Notícias
25 May 2026
Lisboa lidera ranking mundial da organização de congressos da ICCA em 2025
O desempenho alcançado resulta do trabalho articulado entre a Associação Turismo de Lisboa, através do seu Lisbon Convention Bureau, e os diferentes players e parceiros institucionais do setor. Lisboa ocupou o primeiro lugar do ranking mundial da ICCA – International Congress and Convention Association em 2025, com 188 congressos e reuniões associativas internacionais realizados. Paris registou 174 eventos e Barcelona 166. O resultado representa uma subida face a 2024, ano em que Lisboa contabilizou 153 congressos e reuniões associativas elegíveis para o ranking ICCA. Dos 356 congressos realizados em Portugal em 2025 e incluídos no ranking, mais de metade ocorreram em Lisboa. Os eventos concentraram-se nas áreas médica, tecnológica e científica e atraíram mais de 100 mil participantes internacionais, segundo o comunicado da Associação Turismo de Lisboa. A despesa média por participante foi de 3 mil euros. Os congressos decorreram em infraestruturas da Área Metropolitana de Lisboa, incluindo hotéis, venues, universidades e meeting facilities. Para António Valle, diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa, “os congressos associativos internacionais têm um impacto estratégico na economia local e na projeção internacional de Lisboa. Este reconhecimento reforça a capacidade da Área Metropolitana de Lisboa para atrair investimento e conhecimento, suportada por infraestruturas preparadas para receber eventos de diferentes dimensões, uma oferta hoteleira e gastronómica e uma conectividade aérea internacional”. O desempenho resultou do trabalho articulado entre a Associação Turismo de Lisboa, através do Lisbon Convention Bureau, e parceiros institucionais do setor. A ICCA contabiliza exclusivamente congressos e reuniões associativas internacionais com realização periódica, rotação entre pelo menos três países ou territórios e um mínimo de 50 participantes presenciais. O ranking não inclui eventos corporativos, feiras, viagens de incentivo, concertos, festivais, eventos desportivos ou reuniões governamentais ou políticas. in Jornal Económico
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07 May 2026
Setor da hotelaria está "a pôr gelo nos pulsos" mas "não regista quebras"
Cristina Siza Vieira, vice-presidente da Associação de Hotelaria de Portugal, esteve na CNN Portugal para fazer o ponto de situação no que toca ao turismo nacional, na sequência da guerra no Médio Oriente e respetivos impactos económicos. Veja a entrevista em baixo:
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04 May 2026
Bernardo Trindade entra na corrida à sucessão da Francisco Calheiros na Confederação do Turismo de Portugal
O presidente da Associação da Hotelaria de Portugal avança com candidatura para a liderança da CTP. Gestor hoteleiro deverá concorrer contra o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Pedro Costa Ferreira. O presidente da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Bernardo Trindade, vai avançar com uma candidatura para a presidência da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), no próximo ano. O administrador do grupo PortoBay Hotels & Resorts irá encabeçar a lista apresentada pela AHP às eleições da CTP para o triénio 2027-2030, altura em que Francisco Calheiros conclui o seu último mandato à frente do organismo que lidera desde 2012. O anúncio surge depois de os associados da AHP terem dado luz verde à candidatura de Trindade em assembleia geral, no passado dia 30 de abril. “A hotelaria cumpre um papel importante na oferta turística nacional, pela sua relevância económica, presença em todo o território, capacidade de criar emprego e contributo direto para a qualidade da experiência de quem visita Portugal. É neste quadro que a AHP entende estar em condições de contribuir para uma representação abrangente, transversal e eficaz do setor no próximo mandato da CTP, colocando a sua experiência, representatividade e conhecimento do território ao serviço de todo o Turismo nacional”, refere a associação em comunicado. A AHP explica que pretende contribuir “ainda mais para que a CTP continue a afirmar-se como um parceiro social relevante, credível e construtivo”, capaz de representar o setor junto dos decisores públicos e de “participar ativamente na definição de políticas com impacto no turismo e na economia nacional”. “Num contexto marcado por desafios relevantes para as empresas e para os destinos, a AHP entende que a CTP deverá continuar a assumir um papel central na defesa da competitividade, valorização e sustentabilidade do Turismo em Portugal”, adianta a nota. Trindade deverá disputar a próxima liderança da CTP com Pedro Costa Ferreira, o presidente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT). Apesar de ainda não ter anunciado a sua candidatura publicamente, o DN sabe que Costa Ferreira também pretende entrar na corrida à sucessão de Francisco Calheiros, tendo já solicitado o apoio dos associados. Bernardo Trindade foi reeleito em abril de 2025 para a presidência da AHP até 2027, função que desempenha desde 2022, altura em que sucedeu a Raul Martins. O madeirense exerceu funções públicas, primeiro como deputado na Assembleia Legislativa da Madeira e depois como secretário de Estado do Turismo nos governos de José Sócrates, entre 2005 e 2011. Licenciado em Organização e Gestão de Empresas pelo ISG – Business and Economic School, foi responsável pela revisão da legislação do setor do turismo, nomeadamente a lei dos empreendimentos turísticos, agências de viagens e animação turística. Entre 2017 e 2019, foi nomeado para a presidência do Executive Committee da Portugal IN, uma estrutura de missão temporária criada pelo governo português para atrair investimento direto estrangeiro no âmbito do Brexit . Entre junho de 2017 e junho de 2021, foi administrador não executivo da TAP. in Diário de Notícias, por Rute Simão
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22 April 2026
Análise ao impacto da guerra no setor
A AHP marcou presença na SIC Notícias, com a participação de Cristina Siza Vieira, vice-presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal, na análise ao contexto internacional e aos seus impactos no turismo. Num momento de maior incerteza, importa sublinhar a relevância da estabilidade, da confiança e da capacidade de resposta do setor, num destino que continua a afirmar-se pela sua segurança e atratividade. Este debate teve como convidados, para além de Cristina Siza Vieira, Pedro Castro, analista de aviação civil; Miguel Quintas, presidente da Associação Nacional de Agências de Viagens; e Óscar Afonso, diretor da Faculdade de Economia da Universidade do Porto. >> Veja o debate aqui.