, Lisboa (77%), Madeira (75%) e o Grande Porto (69%) foram os destinos turísticos com a taxa de ocupação mais elevada.    Nos indicadores preço médio por quarto ocupado (ARR) e preço médio por quarto disponível (RevPar), registou-se uma subida de 7% e 5%, respetivamente, face ao período homólogo, para 79 e 46 euros, pela mesma ordem.    Ao nível do ARR, os destinos turísticos com melhor desempenho foram o Algarve (+20%), Minho (+13%) e a Costa Azul (+12%), sendo que neste indicador todas as categorias registaram resultados positivos, com destaque para as unidades hoteleiras três estrelas a crescerem 11%.  Já os destinos turísticos com o RevPar mais elevado foram Lisboa (83 euros), Grande Porto (51 euros) e Madeira (48 euros).    Citada no comunicado, a presidente executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, afirma que se assistiu, em novembro, "a um fôlego do crescimento do ARR e do RevPar em termos nacionais, por comparação com o abrandamento do ritmo registado em outubro".    E prossegue: "No penúltimo mês do ano é de assinalar a boa ''performance'' [desempenho] das Beiras na taxa de ocupação; do Algarve no ARR e do Minho no RevPar", mas, apesar do bom comportamento das regiões Norte e Centro, os resultados absolutos "estão bem aquém da média nacional (com exceção do Grande Porto)".    Cristina Siza Vieira explicou ainda que se registou uma quebra na taxa de ocupação dos destinos Alentejo, Algarve e sobretudo Estoril/Sintra e Madeira (ambos com menos 6,4 pontos percentuais), sendo que o pior desempenho se observou no caso de Leiria/Fátima/Templários, destino que apresentou resultados negativos desde o início do ano, nomeadamente na taxa de ocupação quarto (TO) e no RevPar.    No mês de novembro de 2018, o destino turístico Lisboa registou uma taxa de ocupação quarto de 77%, uma subida de 0,7 pontos percentuais (p.p.). Em termos de RevPar o valor cifrou-se em 83 euros e no caso do ARR registou-se um crescimento de 5%.    Já no Algarve, no mês em análise, a taxa de ocupação quarto de 41%, menos 1,2 p.p. face ao mês homólogo de 2017, sendo que o ARR se situou nos 60 euros e o RevPar aumentou 17%.    As unidades hoteleiras da Costa Azul, outro dos destinos turísticos nacionais, apresentaram em novembro um ARR de 59 euros. A taxa de ocupação quarto foi de 49%, mais 4,1 p.p. e o RevPar aumentou 22%.    O destino turístico Lisboa teve uma taxa de ocupação quarto de 77% em novembro de 2018, a que corresponde uma subida de 0,7 p.p., sendo que em termos de RevPar, o valor de novembro último foi de 83 euros o no caso do ARR o crescimento foi de 5%.    Os indicadores no destino Grande Porto apresentaram, face ao período homólogo, um aumento de 10% no RevPar, enquanto o ARR se fixou nos 74 euros.    A taxa de ocupação quarto, por sua vez, foi de 69%, mais 2,9 p.p. do que no mesmo mês de 2017.    Em novembro do ano passado, a taxa de ocupação quarto na Madeira fixou-se nos 75%, menos 6,4 p.p. do que em igual mês do ano anterior, sendo que o ARR foi de 64 euros e o revPar cresceu 1%.  in dn.pt, via LUSA

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16 January 2019

Ano de 2018 será um intervalo de curtíssimo prazo" na trajectória dos resultados da TAP

Miguel Frasquilho, chairman, baixou ontem as expectativas face aos resultados do grupo, que voltou aos lucros em 2017     O exercício que terminou no ano passado será um "intervalo de curtíssimo prazo" na trajectória dos resultados da TAP, que a médio e longo prazo é "positiva e crescente", revelou ontem Miguel Frasquilho, presidente do conselho de administração do grupo TAP.     Entre as explicações avançadas por este responsável, num encontro promovido pela Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), em Lisboa, Frasquilho enunciou razões que afectaram as contas do ano passado, como o elevado investimento (o grupo contratou mais de mil trabalhadores qualificados) e também o alto grau de cancelamentos e atrasos de voos, que obrigaram a indemnizações "muito acima dos padrões normais", e pelos quais pediu desculpas em nome da empresa.     A TAP foi também penalizada, conforme explicou o gestor, pela desvalorização do real no Brasil umdos seus principais mercados - e os elevados preços dos combustíveis (por via da subida do petróleo). Desta forma, o presidente do conselho de administração acabou por baixar as expectativas face aos resultados de 2018. Em 2017, o grupo teve um resultado positivo de 21,2 milhões de euros, marcando assim o regresso aos lucros, o que já não acontecia desde 2007. Falta agora perceber qual o real impacto negativo nas contas de 2018, e se este foi suficientemente forte para conduzir o grupo de volta aos prejuízos ou se se conseguiu manter no "verde".     Nova rota Portugal-China     Miguel Frasquilho adiantou também que a ligação Lisboa-Pequim, com passagem por Xian, vai iniciar-se "dentro em breve", previsivelmente "em Fevereiro ou Março", através de codeshare.     O gestor lembrou o fim recente da ligação entre as capitais portuguesa e chinesa, o que poderá alterar a "evolução favorável" de turistas chineses até Outubro em Portugal.     Depois de contextualizar que os turistas chineses lideram a lista de quem mais gasta no país, o responsável informou sobre o retomar da ligação entre Portugal e China, mas desta feita com uma escala em Xian e em regime de codeshare (partilha de venda de bilhetes entre companhias aéreas) pela TAP, numa operação da Beijing Capital Airlines.     O responsável indicou que a TAP neste processo é "parceiro passivo" e que as informações que a empresa recebeu é que a "configuração anterior [voo directo entre Lisboa e Pequim] não seria rentável".     No início de Dezembro, quando se realizou a visita do Presidente da China, Xi Jinping, a Portugal, um dos temas em cima da mesa foi o da ligação aérea entre os dois países.     Depois da suspensão pela Capital Airlines em Outubro da rota entre Hangzhou e Lisboa, com escala em Pequim, deixou de existir uma conexão directa. Na altura, o PÚBLICO noticiou que se estava a preparar uma nova rota entre Lisboa e Xian (a oeste de Pequim) com dois voos por semana e prolongamento até Pequim, a partir de Março.     A Beijing Capital Airlines pertence ao grupo HNA, accionista da TAP e que se tem defrontado com problemas de liquidez. Depois de ter entrado na Atlantic Gateway (dona de 45% da TAP) em 2017, com 5,6%, via Hainan Airlines, os investidores chineses reforçaram a posição no consórcio para 11,5%, o que lhes deu uma posição indirecta de 5,2% da TAP. PÚBLICO/Lusa  

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16 January 2019

Taxa turística amplia FIL para a WebSummit

0 aumento da taxa turística em Lisboa para dois euros servirá para fazer face ao investimento para a construção do novo centro de congressos e para a ampliação da FIL, como ficou previsto no acordo para a Web Summit ficar mais 10 anos. O aumento da taxa turística de dormida em Lisboa de um para dois euros por noite, que se concretizou a 1 de janeiro passado, vai ser utilizado na construção de um novo centro de congressos de Lisboa, assim como na ampliação do pavilhão de exposições do Parque das Nações (a FIL), adiantou esta terça-feira o presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Raul Martins.     Num almoço-conferência sobre o contributo da TAP para o turismo e a economia nacional, em que participou o "chairman" da companhia aérea Miguel Frasquilho, o responsável da AHP salientou que esse investimento foi confirmado pelo presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina, numa reunião com a associação que teve lugar a 21 de novembro para preparar o enquadramento do aumento da taxa este ano.     De acordo com Raul Martins, o que está previsto é que o novo centro de congressos, que será localizado no Parque das Nações, esteja operacional em 2023, ano em que estará já em funcionamento o aeroporto complementar do Montijo. "A partir dessa altura, Lisboa vai crescer muito em termos de turistas e precisamos de um centro de congressos para que a época baixa seja menos baixa", disse o responsável. Já a ampliação da FIL fez parte do acordo para a realização da Web Summit em Lisboa até 2028. Segundo noticiou o Negócios em outubro do ano passado, para conseguir colocar na conferência 100 mil pessoas (ou mais) o espaço escolhido tem de duplicar. Este ano está já previsto que haja obra feita, sendo a intenção que os investimentos -que incluem ainda a cobertura dos vários pavilhões da FIL e o aproveitamento da Praça Sony - estejam completos até à conferência de 2022.     A taxa turística passou a ser aplicada em Lisboa em 2016, sendo que para este ano de 2019 a autarquia estima um encaixe na ordem dos 36,5 milhões de euros.     Esta terça-feira, no almoço-debate com Miguel Frasquilho, o presidente da AHP salientou ainda que das receitas da taxa turística será utilizada uma verba de três milhões para o apoio à realização da Web Summit     Por outro lado, acrescentou, serão ainda "utilizados cinco a sete milhões de euros para fazer face ao aumento de encargos com a recolha de resíduos sólidos urbanos em resultado do aumento da população turística". in Jornal de Negócios, por Maria João Babo

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