MENU

LOGIN

Intervenções AHP

thumbnail
13 September 2018

Mercado canadiano: oportunidades e desafios

A AHP convidou o Representante do Turismo de Portugal no Canadá, William Delgado, para o almoço de associados de setembro de 2018. O representante do Turismo de Portugal naquele país esteve à conversa com os associados da AHP sobre o mercado canadiano e qual a melhor estratégia de abordagem e captação de turistas neste mercado emissor. Veja a apresentação.

Ler mais
11 June 2018

Intervenção Eng. Raul Martins - Almoço de associados de junho

Em primeiro lugar, quero agradecer ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, em nome da AHP e em meu nome pessoal, a honra e o prazer que nos dá em aceitar o nosso convite para ser o orador convidado do habitual almoço mensal de associados da AHP. Para lá dos vários encontros regulares que temos mantido, já em 2015 contámos com a sua presença num dos nossos almoços de associados, e é sempre um prazer recebê-lo. Com efeito os hoteleiros gostam de receber, e receber bem, por isso os hotéis são a principal infraestrutura turística de uma cidade, de um qualquer destino turístico, aliás. Os ativos imobiliários que os hotéis representam são muito valiosos: temos 210 hotéis e hotéis-apartamentos na Cidade de Lisboa, de todas as categorias e dimensões, para diferentes públicos e fins, lazer, business, famílias, etc. Ora, cuidar bem dos nossos ativos é a melhor forma de eles continuarem a atrair turistas, visitantes e hóspedes e, por isso, gerar riqueza para a Cidade. Quando falo em “Ativos” falo em Hotéis mas também cuidar e investir no nosso “ativo CIDADE”!   Sem Hotéis não há destino. E sem uma parceria sólida e continuada entre os hoteleiros e a autarquia que gere a Cidade, não só não se faz uma Cidade atrativa para o turista, como não se faz uma cidade sem retorno para o investimento em turismo. O principal testemunho desta parceria é o modelo encontrado entre a AHP e a Câmara Municipal de Lisboa relativamente à cobrança, gestão e alocação da Taxa Turística. Entendamo-nos: uma taxa nunca é amigável para o investimento, nunca é algo a que os empresários aspirem! O ponto, portanto, era: como tornar o negativo em positivo… Foi isso que, a partir do entendimento entre V.Exa. e os hoteleiros de Lisboa, se conseguiu com muito trabalho criar o modelo de um Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa. Recordo que este Fundo nasceu em 2016, e ficaram estabelecidos desde logo 2 princípios fundamentais: Primeiro, que todas a verbas fossem para uso exclusivo do desenvolvimento turístico da Cidade; Segundo, que, no modelo e estrutura de governação do Fundo, que aprova o destino das receitas da taxa, a AHP, em representação dos seus associados que cobram a taxa em nome da Câmara Municipal de Lisboa, participasse bem como a ATL e a AHRESP. Desde então a Câmara já encaixou perto de 31 Milhões € provenientes da Taxa, e parte muito substancial está alocada em diversos projetos a correr com a comparticipação do Fundo de Desenvolvimento Turístico de Lisboa a saber: Valorização e intervenção das alas Poente e Norte do Palácio da Ajuda para exposição permanente das Jóias da Coroa e dos Tesouros de Ourivesaria da Casa Real; Museu Judaico; Centro Interpretativo da Ponte 25 de Abril; Terminal de Atividade Marítimo-Turística na antiga Estação Fluvial Sul e Sueste. Mas também às Lojas com História, ao Festival da Eurovisão ou na aquisição do equipamento para limpeza urbana em freguesias com maior procura turística, à promoção e dinamização da oferta e o apoio à internacionalização de festivais.  Entretanto está concluído o estudo sobre a dinamização do “Museu do Azulejo”, que servirá de base para o Município implementar a sua realização, bem como o projeto de melhoria de sinalética no eixo central da cidade. A atualização do estudo para um “Novo Centro de Congressos de Lisboa” está em fase final e aguardamos que os polos Descobrir se tornem uma realidade. Esta dinâmica é fundamental porque com o volume de turistas que temos (recordo que, em 2017, tivemos cerca de 6 milhões de turistas na área metropolitana de Lisboa, dos quais estimam-se que 5 milhões na cidade de Lisboa), precisamos essencialmente de os distribuir melhor, no tempo e no espaço. No tempo, como temos dito, prolongando a estada, encontrando mais motivos para estender a permanência na cidade, mas também servindo esta como hub para outros destinos nacionais. De resto, prolongar a estada dos turistas nos nossos hotéis é tanto mais importante quanto, no curto prazo, como sabemos não teremos capacidade para receber mais turistas uma vez que o Aeroporto Humberto Delgado, a nossa principal porta de entrada, está sobrelotado e vamos chegar, nos próximos quatro anos, a uma situação que irá penalizar os hoteleiros de Lisboa, uma vez que a oferta continuará a aumentar e as ocupações serão menores prevemos que haverá uma queda de cerca de 4% ao ano. Por isso fazemos daqui um desafio à ATL para lançar com inicio em 2019 e, em conjunto com a AHP, um programa de promoção que prolongue a estadia na região de Lisboa, porque cada dia a mais nos nossos Hotéis aumenta as suas receitas e contribui para a economia da cidade. Quanto à maior dispersão no espaço, apoiando claramente a intenção e estratégia da Câmara, a AHP considera essencial valorizar outras zonas dentro da cidade, para descongestionar o centro histórico, mas também outras zonas na Área Metropolitana. E é essencial investir no nosso património tornando-o um polo de atração; transformar e modernizar os nossos museus, abrindo as portas dos seus espólios, muitos deles guardados por não terem espaços onde possam ser expostos como é o caso do Museu Nacional de Arte Antiga; criar eventos culturais e outras iniciativas, que levem quem nos visita a conhecer-nos melhor e a permanecer mais tempo. É claro que as coisas andam ligadas, daí que, para atingir esses objetivos, ressalte a importância da mobilidade urbana. É hoje evidente a necessidade de investir para termos uma rede de transportes públicos eficiente, que acompanhe a procura crescente a que temos assistido e, paralelamente, que sejam criados modelos alternativos de mobilidade que complementem a oferta existente, como as bicicletas que hoje em dia vemos por toda a cidade, e agora também os automóveis elétricos que têm uma relevância acrescida. Um outro exemplo, menos conhecido, da parceria de que vos falava entre os hoteleiros e a autarquia, é o protocolo celebrado, ao abrigo do Programa HOSPES, entre a AHP e o Centro de Acolhimento Temporário de Refugiados da Câmara Municipal de Lisboa e que os nossos associados ajudaram a equipar para poder vir a acolher nesse centro e mais tarde mobilar habitações até 500 refugiados. Enfim, não esquecendo a cidade, o seu património cultural, mas, sobretudo, os seus habitantes, também nós património vivo, gostava que V.Exa. nos falasse dum tema que tem estado em debate na Assembleia da República e sobre o qual a AHP aguarda os próximos desenvolvimentos - o Alojamento Local. Desde 2016 – que a AHP vem chamando à atenção para a necessidade de regular o Alojamento Local por forma a manter a autenticidade das cidades e não criar situações de conflito dos turistas com os residentes locais, o que a todos prejudica. Por isso, senhor Presidente, foi com grande satisfação que o vimos no Parlamento a defender esta mesma solução para Lisboa, que no nosso entender trará um maior equilíbrio à cidade de Lisboa. Enfim muitos são os desafios de uma cidade, de facto. E é sobre eles que o nosso Presidente da Câmara nos vem falar. Termino recordando que a “mui nobre e sempre leal cidade de Lisboa“, como é seu lema, tem nos seus hoteleiros leais e nobres parceiros, mas também atentos e críticos. Para terminar quero relembrar que o 30º Congresso da AHP se realizará em Lisboa de 14 a 16 de novembro para o qual desde já contamos com a presença de V.Exa. Agradeço ao Hotel IBEROSTAR por nos ter acolhido e, mais uma vez a sua presença Senhor Presidente, e passo-lhe desde já a palavra. Muito obrigado!   Raul Martins Lisboa, 8 de junho de 2018

Ler mais
17 May 2018

Guia “Prevenção e controle da Legionella nos sistemas da água”

As bactérias do género Legionella encontram-se em ambientes aquáticos naturais e também em sistemas artificiais, como redes de abastecimento/distribuição de água, redes prediais de água quente e água fria, ar condicionado e sistemas de arrefecimento (torres de refrigeração, condensadores evaporativos e humidificadores) existentes em edifícios, nomeadamente em hotéis, termas, centros comerciais e hospitais. Surgem ainda em fontes ornamentais e tanques recreativos, como por exemplo jacuzzis. Saiba mais no guia em anexo.

Ler mais
17 April 2018

Assembleia Geral - 11 de abril 2018

No passado dia 11 de abril reuniu, na nossa sede, o Conselho Geral e a Assembleia Geral da AHP. Foram aprovados o relatório anual, balanço e contas do exercício de 2017 e a alteração dos Estatutos da AHP. Veja em anexo a apresnetação da Assembleia Geral.

Ler mais
A exibir 1-4 de 9 itens.