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Notícias

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16 March 2021

Gerador cria festival virtual para debater o interior de Portugal

Descobre o teu interior” é um festival anual que debate o interior do país e dá visibilidade às comunidades que o compõem. Terá três palcos virtuais, sendo um deles de música portuguesa e outro de cinema, e duração de dois dias. O Gerador - plataforma portuguesa independente de jornalismo, cultura e educação - anuncia a criação do primeiro festival que põe o foco no interior de Portugal. Com a duração de dois dias e transmissão online, o “Descobre o teu interior” realiza-se nos dias 9 e 10 de abril, com 3 palcos, e um reconhecido painel de convidados, para debater o interior do país e dar visibilidade às suas comunidades. O “Descobre o teu interior” não é um festival de uma localidade, é um festival que representa um conjunto de pessoas, de norte a sul do país, das cidades às aldeias, de todas as cores políticas, das serras às planícies. É um festival das comunidades do interior, que pretende juntar o maior número de localidades. E, numa altura em que o interior tem servido de escape a muitos portugueses, é certo que a pandemia trouxe a oportunidade de voltar a falar, debater e discutir o interior, a sua sustentabilidade e as suas vantagens. Neste primeiro ano, o festival conta com painéis dedicados a temas atuais, como “As consequências da pandemia para o interior”; “O interior visto pelas novas gerações”; “O novo turismo interno”; “Resiliência do interior”; “Cultura e educação”; “Desenhar o futuro do interior”; entre outros. Entre os oradores convidados, destaca-se a presença de Isabel Ferreira, Secretária de Estado da Valorização do Interior, que partipará no painel relativo às consequências da pandemia para o interior, e de Luís Araújo, Presidente Turismo de Portugal, que irá tecer as suas considerações no painel dedicado ao novo turismo interno, Margarida Correia Pinto, EDP, que fará parte do painel dedicado à resiliência no interior e de Afonso Cruz, escritor, no painel dedicado à cultura e educação. No painel ‘Desenhar o futuro do interior’, intervém Sara Barriga Brighenti, sub-comissária do Plano Nacional das Artes, e Catarina Valença Gonçalves, Founder e CEO da Spira. Por fim, no painel ‘O interior visto pelas novas gerações’, o Gerador convida Carolina Garfo, artista de Trás-os-Montes; Lara Seixo Rodrigues, fundadora da Mistaker Maker; e Miguel Atalaia, diretor do Festival Bons Sons. Também Joana Mortágua, o coreógrafo Rui Horta e Adolfo Mesquita Nunes estão já confirmados. Este festival exclusivamente online, pretende dinamizar o debate de temas fulcrais para o interior do país de um ponto de vista jovem e moderno. O Gerador possibilita assim a participação de todos e dá a oportunidade ao interior para ficar mais perto das grandes metrópoles, ao estabelecer uma “ponte” entre os temas mais importantes para os municípios do interior e a opinião pública. Para além dos painéis de discussão, o festival vai contar com palcos e pavilhões virtuais dedicados a vários temas, como o palco cinema, o palco de música portuguesa, e ainda um pavilhão da comunidade (dedicado a cada município que deseje participar). O festival “Descobre o Teu Interior” realiza-se nos dias 9 e 10 de abril, e é possível comprar o bilhete com antecedência através deste link. Cada residente da Guarda ou de Mértola, localidades presentes no festival pode, ainda, usufruir de um desconto de 65% no custo do bilhete. Todos os conteúdos vão ficar disponíveis até ao fim do ano para todos os participantes.  

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14 March 2021

Hotelaria vive "momento dramático" e insiste que é urgente isentar da TSU

A Associação da Hotelaria de Portugal insistiu hoje que o setor vive "um momento dramático", com cada vez mais salários em atraso, insistindo ser urgente isentar o setor das contribuições à Segurança Social (TSU) e criar linhas de crédito. Já há vários hotéis que têm salários em atraso porque não têm dinheiro para pagar a TSU", a Taxa Social Única (TSU) mensalmente descontada para a Segurança Social, afirmou a vice-presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), Cristina Siza Vieira, em declarações à Lusa. Como existe a obrigação de ter os impostos em dia, para receber apoio, nomeadamente para salários de trabalhadores em regime de 'lay-off', Cristina Siza Vieira relata haver cada vez mais empresas a perder capacidade financeira para pagar a TSU e lembra que, não sendo paga esta taxa, a Segurança Social não paga ordenados e, no mês seguinte, retira o apoio. A AHP diz que a situação é dramática e lembra que o problema da TSU só se colocou a partir do momento em que a hotelaria não foi encerrada por decreto do Governo, como outros setores, e que motivou a apresentação ao executivo de um plano 'SOS Hotelaria', com apoios financeiro e fiscal como a isenção da TSU durante um ano, para os trabalhadores em 'lay-off' de empresas com quebras de faturação de 75%, e a dedução do IVA nas despesas com turismo e lazer em 2021/22, no IRS liquidado nos anos seguintes. "Há uma maior sensibilização [do Governo] para a questão da TSU, como sendo um custo insuportável para as empresas", admitiu Cristina Siza Vieira à Lusa, apesar de não ter "ainda recebido resposta" do executivo quanto ao plano apresentado e avisando que, quando chegar a retoma económica, findo o problema gerado pela pandemia da covid-19, "o turismo não estará cá" se não for agora apoiado com medidas como as sugeridas pela associação. No ano passado, 96% dos associados da AHP aderiram ao 'lay off' simplificado, 75% ao apoio à retoma progressiva e 31% à linha de apoio à covid-19, segundo um inquérito da associação aos empreendimentos turísticos associados e aderentes. Um outro inquérito da associação sobre balanço 2020 e perspetivas, realizado entre 04 e 28 de fevereiro e divulgado este mês, conclui que apenas 23% dos inquiridos tem reservas registadas para julho, 24% para agosto e 25% para setembro. Quanto a perspetivas, Cristina Siza Vieira destaca que o inquérito revelou que mais de 30% dos hotéis não sabe se vai abrir este ano e a 40% dos inquiridos espera só conseguir regressar aos níveis de 2019 dentro de dois anos, a partir de 2023. "São três anos perdidos para a hotelaria [...] e há muitas dúvidas no horizonte", afirmou a representante da AHP, lembrando ainda que, sem transporte aéreo, não há retoma de turismo em Portugal, e lamentando que o país continue com os aviões em terra, uma medida de combate à pandemia. A pandemia provocada pela doença covid-19 provocou quase 2,6 milhões de mortos em todo o mundo, dos quais 16.565 em Portugal segundo o último boletim da Direção-Geral da Saúde. A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado em dezembro de 2019, em Wuhan, cidade do centro da China. Dinheiro Vivo/Lusa

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11 March 2021

ETC | Handbook on Tourism Forecasting Methodologies

Summary The knock-on effects of the COVID-19 pandemic have been unprecedented in scale and duration. In 2020 global international travel fell by 74% over the previous year, while the decline in Europe was of 70%. Europe’s path to recovery will be gradual with pre-pandemic levels only reached fully by 2023. This recovery will require a strong adaptation and fast responses from the tourism sector and a stronger commitment among society, businesses and institutions at a local, regional and international level. The primary goal of forecasting is to predict the future which may seem an easy task when events are regular and follow simple patterns. However, in the travel and tourism sector, travel demand can be a difficult variable to predict provided the number of external factors that are involved (e.g. economic conditions, natural disasters, terror attacks, fuel prices, geopolitical environment, etc.). An accurate prediction of tourist arrivals, overnights, expenditure, and other tourism indicators, remains essential for a number of reasons, such as effective business decisions, year over year planning, consumer satisfaction or for monitoring and benchmarking purposes. Accurately predicting tourism demand within a destination can also provide indications for implementing targeted marketing and promotional campaigns, managing tourist flows or addressing sustainability matters. These efforts can ultimately result in better decision-making, improved productivity and increased tourism satisfaction for both travellers and locals. Consulte o documento aqui.

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10 March 2021

AHP defende isenção de TSU e criação de linhas de crédito específicas para salvar hotéis

A AHP pede a isenção da TSU para todos os trabalhadores em lay-off para empresas com quebras de faturação iguais ou superiores a 75%. A Associação de Hotelaria de Portugal (AHP) criou o Plano ‘SOS Hotelaria’, que agrega um conjunto de medidas urgentes para assegurar a sobrevivência da Hotelaria portuguesa. Segundo comunicado da AHP “o documento já foi enviado ao Governo e inclui a isenção da TSU e a criação de linhas crédito específicas”. Mais especificamente, a AHP pede “a isenção da TSU para todos os trabalhadores em lay-off para empresas com quebras de faturação iguais ou superiores a 75% e a suspensão do pagamento da TSU durante um ano quanto a todos os trabalhadores em efetividade de funções, do quadro atual ou que venham a ser contratados, com início em 1 de julho de 2021″. A par com a isenção da TSU e criação de linhas de crédito, a AHP também pretende que a dedução do IVA nas despesas com turismo/lazer em 2021/22, no IRS liquidado nos anos seguintes”. “A Hotelaria vive um momento dramático, como nunca viveu. A situação está catastrófica. Neste novo confinamento, as fronteiras foram encerradas e a deslocação entre concelhos está proibida, o que impossibilita qualquer atividade. Os hotéis não estão fechados por decreto, mas não têm condições para se manterem abertos”, explicou Raul Martins, presidente da AHP. O representante da AHP lembrou ainda que “já há vários hotéis que têm salários em atraso porque não têm dinheiro para pagar a TSU. E se não conseguem pagar a TSU, a Segurança Social não paga os ordenados e no mês seguinte já não têm apoios, porque existe a obrigação de ter os impostos em dia. É um círculo vicioso porque se as grandes empresas não têm receitas, não têm forma de honrar os seus compromissos”. A AHP pede novos apoios por considerar que “as medidas e programas de apoio até agora apresentados e implementados pelo Governo não têm sido suficientes para amenizar as perdas de 3.6 milhões de euros e de 70% no alojamento bem como o encerramento de cerca de 80% “. in Jornal Económico Online

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