Notícias
16 June 2021
As Of Today, U.S. Travelers Can Now Visit Portugal
Effective today, Portugal is welcoming back travelers from the United States as Europe continues to gradually reopen this summer. According to U.S. Embassy and Consulate in Portugal, “beginning June 15, non-essential (i.e. tourist travel) from the United States to mainland Portugal is permitted for travelers with proof of a negative COVID-19 test.” Children two years old and younger are exempt and do not need to take a pre-test. Everyone else “must submit a negative SARSCoV-2 lab result of a nucleic acid amplification test (NAAT), for example a PCR test, performed in the last 72 hours or a rapid antigen test (TRAg), performed within 24 hours of boarding.” You can read all the fine print and find more information about the testing requirements here. As of now, there are no specific instructions or exemptions for vaccinated travelers, although the announcement does make a point to say that the policies will be re-evaluated and restated every two weeks, and just last week, the Portuguese government made it clear that a program for vaccinated travelers is in the works. So, it’s likely that we’ll see another update before too long, one that includes a vaccince passport program. Regardless, it’s now safe to stop dreaming – and start planning – a European getaway. in FORBES, por Will McGough
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15 June 2021
Expectativas turísticas para verão arrefeceram com decisão do Reino Unido
A confederação do turismo e a Associação da Hotelaria de Portugal reviram as expectativas de crescimento turístico com a saída de Portugal da "lista verde" de viagens para o Reino Unido, acreditando, no entanto, num verão melhor que em 2020. "Nesta fase, é difícil fazer previsões. Estávamos com alguma expectativa positiva, mas a decisão do Governo britânico de retirar Portugal da 'lista verde' veio alterar todas as perspetivas que tínhamos para o verão", afirma o presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros, em respostas escritas à Lusa. A decisão britânica de excluir Portugal da "lista verde" de viagens foi tomada em 3 de junho e suscitou, desde logo, críticas do setor turístico, que se preparava para um aumento das reservas e da procura de turistas provenientes do Reino Unido, isto depois de, em 17 de maio, o Governo britânico ter tomado a decisão contrária, abrindo as viagens com destino a Portugal. Agora, "a recuperação que se iniciou nas últimas semanas com a chegada dos turistas ingleses, o nosso principal mercado, foi abruptamente interrompida durante, pelo menos, três semanas. O impacto nas reservas, sobretudo no Algarve, será gigantesco, numa fase em que as empresas se preparavam para um aumento da procura turística com reforço da oferta e de recursos humanos", explica Francisco Calheiros. Ainda assim, o responsável, que não revela valores, refere acreditar que Portugal "irá ter um verão melhor do que 2020", mas com os números a ficarem "ainda muito longe dos de 2019". Com uma visão diferente, após a decisão britânica, ficou também a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), como explicou a vice-presidente executiva, Cristina Siza Vieira, à Lusa, sem também apontar números. "O mês de maio correu razoavelmente bem em termos de taxa de ocupação, em algumas regiões do país, aliás acima das expectativas, dada a incerteza em que estivemos, exceção de Lisboa, Porto e Alentejo. No Algarve registou-se uma afluência bastante significativa durante o mês de maio, sobretudo de turistas britânicos, devido à abertura do Reino Unido relativamente a Portugal (recordo que estávamos na 'lista verde' de destinos, com o que tal significava de facilitação das viagens). Ora, com a recente decisão do Governo britânico a situação veio alterar-se profundamente, com os cancelamentos a registarem-se desde o primeiro momento e o ritmo de reservas a cair a pique", afirma a responsável. Ora, assim, a responsável da AHP diz que "antes desta decisão, obviamente", estavam "mais confiantes no verão". "É certo que há outros mercados e a aprovação pelo Parlamento Europeu do Passaporte Covid-19 abre melhores perspetivas, quer para os turistas provenientes da UE, quer de Schengen. Esperamos, também, que Portugal aproveite já para dar idênticas condições a países terceiros, designadamente aos EUA, fundamental para nós", acrescenta Cristina Siza Vieira, lembrando ainda que o setor volta a contar com os turistas internos. "Para já, contamos com o mercado nacional, que já em 2020 foi o suporte do verão, e com a abertura dos mercados europeus. Sem qualquer dúvida, vontade de viajar e pesquisa por Portugal existe, mas têm de estar reunidas todas as condições para que os turistas possam viajar sem restrições de quarentena e com definição dos critérios e testagem", concluiu. Dias depois do anúncio do Governo britânico, em 06 de junho, o presidente do Turismo do Algarve, disse à Lusa que a saída de Portugal da "lista verde" de viagens para o Reino Unido causou um "pico" de cerca de 10.000 saídas do aeroporto de Faro no sábado, dia 05. "Ontem [sábado] houve uma concentração de cerca de 10.000 passageiros britânicos para sair, mas é interessante também perceber que, no mesmo período, chegaram 2.500. Portanto, apesar das regras britânicas, ainda há britânicos a chegar ao Algarve", afirmou João Fernandes à agência Lusa. João Fernandes explicou que os passageiros, "muitos deles britânicos", se viram obrigados a "antecipar o regresso para chegar ao país antes de terça-feira [dia 08]" e escapar assim à obrigatoriedade de realizar uma quarentena de 10 dias e dois testes à covid-19 nesse período devido à medida imposta pelo Governo britânico a todos os passageiros que cheguem ao Reino Unido provenientes de Portugal. in notícias ao minuto
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06 June 2021
Conclusões sobre o Turismo na Europa para a próxima década: sustentável, resiliente, digital, global e social
O Conselho da União Europeia Competitividade e Crescimento aprovou no dia 27 de maio de 2021 as Conclusões do Conselho “Turismo na Europa nas próximas décadas: sustentável, resiliente, digital, global e social”. Sob proposta inicial da Presidência Portuguesa do Conselho da UE no Grupo de Trabalho Competitividade e Crescimento/Turismo, este documento foi aprovado por unanimidade, tendo por base o peso do setor na economia e na criação de emprego na UE, os desafios estratégicos da resposta do setor às grandes estratégias Europeias (European Green Deal, transição digital e reforço das competências globais) e, sobretudo, o impacto da pandemia COVID-19 no setor. O texto agrega um conjunto de medidas para a melhoria da resposta da UE ao setor do Turismo, salientando-se: _ Melhoria na coordenação da resposta da UE às crises (presentes e futuras). _ Necessidade de valorização do Turismo como um dos ecossistemas industriais da UE e enquanto fator crítico para o reforço do Mercado Único da UE. _ Assegurar o reforço do Turismo dado o peso e a importância nas cadeias de valor. _ Maximização pela UE da utilização inteligente do financiamento Europeu (seja por via do Quadro Financeiro Plurianual (QFP), seja pelos PRR (Planos de Recuperação e Resiliência)) para apoiar a recuperação e resiliência futura do setor. _ Inclusão do setor nas políticas públicas da UE, de forma a promover os processos de neutralidade carbónica e de transformação digital do Turismo. Constam, ainda, medidas concretas a serem desenvolvidas no quadro da UE: _ Agenda da UE para Turismo 2030/2050, a ser desenhada entre as Instituições Europeias e stakeholders, para apresentação aos Ministros, até ao fim de 2021, de um primeiro esboço do documento. _ Convite do Conselho à Comissão Europeia para apresentar até final do ano, um guia sobre o financiamento da UE para o Turismo. Esta iniciativa indicada como relevante pela Presidência Portuguesa à Comissão Europeia, já foi alvo de os trabalhos peparatórios, e pode ser consultado em Guide on EU fundig for tourism. _ EU Tourism Dashboard, uma ferramenta que agregue informação quantitativa em matérias de turismo e relacionadas com turismo, de forma a apoiar entidades públicas, empresas e consumidores no processo de tomada de decisão. Para este efeito, trabalhando a Comissão Europeia (COM) com os Estados Membro (EM) e organizações internacionais, como a OCDE ((Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico), deverá ser apresentado aos Ministros, até ao fim de 2021, um primeiro esboço/esquema da Dashboard. As Conclusões do Conselho são ambiciosas e pretendem conduzir a um marco positivo e diferenciador na dimensão Turismo na UE. via site do Turismo de Portugal
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04 June 2021
Portugal é o primeiro país a disponibilizar o Selo Europeu de Segurança COVID-19
Portugal é, a partir de 1 de junho, o primeiro país a disponibilizar o Selo Europeu de Segurança COVID-19. Os aderentes do selo Clean & Safe passam, automaticamente, a poder utilizar a identidade visual do European Tourism COVID-19 Safety Seal. Criado pelo Comité Europeu de Normalização em parceria com a Comissão Europeia, este selo europeu é opcional e, à semelhança do que sucede com o Selo Clean & Safe, só pode ser exibido por empresas e atividades da cadeia de valor do Turismo que garantam o cumprimento das medidas sanitárias e de segurança identificadas pelas autoridades de Saúde para evitar a disseminação da COVID-19. O Selo Clean & Safe, implementado em abril de 2020 e atualizado em maio de 2021, foi assim um dos exemplos que serviu de base ao trabalho europeu de criar um rótulo para a confiança dos turistas internacionais, estando o European Tourism COVID-19 Safety Seal devidamente articulado com os requisitos e procedimentos do selo nacional, criado pelo Turismo de Portugal. Os detentores do Selo Clean & Safe terão, assim, acesso direto ao logótipo do Selo Europeu através da plataforma digital portugalcleanandsafe.com, podendo este ser disponibilizado nas suas instalações físicas e canais de comunicação digitais. Este novo protocolo de saúde e segurança visa a reabertura segura do turismo e a promoção da reputação da União Europeia como destino turístico de qualidade. in site do Turismo de Portugal