Notícias
02 June 2021
Quatro lavatórios icónicos para a renovação do seu espaço de banho
Descubra materiais discretos e muito resistentes, com um design que nunca deixa de estar na moda, formas inovadoras e cores modernas para renovar o espaço de banho Sendo um elemento que, por si só, consegue trazer carisma a qualquer ambiente, a escolha de um lavatório pode transformar completamente o estilo da renovação do seu espaço de banho. De instalação mural, sobre o móvel, em bancada ou numa versão atualizada de um lavatório de pé, como são os lavatórios autoportantes, a escolha da forma e do estilo desta peça marcará, sem dúvida, o design interior do espaço de banho, revelando a personalidade da casa a que pertence. Desde os materiais mais inovadores às versões coloridas ou às formas mais originais, contamos-lhe, hoje, a história por trás de quatro modelos de lavatório da Roca que não passam despercebidos. Conheça as especiais caraterísticas do design de cada um e perceba porque é que são considerados exemplos de peças icónicas do catálogo da Roca. Carmen, um lavatório com história Uma versão renovada de um clássico da marca dos anos 40, o lavatório Carmen deu o nome, em pleno século XXI, à coleção vintage da Roca para espaços de banho. Fabricado em porcelana vitrificada em branco ou preto, a personalidade cativante deste clássico manifesta-se em diferentes versões: desde o tradicional pé em louça sanitária ou numa versão mural de parede a modelos de bancada ou sobre o móvel Unik. Inspira, a louça sanitária mais leve e mais resistente Concebida como uma coleção minimalista, capaz de se adaptar a diferentes estilos, como se de uma tela em branco se tratasse, os lavatórios Inspira nas suas três linhas de design — Round (redonda), Soft (com ângulos suaves) ou Square (quadrada) — são incrivelmente leves e resistentes. São fabricados com um material exclusivo da Roca, o Fineceramic®, que permite criar produtos 40% mais leves e, ao mesmo tempo, 30% mais resistentes. Disponíveis no clássico esmalte branco e também em Branco Mate, Bege, Café, Pérola e Ónix, o seu design delicado tem uma expressão poderosa nas versões de bancada, apesar de também existirem alternativas de encastrar, encastrar por baixo, mural ou sobre o móvel. Ohtake, exuberância orgânica O designer brasileiro Ruy Ohtake assina este lavatório original que é uma verdadeira obra de arte. De linhas orgânicas inspiradas na natureza, pelo horizonte em constante mudança e, curiosamente, pelo contorno perfeito de um ovo, um lavatório Ohtake consegue, sozinho, transformar o estilo de um espaço de banho. O facto de serem fabricados no exclusivo Fineceramic® dota estes lavatórios de uma fineza e resistência especiais, permitindo que as suas paredes se envolvam numa dança carismática com o ambiente onde se inserem. Disponível em Branco, Branco Mate, Pérola, Ónix, Bege e Café, os seus contornos particulares adaptam-se perfeitamente a configurações de bancada em dois modelos: de forma oval, com 540x375x185 mm, e mais arredondado, com 375x375x175 mm. Beyond, um design que está um passo à frente Pensado para seduzir as pessoas radicalmente não-conformistas, Beyond oferece um design inovador numa proposta destinada aos que gostam de estar um pouco mais à frente. Na versão mais extrema, o lavatório de coluna Beyond é uma robusta estrutura one-piece de design sólido, contornos arredondados e uma prateleira para a torneira. Fabricado na finíssima porcelana Fineceramic®, em Branco, Branco Mate, Bege, Café, Cinzento e Ónix, o seu design carismático é também declinado numa versão mural com semicoluna integrada, bem como modelos de encastrar ou de bancada. No acabamento Branco Mate, as versões de murais e Unik sobre o móvel são fabricadas no composto mineral Surfex®, e possibilitam dar forma a peças personalizadas com várias cubas
Ler mais
21 May 2021
Ministro apresenta Plano para Reativar o Turismo
Siza Vieira anunciou no pacote de medidas o IVAucher, que arranca a 1 de junho. O ministro de Estado, da Economia e Transição Digital, Pedro Siza Vieira, apresenta esta sexta-feira o Plano do Governo para Reativar o Turismo. Para recuperar da crise causada pela pandemia de covid-19, o plano “Reativar o Turismo, Construir o Futuro” prevê uma verba de seis mil milhões de euros. São quatro os pliares fundamentais em que assenta o projeto: apoiar as empresas, fomentar a segurança, gerar negócio e construir o futuro. Para o apoio às empresas, está prevista uma ajuda no processo de capitalização das empresas, no valor de 3 mil milhões de euros. Siza Vieira anunciou neste pacote o IVAucher, que arranca a 1 de junho. Há também o Selo Clean&Safe 2.0 e uma nova campanha de promoção do turismo português, tanto lá fora como cá dentro. “Reativar o Turismo, Construir o Futuro” - conheça o plano na íntegra Certificado covid-19 deverá facilitar as viagens na UE no verão Já há acordo sobre o certificado covid-19 que deverá facilitar as viagens na União Europeia no verão. A presidência portuguesa da União Europeia chegou esta quinta-feira à tarde a um entendimento com o Parlamento Europeu. Em vez de Certificado Verde Digital, o documento vai afinal chamar-se "Certificado Digital Covid da UE". Poderá ser pedido por quem foi vacinado, quem tem um teste negativo à covid-19 ou por quem esteve recentemente doente e desenvolveu anticorpos. O objetivo é o de evitar quarentenas nas deslocações entre os 27. Por insistência dos eurodeputados, os Estados Membros comprometem-se no texto da legislação a evitar aplicar restrições adicionais - como testes ou quarentenas - ao portadores do Certificado Covid. Porém, sendo esta uma competência nacional, em última análise e se considerarem necessário, os países podem fazê-lo. in SIC Notícias
Ler mais
20 May 2021
Vacinação entre os 30 e os 50 anos arranca já em junho
A ARS Algarve é, ao nível nacional, aquela com uma estrutura etária mais jovem, “com a menor percentagem de população vacinada no momento, quer com uma dose, quer com a vacinação completa”. A vacinação para a faixa entre os 30 e os 40 anos vai arrancar a nível nacional já em junho. "Confirmo. Vai ser aberta por etapas faseadas", disse o vice-almirante Gouveia e Melo, em declarações à Renascença. "Em junho, [as pessoas na faixa dos 30-40] já estarão a avançar. Não lhe vou dizer exatamente o dia, mas eles vão começar de forma desfasada." "O que não vai acontecer é: não vou esperar que todos os 50 [pessoas com 50 anos] estejam, para depois fazer todos os 40 e depois fazer todos os 30. Como o volume de vacinas é muito grande e a questão do agendamento é uma questão importante, ter pessoas para agendar em quantidade, há um momento em que as três faixas etárias estão abertas em simultâneo", explicou. A Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve será uma das primeiras a dar passos nesse sentido, revelou a task-force liderada por Gouveia e Melo, num esclarecimento enviado à Renascença. "A nossa estimativa é que na semana de 8 de agosto termos 70% da população toda vacinada, com uma primeira dose. O que é isto significa? Significa que todas as pessoas acima dos 30 anos terão tido oportunidade de ser vacinadas", disse ainda o vice-almirante Gouveia e Melo. A ARS Algarve é, ao nível nacional, aquela com uma estrutura etária mais jovem, “com a menor percentagem de população vacinada no momento, quer com uma dose, quer com a vacinação completa”. “Entendeu-se que se deveria reforçar a vacinação nesta região, de forma a aproximar a taxa de vacinação da ARS Algarve das percentagens das restantes ARS, sem a necessidade de elaborar um processo especifico de identificação de grupos prioritários”, lê-se. Segundo a task force, no Algarve, a vacinação da maioria da população acima dos 60 anos está por “dias”. As restantes faixas da população serão “muito rapidamente cobertas pela vacinação até ao início de julho. Neste momento, já está a começar a vacinação da faixa dos 50 aos 60 anos no Algarve. in Rádio Renascença
Ler mais
04 May 2021
“Há necessidade de capitalizar o próprio turista” com “estímulos para que fique na nossa hotelaria”
Esta é a opinião de Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, demonstrada durante uma mesa redonda que teve lugar hoje, promovida pelo IPDT, a propósito do lançamento da 15ª edição da Revista de Tendências Turismo’21. “Há necessidade de capitalizar o próprio turista” pois, explica a responsável, este continua a ser sensível às questões financeiras e de preço. Ou seja, adianta, têm que existir “estímulos para que este fique na nossa hotelaria”. E dá o exemplo de Malta, um destino cuja procura cresceu bastante muito recentemente como resultado de um apoio governamental em dinheiro, no valor de 200 euros, para cada turista, para compensar o custo que teve com a hotelaria local. Por cá, também a Câmara Municipal de Ourém implementou uma campanha – “10 0001 Noites” – para dinamizar o setor da hotelaria e da restauração, oferecendo uma noite extra e um voucher para refeição na reserva de uma ou mais noites num hotel do concelho. E a dirigente associativa confirma que houve resultados: “em Fátima observaram-se algumas surpresas na hotelaria nestes últimos fins-de-semana”, garante, adiantando que o município “tem sido um parceiro que tem levado a um acordar do turismo interno” para esta região, já que os visitantes nacionais de Fátima normalmente não pernoitavam e registaram-se alguns grupos. O que significa que o turista precisa de estímulos, que podem passar pela oferta do PCR, por uma noite extra oferecida, entre outros, “mas que não pode passar apenas pela hotelaria, que está no limite das suas forças”, recorda Cristina Siza Vieira. “Há a necessidade de um estímulo adicional na concretização da reserva”, sublinha, até porque, lembra, “vamos ter muitos a competir num mercado mais estreito”. “Houve algumas ruturas no modelo de negócio da hotelaria” A representante da AHP falou ainda, durante esta mesa redonda, do facto de na hotelaria, ao contrário do que aconteceu no turismo em geral, ter havido “algumas ruturas no modelo de negócio”. A verdade é que a pandemia de Covid-19 “não trouxe ruturas no nosso modelo de negócio de ver o turismo”, apenas “acelerou tendências”. Mas o mesmo não se passou com os hotéis. Cristina Siza Vieira dá o caso das tarifas não reembolsáveis, que vieram ter um forte impacto na tesouraria das empresas hoteleiras. “Como contar com reservas quando tudo é reembolsável, cancelável ou alterável”, questiona, rematando que estas são “dores de ajuste na hotelaria”. Por outro lado, a nível das infraestruturas hoteleiras, a oradora não tem dúvidas: “temos a excelência” e profissionais excelentes que souberam adaptar-se a estas mutações, muito centrados no cliente. “A hotelaria vai adaptar-se muito bem” a esta nova realidade do pós-Covid, garante. in Ambitur