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Notícias

19 April 2019

Páscoa salva no turismo: hotéis mantêm reservas altas de norte a sul

Foi um respirar de alívio para os agentes turísticos, o anúncio do final da greve dos motoristas de mercadorias perigosas, que ameaçou parar o país com a falta de combustível, e em vésperas do fim-de-semana da Páscoa que marca o arranque da época mais forte. "Continuamos com boas expectativas para a Páscoa, quer em ocupação, quer em preço, estima-se que o impacto da greve não seja praticamente nenhum", adianta Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP).    O cenário mudou radicalmente de um dia para o outro. Ontem, quarta-feira, muitos hotéis em todo o país estiveram em risco de fechar as portas por falta de gás para assegurar a operação, situação que hoje, quinta-feira, já ficou normalizada.    "As preocupações maiores da hotelaria nem eram as desistências de clientes, era o abastecimento de gás natural fora dos centros urbanos. E se não se entrasse em normalidade, a partir de sábado os hotéis começavam a entrar em ruptura", refere Cristina Siza Vieira, presidente-executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), frisando que "sem abastecimento de gás, a operação hoteleira não pode correr, estamos totalmente dependentes do gás para aquecimento de águas, pequenos-almoços, lavandarias, e todos os serviços que um hotel tem de ter".    Após fazer uma ronda junto dos delegados da associação nas regiões norte, centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, a responsável da AHP garante que "esta manhã a situação já foi normalizada e os hotéis puderam retomar a operação normal, garantido-se em todas as regiões o abastecimento de gás e também de víveres. Era uma condicionante muito grave, e em boa hora se normalizou a operação".    Além do stresse da falta de gás, os hoteleiros também receavam que do lado dos clientes houvesse ''no shows''. E as incertezas em ter gasolina ou gasóleo suficiente para assegurar as deslocações de ida e volta, levaram na quarta-feira, ainda no pico da crise, a algumas desistências por parte de portugueses, sobretudo no Alentejo, centro e norte, "destinos nacionais que não são servidos por avião, e as pessoas têm mesmo de se deslocar de carro até lá", faz notar Cristina Siza Vieira.    "Mas hoje (quinta-feira) o cenário já é outro. Logo de manhã as reservas voltaram a caír nos hotéis, e a expectativa é de retomar as ocupações altas para a Páscoa, até com a revisão em alta do tempo para o fim-de-semana", salienta a presidente-executiva da AHP, referindo que "os hotéis estavam ontem muito preocupados como ia correr o turismo interno e se ia haver cancelamentos. Mas as ligeiras quebras de 5% no caso do Alentejo, já foram hoje retomadas". Segundo a responsável, do lado dos estrangeiros não se registaram cancelamentos derivados da crise dos combustíveis.    "Neste momento não se estima que venha a haver prejuízos na indústria hoteleira com esta situação, avança Cristina Siza Vieira. A nota negra no dia de ontem (quarta-feira) foi o acidente na Madeira que vitimou 29 turistas alemães."É um acontecimento muito triste", refere a responsável da AHP, lembrando envolver"uma comunidade muito querida para o destino Madeira, e tudo faremos para dar o apoio que for necessário"..    Entretanto, a Confederação do Turismo de Portugal (CTP) adiantou em comunicado que se "congratula com o acordo assinado entre a Associação Nacional de Transportes Públicos Rodoviários de Mercadorias (Antram) e o Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), que irá permitir retomar a regularidade do abastecimento de combustíveis".    Segundo Francisco Calheiros, presidente da CTP, "este acordo é uma excelente notícia para o país e para o turismo nacional". O responsável da Com a resolução desta greve, processo em que o Governo teve um papel essencial, terminam os constrangimentos que ameaçavam seriamente a atividade turística num período do ano em que existe uma forte procura turística. A CTP não pode deixar de saudar o entendimento conseguido pelas partes envolvidas nesta crise», afirma Francisco Calheiros, presidente da CTP.    Também a Secretaria de Estado do Turismo emitiu um comunicado avançando que "com o final da greve convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas (SNMMP), através da mediação do Governo, garante-se que a operação turística durante o período de Páscoa se desenrolará com normalidade".    "Os turistas, quer nacionais quer estrangeiros, dispõem de todas as condições para viajar pelo país sem problemas", garante ainda a Secretaria de Estado do Turismo, frisando que "a Páscoa é um período importante para o turismo em Portugal, e estão reunidas as condições para que a atividade turística decorra de acordo com as previsões positivas dos operadores turísticos".    por Conceição Antunes, in Expresso

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16 April 2019

Portugueses enchem hotéis

Os turistas portugueses que fazem férias cá dentro são os principais clientes dos hotéis no período da Páscoa.     Num inquérito realizado pela Associação de Hotelaria de Portugal (AHP), 84% dos hoteleiros considerou que Portugal é o maior mercado emissor de reservas neste período, enquanto 677o respondeu que é a Espanha. Os turistas portugueses representam "237o. do total" de clientes, enquanto os espanhóis têm "um peso de 21%", de acordo com o mesmo inquérito.     Seguem-se Reino Unido e Brasil como os países com mais turistas a viajar para Portugal.     O Algarve é o destino mais escolhido, seguido do Porto, Norte, Açores e Madeira. Este ano os hoteleiros acreditam que a taxa de ocupação será semelhante à do ano passado, embora esperem um aumento de receitas devido à subida dos preços. Os Açores são a região onde os hoteleiros estão mais otimistas em relação à Páscoa, com 80% dos inquiridos a considerar que haverá um aumento da taxa de ocupação e também das receitas.     No Algarve, o tempo ameno já levou muitos a banhos. A maioria das unidades hoteleiras têm lotação esgotada para as mini-férias. Segundo confirmou ao CM Elidérico Viegas, da Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos, o aumento de turistas nacionais está a compensar a quebra dos britânicos e as unidades "estão aproximadamente com ocupação a 100%, tal como no ano passado". "É altura ideal para descansar porque não há tanta gente e os preços sãos mais acessíveis", referiu ao CM Vítor Cunha, de Coimbra, que está de férias com a mulher Cátia e o filho Afonso. A região foi também a escolhida por um grupo de estudantes de Coimbra para gozar as férias de finalistas. "Já fomos à praia dar mergulhos, a um parque de diversões e fomos sair à noite", revelaram os jovens.     BRAGA ESGOTA CAMAS     A ocupação hoteleira para os próximos dias, em Braga, está muito perto dos cem pôr cento. Na quinta e sexta-feira, não há camas livres nos hotéis da cidade.     300 MIL PARA A PÁSCOA     As três procissões da Semana Santa de Braga são os momentos com maior número de turistas. Este ano, são esperadas 100 mil pessoas por noite.     PORMENORES     Voluntários ajudam     Para ajudar os turistas, 75 jovens voluntários vão andar a partir de hoje pelas ruas de Braga, para orientar os visitantes.     Festas no Médio Tejo     Três concelhos do Médio Tejo Sardoal, Ourem e Constância juntaram-se para divulgar as festas pascais na região. Uma das tradições são os tapetes de flores no Sardoal, entre Quinta-Feira Santa e Domingo de Páscoa.     Diversão em Carcavelos     A Vila da Páscoa, em Carcavelos (Cascais), com entrada gratuita, tem diversões para todas as crianças até ao próximo domingo.     Espanhóis e franceses escolhem o Porto     A zona norte de Portugal continua a ser um destino bastante escolhido não só por portugueses, mas também por muitos turistas estrangeiros. São cada vez mais os hotéis que se esgotam meses antes da época da Páscoa. O mercado espanhol e francês é dominante.     Nas cidades de Porto e Vila Nova de Gaia os hotéis de luxo estão praticamente esgotados.     Por exemplo, no The Yeatman, em Gaia, e no Intercontinental, em plena Avenida dos Aliados, no Porto, as reservas rondamos 80 por cento. Já o Crown Plaza e o Sheraton têm mais de metade dos quartos ocupados. Em Amarante, a Casa da Calçada atrai com uma promoção de 222 euros por duas noites. Já no Douro, o Vintage House, no Pinhão, está lotado para o fim de semana. "É um mercado apelativo. Vamos ter números iguais ou superiores aos do ano passado", disse ao CM, Luís Martins, presidente do Turismo Porto e Norte.     Lisboa com acréscimo de turistas     Na cidade de Lisboa (e arredores) a Semana Santa é sinónimo de um acréscimo de turistas, nomeadamente espanhóis. Muitos hotéis estão esgotados ou próximo da lotação máxima. Por exemplo, duas noites em quarto duplo num hotel na zona do Campo Pequeno (centro da cidade) fica por 175 euros, sem pequeno - almoço.     Neve provoca enchente na Estrela     Os nevões inesperados no início da primavera cobriram a Serra da Estrela com um manto branco que, segundo as previsões vai durar para lá da Páscoa. A queda de neve acabou por provocar uma corrida às reservas hoteleiras para o fim de semana da Páscoa: as unidades mais próximas do Maciço Central deverão esgotar a lotação.     Programa diversificado em Viseu     As unidades hoteleiras estão com "boa ocupação" neste período pascal, sobretudo com turistas espanhóis. A Câmara de Viseu preparou um programa cultural para vários públicos e diversos eventos de cariz religioso referentes à época. A Casa da Ribeira recebe uma mostra de doçaria tradicional de Páscoa.     Madeira é um dos destinos top     A ilha da Madeira está entre os melhores destinos para férias na Páscoa, segundo o site 'European Best Destinations'. Colmar (França) e Viena (Áustria) ocupamos primeiros lugares, seguindo-se a Madeira. Segundo a Secretaria Regional de Turismo, a taxa de ocupação na ilha para esta semana é de 74 porcento.   in Correio da Manhã, por Bernardo Esteves (16/04/2019)

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15 April 2019

Hotelaria espera mais receitas com a mesma ocupação na Páscoa

Os hoteleiros portugueses esperam a mesma ocupação esta Páscoa que há um ano, mas ainda assim estão a contar ter mais receitas, de acordo com um inquérito da Associação de Hotelaria de Portugal.  Os hoteleiros portugueses esperam um aumento das receitas na Páscoa, ainda que estimem uma taxa de ocupação semelhante à de 2018, revelou a Associação de Hotelaria de Portugal (AHP).    Na sequência de um inquérito aos hoteleiros, entre 19 e 31 de março, a AHP conclui que “para o período das férias escolares, de 08 a 22 de abril, 45% dos hoteleiros inquiridos indicaram que neste período a taxa de ocupação será igual à Páscoa de 2018. No entanto, o ARR [preço médio por quarto ocupado] e o RevPar [preço médio por quarto disponível] serão superiores para 57% e 60%, respetivamente”.    O mesmo trabalho indica que “as receitas totais e de alojamento serão melhores para 61% dos inquiridos”.   Considerando a taxa de ocupação (TO) e o ARR a nível nacional, a região mais otimista é a dos Açores, “onde 80% dos inquiridos apontaram que será melhor nos dois indicadores, enquanto a menos otimista é a Madeira, onde apenas 17% e 25%, respetivamente, indicaram que será melhor”, informa a entidade.    A AHP revela ainda que “na TO, a segunda região mais otimista é o Centro, onde será melhor para 51% dos hoteleiros. Quanto ao RevPar, os mais otimistas são o Norte e os Açores, onde 78% e 70% dos hoteleiros responderam que será melhor que o mesmo período do ano anterior. Também aqui a Madeira é o menos otimista”.    Analisando o fim de semana da Páscoa, entre 18 e 21 de abril, a AHP refere que 63% dos inquiridos acreditam que a receita será mais elevada do que no ano passado.    A associação fez ainda um balanço do carnaval com os hoteleiros, concluindo que “58% das unidades hoteleiras inquiridas registaram uma igual (24%) ou pior (34%) taxa de ocupação e 38% melhor, face ao mesmo período de 2018. O ARR foi superior para 41% dos inquiridos, acompanhado pelo RevPAR que foi melhor para 40%. 63% dos inquiridos indicaram que a estada média foi idêntica ao ano anterior”.    Os principais mercados foram Portugal, Espanha, Brasil e Reino Unido.    Já para a Páscoa, desde 2015 (quando foi introduzida a pergunta no inquérito) “Portugal, para 84% dos inquiridos, e Espanha, para 67% dos inquiridos, são os principais mercados emissores durante este período, com um peso de 23% e 21%, respetivamente”, de acordo com a AHP.  in Eco

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10 April 2019

Hotelaria de Portugal envia duas toneladas e meia de bens para Moçambique

A Hotelaria portuguesa uniu-se para, através do Programa HOSPES by AHP – programa corporativo de Responsabilidade Social e Sustentabilidade Ambiental da Hotelaria -, ajudar Moçambique, mais concretamente o Hospital do Dombe, na província de Manica. Em resposta às necessidades especificamente identificadas pelo Hospital, a AHP organizou, junto dos seus associados e parceiros, uma recolha de bens, que decorreu na sede da AHP, nos dias 5 e 8 de abril, e que serão enviados para Moçambique no próximo dia 10 de abril, através da Associação HELPO (Organização Não Governamental para o Desenvolvimento). Cristina Siza Vieira, da AHP, declara “a AHP recebeu um pedido para uma missão muito específica: apoiar o Hospital do Dombe, com alguns bens em particular, sobretudo lençóis e produtos de higiene. De imediato, e porque já trabalhamos em rede com os hotéis e as instituições há mais de 5 anos, lançámos um apelo aos nossos associados e parceiros e em pouco mais de uma semana a resposta foi surpreendente: 2.150 lençóis; 25 colchões; 20 almofadas; 215 fronhas; 51 mantas polares; 120 fraldas de pano; 18.333 sabonetes; 1.200 pastilhas de purificação de água; 150 kg de produtos alimentares e de higienização. Ou seja, duas toneladas e meia de bens da Hotelaria portuguesa para Moçambique”. Tudo isto foi possível com a ajuda de 30 hotéis e grupos associados e de 5 parceiros [ver lista em baixo]. Esta missão da Hotelaria portuguesa tem como objetivo ajudar a população do Dombe, através do Hospital gerido pelo Instituto das Pequenas Missionárias de Maria Imaculada, centrado na saúde materno infantil, sobretudo mulheres e crianças até aos 5 anos, abrangendo cerca de 25 mil pessoas. O Dombe fica situado nas margens do Rio Buzi, a cerca de 30 km do Zimbabué, e o seu hospital serve 20 pequenas localidades sem infraestruturas de saúde, 9 das quais ainda estão inacessíveis por via terrestre. A AHP está disponível para, através do Programa HOSPES, continuar a ajudar Moçambique, pelo que aguarda a sinalização de outras situações que surjam. 30 HOTÉIS E GRUPOS HOTELEIROS >> ALTIS HOTELS >> BROWNS HOTEL GROUP >> CONTINENTAL HOTELS >> HOTEL DA MÚSICA >> HOTEL MARQUÊS DE POMBAL >> HOTEL MUNDIAL >> HOTEL OLISSIPPO ORIENTE >> HOTEL ROMA >> HOTEL VILA GALÉ ALBACORA >> HOTEL VILA GALÉ AMPALIUS >> HOTEL VILA GALÉ ATLÂNTICO >> HOTEL VILA GALÉ CASCAIS >> HOTEL VILA GALÉ CERRO ALAGOA >> HOTEL VILA GALÉ COLLECTION PALÁCIO DOS ARCOS >> HOTEL VILA GALÉ ÉVORA >> HOTEL VILA GALÉ MARINA >> HOTEL VILA GALÉ PRAIA >> INSPIRA SANTA MARTA HOTEL >> MÉLIA BRAGA HOTEL & SPA >> MÉLIA RIA HOTEL & SPA >> OLISSIPPO LAPA PALACE >> PORTOBAY LIBERDADE >> STAR INN PORTO >> STAR INN LISBON >> TURIM HOTELS >> TRIP LISBOA AEROPORTO >> TRIP LISBOA ORIENTE >> TRIP LEIRIA >> TRIP PORTO EXPO >> TRIP PORTO CENTRO 5 PARCEIROS >> “GROUPE GM PENINSULA IBERICA S.A.” (800 KG. DE SABONETES) >> “SOKAMA – LOJA DE DESCANSO” (TRANSPORTE E 20 ALMOFADAS) >> LAVANDARIA GALÁXIA >> TINTURARIA VIEIRA >> ELIS (230 LENÇÓIS)

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