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21 October 2026

Mistolin Solutions promove evento dedicado aos desafios da lavandaria no setor hoteleiro

A Mistolin Solutions promove, no próximo dia 4 de novembro, o Lavandaria Sem Segredos - A jornada dos profissionais, da teoria à prática, um evento dedicado aos desafios da lavandaria profissional no setor da Hotelaria e Alojamento. A iniciativa decorrerá no Hotel das Lezírias, em Vila Franca de Xira, entre as 09h00 e as 13h00. Organizado em parceria com a Mistolin Pro, M.Assistance e Girbau, o evento pretende reunir profissionais e especialistas para uma manhã de formação técnica, partilha de conhecimento e demonstrações práticas, centrada nas exigências operacionais da lavandaria no setor hoteleiro. A eficiência da lavandaria e o seu impacto na hotelaria Na hotelaria, a qualidade dos têxteis é parte integrante da experiência do hóspede. Lençóis, toalhas e outros artigos têxteis exigem processos de lavagem que assegurem resultados consistentes, preservem as suas características e contribuam para uma gestão eficiente dos recursos. Contudo, desafios como as relavagens, o desgaste prematuro dos têxteis, os consumos de água e energia e a utilização inadequada de detergentes podem representar custos adicionais para as operações hoteleiras. A otimização dos processos de lavagem assume, por isso, um papel relevante na gestão operacional, exigindo uma abordagem integrada entre equipamentos, detergência, doseamento e procedimentos. Da teoria à prática: conhecimento aplicado à operação O Lavandaria Sem Segredos pretende aproximar o conhecimento técnico das necessidades diárias dos profissionais da hotelaria. Ao longo da manhã, serão abordados temas relacionados com a eficiência dos processos de lavagem, a seleção e utilização de soluções de detergência, os sistemas de doseamento e a conservação dos têxteis. A componente prática terá também destaque, através de demonstrações que permitirão explorar soluções e procedimentos aplicáveis à realidade operacional do setor. A iniciativa reúne competências complementares da Mistolin Solutions, Mistolin Pro, M.Assistance e Girbau, promovendo uma visão integrada dos fatores que influenciam a qualidade e a eficiência da lavandaria profissional. Inscrições para o evento O evento realiza-se no dia 4 de novembro de 2026, das 09h00 às 13h00, no Hotel das Lezírias, em Vila Franca de Xira, sendo direcionado a profissionais do setor da Hotelaria e Alojamento. As inscrições podem ser efetuadas através do seguinte endereço: https://www.mistolinsolutions.com/pages/landing

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20 October 2026

Madeira volta a liderar ocupação hoteleira no Verão

Preço médio da hotelaria nacional sobe 3%, mas reservas para Outono abrandam A Madeira registou a taxa de ocupação hoteleira mais elevada do país entre Junho e Setembro, atingindo os 90%, num Verão em que a hotelaria nacional aumentou em 3% o preço médio por quarto ocupado, apesar de uma ligeira descida da ocupação. Para o Outono, as perspectivas são mais cautelosas, com muitos hoteleiros a reportarem menos reservas do que no período homólogo de 2025. De acordo com o inquérito «Balanço Verão & Perspectivas Outono 2026», da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), apresentado ontem, a taxa de ocupação média nacional fixou-se nos 80%, menos um ponto percentual do que no Verão do ano passado. Em contrapartida, o preço médio por quarto ocupado subiu 3%, para 171 euros, enquanto o rendimento por quarto disponível (RevPAR) aumentou 1%, para 137 euros. A Madeira destacou-se pela ocupação, enquanto o Algarve registou os valores absolutos mais elevados nos indicadores de preço médio, com 228 euros por quarto ocupado, e de rendimento por quarto disponível, com 195 euros. No conjunto do país, 53% dos hoteleiros consideraram que o Verão foi melhor ou muito melhor do que em 2025, enquanto 19% apontaram resultados semelhantes e 28% indicaram um desempenho inferior. As perspectivas para o último trimestre do ano são, contudo, mais prudentes. Segundo a AHP, 45% dos hoteleiros inquiridos tinham, à data do levantamento, menos reservas em carteira para Outubro do que no período homólogo de 2025. A percentagem sobe para 61% em Novembro e 53% em Dezembro. Apesar deste cenário, as expectativas quanto à evolução do preço médio mantêm-se mais favoráveis. A instabilidade económica e geopolítica é a principal preocupação do sector para o final de 2026, indicada por 61% dos inquiridos. Seguem-se o aumento dos custos da energia e dos combustíveis, referido por 58%, e a subida dos custos operacionais, apontada por 52%. A oferta excessiva de alojamento turístico e a contenção do consumo turístico nos mercados emissores também ganham relevância, com 23% e 22% das menções, respectivamente. Apesar dos sinais de abrandamento das reservas e da pressão sobre os custos, o grau médio de confiança dos hoteleiros no turismo nacional subiu de 6,8 pontos, em Maio, para 7,1 pontos, ficando ainda abaixo dos 7,4 registados em Janeiro. Para o conjunto de 2026, a AHP estima receitas de 30 mil milhões de euros, mais 3% do que os dados oficiais de 2025, e 32,9 milhões de hóspedes, o que representa um crescimento de 1,5%. O inquérito decorreu entre 28 de Setembro e 11 de Outubro, junto de 403 estabelecimentos turísticos associados da AHP. Créditos:Foto Aspress in Diário de Notícias da Madeira, via Lusa

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06 October 2026

AHP apoia a Semana da Responsabilidade Social 2026 – Economia do Futuro & Competitividade

A APEE – Associação Portuguesa de Ética Empresarial promove, nos dias 2 e 3 de novembro, no Edifício Ageas Tejo, em Lisboa, a iniciativa «Economia do Futuro & Competitividade – A Evolução da SRS». A AHP junta-se ao evento através do programa HEART. A iniciativa dá continuidade à Semana da Responsabilidade Social, realizada desde 2006, e propõe alargar a conversa sobre ética e sustentabilidade aos desafios da competitividade, da inovação responsável e do futuro da economia. O programa distribuir-se-á por três espaços: o Palco SRS, dedicado a debates e apresentações; o Espaço LAB, que acolherá também workshops; e a Arena, destinada a exposições, experiências e contactos entre organizações. O evento incluirá ainda a entrega dos prémios da 12.ª edição do Reconhecimento de Práticas em Responsabilidade Social e Sustentabilidade. Ao participar através do Programa HEART, a AHP associa a hotelaria a este encontro e partilha a experiência de um programa que encaminha bens disponibilizados pelos hotéis para instituições de solidariedade social, prolongando a sua vida útil e apoiando as comunidades. Data: 2 e 3 de novembro de 2026 Local: Edifício Ageas Tejo, Parque das Nações, Lisboa Participação: Gratuita, mediante inscrição prévia Mais informações, programa e inscrições: https://srs.apee.pt/

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24 September 2026

As expectativas e a realidade: Google, IA e o verdadeiro motor das reservas diretas

Quando se fala de viagens e inteligência artificial, a narrativa dominante é bastante clara. Estamos a entrar numa nova era em que todas as decisões serão tomadas dentro de ecossistemas controlados por IA e em que a mobilidade do utilizador será reduzida, repensando o messy middle: menos etapas e pontos de contacto, para uma experiência de pesquisa cada vez mais fluida e “conversacional” que conduz diretamente à conversão. Mas será que a realidade é mesmo assim? Hype vs. Realidade: o papel ainda central de Google nas reservas diretas Embora a IA esteja efetivamente a mudar a forma como as pessoas procuram informação, a realidade hoje é que ainda não estamos num cenário em que as decisões, e sobretudo as reservas hoteleiras, acontecem dentro de ecossistemas de IA. Pelo contrário, o que observamos na prática é que a tecnologia para concluir este tipo de transações em ambientes de IA ainda se encontra numa fase inicial de desenvolvimento. Os dados partilhados pela Google durante o painel da Blastness na ITB falam por si: hoje, a adoção efetiva de motores de pesquisa potenciados por IA continua bem abaixo dos 5% do total, enquanto 100% das reservas continuam a passar pelos canais tradicionais. A funcionalidade destas ferramentas em termos de reforço do canal direto ainda é extremamente limitada em comparação com os motores de pesquisa tradicionais. Ao longo dos anos, a Google construiu um ecossistema altamente avançado para o setor do turismo, oferecendo aos hotéis ferramentas que cobrem todo o percurso do utilizador: da pesquisa orgânica à publicidade, dos formatos específicos para hotelaria à integração com Maps e sistemas de comparação de preços. Neste contexto, o chamado “web real estate” continua a ter um valor central. Ter visibilidade no espaço digital da pesquisa significa captar procura real no momento em que ela se forma. E isso significa que a competição pelo canal direto continua, ainda hoje, profundamente ligada à Google. Comportamento do utilizador: evolução dentro da continuidade O comportamento dos utilizadores não mudou nos seus elementos fundamentais: as pessoas pesquisam, comparam, avaliam e reservam. O que mudou foi o “como” pesquisam online: as queries estão mais longas, mais específicas e mais conversacionais. No turismo isto é evidente. Antes alguém procurava “Hotel em Barcelona”. Hoje procura algo como “melhores hotéis quatro estrelas em Barcelona perto da praia com quartos familiares e piscina”. Durante anos descrevemos este processo como o “messy middle”: uma fase entre a inspiração e a decisão onde os viajantes exploram, comparam e avaliam várias opções antes de reservar. O fim do messy middle? Com a pesquisa potenciada por IA, os viajantes conseguem atravessar este processo muito mais rapidamente. Em vez de visitar dezenas de sites, podem fazer perguntas complexas e receber respostas imediatas e sintetizadas. A inspiração pode começar em qualquer lado: YouTube, Instagram, TikTok ou motores de pesquisa. O resultado é um percurso de decisão não linear, onde os utilizadores alternam entre várias plataformas. Mas há algo importante: quando passam da inspiração para a avaliação, regressam à pesquisa. A Google indica que 81% dos utilizadores de redes sociais usam a pesquisa para validar aquilo que descobriram nessas plataformas. E dois terços afirmam que a pesquisa influenciou a decisão final de compra. Ou seja, a descoberta pode acontecer em qualquer lugar, mas a intenção e a conversão continuam centradas na pesquisa. O que isto significa para os hotéis: os três pilares das reservas diretas Como se traduz isto na prática para os hotéis? Para competir no canal direto, três elementos tornam-se fundamentais. Dados precisos e estruturados: preços atualizados, disponibilidade em tempo real e informação correta sobre o hotel. Conteúdos ricos e de qualidade: imagens, descrições e metadados que ajudam a definir o posicionamento do hotel. Campanhas baseadas em sistemas inteligentes, como o BMS Blastness, que permitem captar utilizadores com elevada intenção no momento certo. Quando estes três elementos funcionam em conjunto, a visibilidade transforma-se em reservas diretas.  

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