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28 March 2018

Guia Boa Cama Boa Mesa: Dionísio Pestana vence Prémio Carreira, José Avillez é o Chef do Ano

O Cineteatro Capitólio, em Lisboa, recebeu a cerimónia anual de entrega de prémios do Guia Boa Cama Boa Mesa, presidida pelo Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, e por Francisco Pinto Balsemão, chairman do Grupo Impresa. O Guia celebra a sua 15ª edição e surgiu este ano com uma novidade: uma nova estrutura de prémios, onde passam a exisitr três categorias - prata, ouro e platina. José Avillez recebeu o galardão de Chef do Ano. O Prémio Carreira foi entegue a Dionísio Pestana. Este prémio é atríbuido por decisão de júri que este ano foi constituído por Francisco Pinto Balsemão (presidente), André Jordan, Cristina Siza Vieira, Fortunato da Câmara e Paulo Brilhante. É a primeira vez que o Guia Boa Cama Boa Mesa atribui este galardão na vertente Boa Cama. Recorde-se que o Prémio Carreira do Guia Boa Cama Boa Mesa distinguiu Evaristo Cardoso, proprietário do restaurante Solar dos Presuntos, em 2017, e o chefe Vítor Sobral, em 2016. A AHP dá os parabéns aos seus associados que venceram nas três categorias: Chave de Platina Ritz Four Seasons Hotel Lisboa (Lisboa) Six Senses Douro Valley (Lamego) Vila Vita Parc (Lagoa) Chave de Ouro Anantara Vilamoura Algarve Resort (Loulé) Areias do Seixo Charm Hotel (Torres Vedras) H2otel Congress & Medical Spa (Covilhã) Penha Longa Resort (Sintra) São Lourenço do Barrocal (Monsaraz) Vidago Palace Hotel (Chaves) Chave de Prata Luz Charming Houses (Ourém) Martinhal Beach & Resort Hotel (Vila do Bispo) Memmo Príncipe Real (Lisboa) Pestana Vintage Porto (Porto) Pousada de Lisboa (Lisboa) Sapientia Boutique Hotel (Coimbra) Savoy Saccharum Resort & Spa (Calheta) Sublime Comporta (Grândola) Terra Nostra Garden Hotel (Povoação) Torre de Palma Wine Hotel (Monforte) Garfo de Platina Feitoria (Lisboa) Garfo de Ouro Fortaleza do Guincho (Cascais) G Pousada Restaurante (Bragança) Il Gallo D’Oro (Funchal) Ocean (Lagoa) Restaurante L’AND (Montemor-o-Novo) Garfo de Prata LAB by Sergi Arola (Sintra) Veja a lista completa dos vencedores Boa Cama Boa Mesa aqui.

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27 March 2018

Portugueses esgotam Albufeira e Vilamoura na Páscoa

Hotéis estão mais cheios nesta Páscoa e muito por culpa dos portugueses.    No Algarve e no Porto, 80% das camas estão reservadas; em Lisboa espera-se "grande ocupação"   Albufeira, Vilamoura e o Sotavento já têm lotação esgotada para a Páscoa Mas a ocupação dos hotéis algarvios, no global, deverá rondar "apenas" os 80%, um pouco acima dos números do ano passado, mesmo sem ajuda do sol e do calendário. A casa mais cheia fica a dever-se aos portugueses que, lembra ElidéricoViegas, reataram a tradição e voltaram a rumar a sul.     No Porto e Lisboa são os estrangeiros que enchem os hotéis.     "Não é o Algarve de agosto, mas temos alguns hotéis com 100% de ocupação", diz o presidente da Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, que aponta o dedo ao calendário que trouxe a Páscoa mais cedo e temperaturas que desencorajam os turistas.     Para já, os hotéis Minor do Algarve estão com ocupações previstas de 60% a 70%, mas os próximos dias ainda são de forte agitação. "É durante estes últimos quatro dias que recebemos um volume considerável de reservas.     Contamos fechar com ocupações de 80% a 90%", antecipa João Jesus, diretor de vendas do grupo, que comprou os hotéis Tivoli e, no Algarve, conta com seis unidades hoteleiras. As perspetivas para a Páscoa são mais animadoras do que no ano passado, por isso o grupo tailandês antecipou a reabertura do Tivoli Lagos, que estava encerrado para obras de remodelação desde novembro de 2017 e que abriu portas neste sábado.     A falta do sol não tem de ser um travão às miniférias, diz Desidério Silva, presidente da Região de Turismo do Algarve, que realça a crescente procura por novas atividades que ajudam a dinamizar a região. "O Algarve apostou fortemente numa maior diversidade como alternativa ao sol e à praia."     Os novos produtos, realça por sua vez Dora Coelho, diretora executiva da Associação de Turismo do Algarve, fazem diferença na captação de novos públicos, "como os EUA, o Brasil, a Escandinávia ou a França", que estão a chegar com mais força e são fundamentais para "criar alternativas face ao nosso mercado principal, que continua a ser o Reino Unido".     Na Páscoa, o Algarve espera atrair, além de portugueses, mais franceses, alemães e holandeses.     Os espanhóis é que, diz Elidérico Viegas, continuam a marcar passo por causa das portagens da Via do Infante.     A diversidade de nacionalidades sente-se por todo o país, destaca o Grupo Vila Galé, com21 hotéis em Portugal. "Portugueses, espanhóis, alemães e britânicos são os principais clientes, todos com crescimentos no número de noites reservadas em relação ao mesmo período de 2017."     Para as miniférias da Páscoa, o grupo prevê que a taxa de ocupação supere os 80%, com mais camas ocupadas a Norte. "Ainda temos alguns quartos disponíveis, mas há já unidades praticamente esgotadas como o Vila Galé Collection Douro, Vila Galé Porto, Vila Galé Porto Ribeira, Vila Galé Évora ou Vila Galé Clube de Campo (Beja).     As taxas confirmam a expectativa da entidade do Turismo do Porto e Norte de Portugal, que coloca a taxa de ocupação da Páscoa acima dos 80% nos 86 concelhos da região. Em 25 municípios, no entanto, as camas esgotaram. Falamos de Bragança, Arcos de Valdevez, Baião, Melgaço, Ponte de Lima, Viana do Castelo e Vimioso.     Na área de Lisboa, a Associação de Turismo espera uma subida da ocupação de 2% a 3%. Vítor Costa, diretor-geral, lembra que "é um período de grande ocupação", sobretudo por turistas espanhóis.     O Iberostar Lisboa, junto ao Marquês de Pombal, confirma: a taxa de ocupação ronda os 85% e os espanhóis representam 30% da ocupação estrangeira, diz Inmaculada Munoz, diretora do hotel.     Raul Martins, administrador do Altis e presidente da Associação da Hotelaria de Portugal, admite que a perspetiva é otimista para o geral do país e que no inquérito realizado pela associação 35% dos hote- " leiros esperam casa mais cheira, e 80% uma manutenção ou melhoria das receitas. "Apenas o Alentejo e os Açores não seguem a tendência de crescimento." No Grupo Altis, a boa expectativa mantém-se "com a melhoria da ocupação a destacar-se em Lisboa e na Madeira". Os turistas nacionais serão os principais clientes.     Na Riviera portuguesa, o Sheraton Cascais tem o fim de semana lotado, repetindo os bons números do ano passado. Com uma diferença: "Neste ano, o preço médio está 15% acima. A Páscoa vem consolidar o bom arranque do ano no Sheraton Cascais Resort. O primeiro trimestre de 2018, mesmo excluindo o efeito Páscoa, está muito acima do homólogo e está em contraciclo ao registado na região. Ou seja, a taxa média de ocupação da região situa-se nos 25%, enquanto nós atingimos os 50%."     A procura por alojamentos no Airbnb não difere. Lisboa, Porto e Algarve são os mais procurados.     A plataforma espera 92 mil hóspedes em Portugal, o 11.° país com maior procura neste período. Mas também há portugueses, cerca de 18 mil, a usar o Airbnb para ir para fora. E para onde vão os portugueses? Paris, Londres e Ponta Delgada são as primeiras escolhas, seguidas de Barcelona, Amesterdão ou Funchal. Mais longe, "a seleção recai sobre a ilha do Sal ou Marraquexe.     A TER EM CONTA     Qual o melhor dia para viajar?     > Sexta-Feira Santa é o melhor dia para viajar, mostra a Airhelp. A empresa que ajuda a reclamar uma compensação por atraso ou cancelamento de voos analisou a Páscoa de 2017 para concluir que 91% dos voos feitos naquele dia chegaram ao destino dentro do horário previsto. Por outro lado, a quarta-feira antes da Páscoa foi o dia mais propício a perturbações: 25% dos voos chegam ao destino com atraso. Para os que vão apanhar o avião, o pior horário para viajar é o princípio da tarde. 25% dos voos entre as 12.00 e as 15.59 aterram fora de horas.   in Diário de Notícias, por Ana Margarida Pinheiro

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23 March 2018

Opinião | A Nova Legislação de Proteção de Dados

Daqui a menos de 3 meses (25 de maio de 2018) ex aequo em todos os países da União Europeia, em todas as entidades públicas e privadas, incluindo entidades subcontratadas, será aplicado o novo Regulamento de Proteção de Dados (RGPD). Em todas as entidades?! Sim, em todas as que procedam ao tratamento de dados pessoais de cidadãos europeus, independentemente da sua localização. Ou seja, basicamente quaisquer entidades que procedam à venda de produtos e à prestação de serviços (ainda que de forma gratuita) ou efetuem profiling, na UE, estão sujeitas ao novo Regulamento. O que muda, portanto, é para todos. Os hotéis são apenas uma “pequena” fatia das empresas que vão ter de se adaptar. Uma “pequena/grande” fatia! Todos os hotéis processam e armazenam informação pessoal e financeira, necessária à prestação do serviço, mas também informação para personalizar a experiência do Cliente, criar programas de fidelização e ofertas dirigidas, a que se associa a diversidade de acessos para reservas via internet e online, transferência de dados para entidades terceiras e, ainda, a informação dos colaboradores internos. Ora, vários estudos publicados recentemente identificam o setor como um dos mais vulneráveis a incidentes de segurança e tentativas de roubo de dados dos Clientes por hackers. É, por isso, ainda mais oportuno revisitar a necessidade de as empresas hoteleiras assegurarem a conformidade com o novo Regulamento. O Regulamento Em traços muito gerais, este regulamento vem substituir a Lei de Proteção de Dados (LPD) em vigor desde 1998 e que teve como principais linhas orientadoras harmonizar a legislação de Proteção de Dados na União Europeia, tornar o regime jurídico mais claro para as organizações e para os titulares dos dados e adaptar as regras de privacidade à nova era digital. Grande parte das novas obrigações não são tão novas assim, visto que já estavam contempladas na atual LPD, mas há alterações significativas, das quais apenas enunciamos abaixo algumas, e que devem merecer especial atenção dos nossos Associados. Uma delas: a maioria das atividades dos hotéis obriga ao consentimento do titular dos dados. O consentimento deve ser expresso de forma livre, apresentado numa linguagem clara e simples e identificar o propósito do tratamento, isto significa que o consentimento tem de ser dado de forma positiva e para cada finalidade de tratamento. Note-se que o titular pode, a qualquer momento, retirar o consentimento. E os direitos dos titulares dos dados são reforçados, concretamente, aceder aos seus dados pessoais, solicitar retificação, eliminação e/ou transferência dos dados para outras empresas (portabilidade, etc.). Vários outros princípios têm impacto direto nas organizações: A proteção dos dados desde a concepção e por defeito obriga as organizações a aplicar as medidas técnicas e organizativas adequadas, garantindo que os dados são tratados para cada fim específico e que são recolhidos apenas os dados necessários ao tratamento. No caso de violação de dados pessoais, é obrigatório ter processos implementados que permitam informar a autoridade de controlo num prazo de 72 horas, bem como no caso de elevado risco para o titular, comunicar-lhe essa violação sem demora. Sempre que a especificidade do tratamento implicar um elevado risco (e, por exemplo, uma nova aplicação ou website ou tratamentos massivos é de elevado risco) as organizações devem proceder, antes de iniciar o tratamento, a uma avaliação do impacto sobre proteção de dados (PIA). De destacar ainda a função de Encarregado de Proteção de Dados, que, quando obrigatória ou recomendada, pode ser exercida por um recurso interno ou em regime de outsourcing, cujas funções e responsabilidades são vastas e muito exigentes. Finalmente o conceito de responsabilidade (accountability) implica que a organização comprove que são cumpridos todos os princípios relativos ao tratamento de dados pessoais. Impacto na Hotelaria Para estarem preparadas para a entrada em vigor do regulamento, todas as empresas devem desenvolver, ou melhor, já deviam ter encetado, auditorias às políticas, processos, sistemas e aplicações informáticas no sentido de, no mais curto prazo, atingirem a conformidade com o regulamento e, assim, evitarem a aplicação de coimas e riscos reputacionais. A proteção de dados tem de ser claramente assumida pelo setor. A AHP tem vindo a enfatizar todo o esforço de recursos humanos e financeiros para desenvolver o trabalho de adoção do RGPD junto dos hotéis. Todavia, importa referir que, sendo esta uma necessidade, tem também aspetos positivos quando implementado, de que destacamos: o aumento da confiança dos Clientes e a sensibilização dos colaboradores, especialmente de frontoffice, que poderá evitar a ocorrência de situações desagradáveis e reclamações.  Para apoiar os seus Associados, a AHP, em parceria com a PKF e a ProtectData, especialistas em proteção de dados, criou um gabinete específico que poderá ser utilizado pelos hotéis associados que pretendam apoio externo para o diagnóstico da situação atual e implementação das medidas necessárias à obtenção da referida conformidade. Uma mensagem final: na matéria somos todos interessados, quer enquanto titulares de dados, quer enquanto responsáveis em empresas ou entidades obrigadas ao cumprimento do regulamento. *Opinião de Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal.   in Publituris

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20 March 2018

Lisboa sobe cinco posições e já é a 38.ª cidade com melhor qualidade de vida

A capital portuguesa subiu cinco posição no ranking das cidades com melhor qualidade de vida em todo o mundo e ficou no 38.º lugar, à frente de cidades como Paris, Londres, Milão, Madrid e Nova Iorque. Viena, capital da Áustria, volta a ocupar o primeiro lugar, o que acontece há nove anos consecutivos, segundo o estudo “Quality of Living 2018”, da consultora internacional Mercer. O ranking faz uma comparação entre 231 cidades em todo o mundo, analisando um total de 39 critérios, agrupados por 10 categorias, relativos a temas tão diversos como o ambiente social e político, ambiente económico, serviços médicos e sanitários, educação, serviços de transportes, entretenimento, habitação ou factores naturais, como o clima. No caso de Lisboa, a Mercer explica a subida de cinco posições no ranking pela melhoria “na classificação da categoria associada ao crime na cidade, que melhorou face ao ano anterior”, lê-se na informação enviada pela consultora à imprensa. “Com esta subida, a capital portuguesa conseguiu ultrapassar cidades como Paris (39.º lugar), Londres (41.º lugar), Milão (42.º lugar) e Barcelona (43º. Lugar) e manter-se acima de cidades como Madrid (49.º lugar) e Nova Iorque (45.º lugar)”, acrescenta a mesma informação. O ranking mundial é liderado por Viena, seguindo-se Zurique, na Suíça, que ficou com a segunda posição, bem como Auckland, na Nova Zelândia, e Munique, na Alemanha, ambas na terceira posição. Vancouver, no Canadá, fecha o Top5 de cidades com melhor qualidade de vida em todo o mundo. Na Europa, destaque ainda para a descida de três posições da cidade de Estocolmo, capital da Suécia, que ficou na 23.ª posição depois do atentado terrorista sofrido, enquanto Oslo, na Noruega, subiu seis posições, fixando-se no 25.º lugar. Já na América do Norte, Vancouver foi a cidade melhor posicionada, surgindo no quinto lugar do ranking mundial, enquanto na América do Sul o destaque para Montevideu, no Uruguai, que ficou na 77.ª posição do ranking. No Médio Oriente, a cidade melhor classificada foi o Dubai, em 74.º lugar, enquanto Port Louis, nas Maurícias, é a cidade africana que mais acima surge, tendo sido classificada na 83.ª posição. Na Ásia-Pacifico, por sua vez, Singapura continua a ser a cidade com melhor classificação, ocupando o 25.º lugar, enquanto a Nova Zelândia e a Austrália continuam a estar no topo do ranking de qualidade de vida com Auckland (terceiro lugar), Sydney (10.º lugar), Wellington (15.º lugar) e Melbourne (16.º lugar) a permanecerem no top 20. Em jeito de conclusão, a Mercer refere que “as cidades das economias emergentes, apesar da instabilidade económica e política, estão a conseguir aproximar-se das cidades com melhores classificações, através do elevado investimento em infraestruturas, espaços de entretenimento e habitação. Desta forma, estas cidades procuram reforçar o seu posicionamento para atrair talento e captar projectos de investimento de empresas multinacionais”. O estudo “Quality of Living” é realizado anualmente pela consultora internacional para que empresas multinacionais e outras organizações sejam competitivas na compensação dos seus colaboradores de uma forma justa sempre que os destacam para o estrangeiro em trabalho. in Publituris

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