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Notícias

16 April 2018

Últimos dias para se inscrever nos “Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira"

O prazo de inscrição termina no próximo dia 25 de abril A entrega dos prémios celebrar-se-á dia 7 de junho no Roca Madrid Gallery Inscrições AQUI Restam já poucas semanas para se inscrever nos Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira que deram o pontapé de saída no Roca Madrid Gallery, no passado mês de fevereiro. A décima segunda edição destes prémios apresenta novas categorias e confirma a sua internacionalização com Portugal, China e Rússia como países convidados.   Os prémios têm o objetivo de homenagear hotéis e profissionais que tenham conseguido os melhores padrões de qualidade em áreas como a arquitetura, gastronomia, serviços e promoção turística. Para isso, contam com um júri de exceção, composto por profissionais do setor hoteleiro, turismo, arquitetura e design: Enrique Curt – Presidente Fundador de Curt Ediciones; Miguel Ángel Almodóvar – Crítico gastronómico; Álvaro Carrillo de Albornoz – Diretor geral do Instituto Tecnológico Hoteleiro; Laura Curt – Diretora XII Convocatória Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira; José Ángel Preciados – Diretor geral do Ilunion Hotels; Sr. Vicente Romero – Presidente de CIDH, Circulo Internacional de Diretores de Hotel; Xavier Torras – Brand & Communication Diretor da Roca; Fernando Tomás Ginés – Diretor de Comunicação e Promoção de Viagens El Corte Inglês; Joaquín Torres – Arquiteto e sócio fundador do estúdio de arquitetura e urbanismo “A-Cero. Joaquín Torres & Rafael Llamazares”; Aurelio Morales – Chef do restaurante Cebo del Hotel Urban.     O prazo máximo de receção da informação requerida é o próximo dia 25 de abril de 2018. Os hotéis que ainda não se inscreveram podem fazê-lo em: www.premiosrocahotel.com . A cerimónia de entrega de prémios terá lugar, dia 7 de junho de 2018, no Roca Madrid Gallery, onde estarão presentes os prémios e pessoas destacadas do setor de turismo.   Categorias dos Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira: Arquitetura do Hotel Hotel de Férias de Praia Hotel de Férias na Montanha Gastronomía do Hotel: Restaurante de hotel Serviço de coctel /bar Hotel de Congressos e Convenções Hotel de Saúde Hotel Urbano Hotel Sustentável –Fundação We Are Water Hotel Singular Cadeia de Hóteis Prémios aos países convidados: Melhor Hotel na China – Reconhecimento ao Impulsionamento Hoteleiro Prémio à Inovação Hoteleira na Rússia Prémio à Inovação Hoteleira em Portugal Ainda existem Prémios Especiais a proposta de jurado sem inscrição: Categoria Especial Grande Prémio do Jurado Premio de Honra ao Reconhecimento da Personalidade Hoteleira e de Turismo Os Prémios Roca à Iniciativa Hoteleira estão organizados pela revista Gran Hotel Turismo e a revista Equipamento Hoteleiro, do grupo editorial Curt Ediciones, patrocinados pela Roca. Contam também com a colaboração de Orac Decor, Rational, Tattoo Contract e Viajes El Corte Inglés.

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09 April 2018

Número de hotéis em Lisboa quase duplica em 10 anos

O maior aumento de unidades hoteleiras aconteceu entre 2014 e 2015, com 23 novos hotéis a abrirem na cidade.     O número de hotéis de três, quatro e cinco estrelas na cidade de Lisboa quase duplicou no espaço de 10 anos, segundo dados disponibilizados à agência Lusa pela Associação Turismo de Lisboa (ATL).     De acordo com os dados, a capital lisboeta contava com 105 unidades hoteleiras desta tipologia em 2008, sendo que em 2017 passou a ter 204 hotéis , um crescimento que na ótica do diretor-geral da ATL, Vítor Costa, trouxe ao país “alguma riqueza” e impediu que Portugal continuasse “a empobrecer”. O maior aumento de unidades hoteleiras aconteceu entre 2014 e 2015, com 23 novos hotéis a abrirem na cidade, o que representa um acompanhamento do crescimento da procura, disse Vítor Costa, em declarações à Lusa.     Que casa consegue arrendar por 500 euros?   “Há aqui uma evolução que nos torna um destino turístico hoje com um peso muito diferente daquele que tínhamos inicialmente, com impactos positivos a nível económico, a nível do peso para a economia regional, das exportações, do emprego ”, notou o diretor-geral da ATL.     Eu penso que se tirarmos o turismo os transportes públicos não ficam melhores, o problema da habitação não fica resolvido, os bairros históricos irão degradar-se como estavam no processo anterior e ficamos todos mais pobres.   Vítor Costa   Diretor-geral da Associação Turismo de Lisboa (ATL)     De acordo com a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), está prevista a abertura de 61 hotéis em Portugal este ano, 25 dos quais em Lisboa . A região de Lisboa vai receber 29 novas unidades hoteleiras, sendo que apenas quatro não estarão dentro da cidade.     Questionado sobre se poderia haver uma sobrelotação de hotéis na cidade, Vítor Costa defendeu que não concorda, apesar de destacar que “ há necessidade de este crescimento ser gerido para que seja sustentável ”. “Eu penso que se tirarmos o turismo os transportes públicos não ficam melhores, o problema da habitação não fica resolvido, os bairros históricos irão degradar-se como estavam no processo anterior e ficamos todos mais pobres”.  Hotelaria bate recorde com um milhão de hóspedes em janeiro    “Ninguém consegue responder se há turismo a mais, se há turismo a menos. Se eu for para a fila do Mosteiro dos Jerónimos na hora de ponta digo que há turismo a mais porque tenho muita gente à minha frente para entrar”, vincou, acrescentando que “ o mais importante não é discutir se há a mais ou a menos, mas como é que podemos gerir e continuarmos a desenvolver o turismo positivamente ”.     Ainda assim, Vítor Costa advogou que é importante melhorar a “acessibilidade e a mobilidade” na cidade, nomeadamente em relação às infraestruturas aeroportuárias e à melhoria do serviço do Metro de Lisboa e da Carris.     Relativamente ao preço médio por quarto nos hotéis de três, quatro e cinco estrelas, os dados do Turismo de Portugal dão conta que em 2017 a estadia num quarto de hotel em Lisboa custava em média 103 euros, o valor mais alto em 10 anos.     Dependência do turismo pode limitar crescimento   Também a procura tem aumentado, com a taxa de ocupação por quarto a rondar os 81%, significando a maior taxa de ocupação registada entre 2008 e 2017.

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04 April 2018

GRESILVA® na HOSTELCO - Barcelona

A GRESILVA®, parceiro da AHP na área de Equipamentos, vai participar em mais uma feira, desta feita, em Barcelona, HOSTELCO de 16 a 19 de Abril. Para Gresilva, Espanha continua a ser um mercado com grande potencial para os seus grelhadores e, prova disso são os resultados do trabalho desenvolvido. A Hostelco, à semelhança de outras feiras, é uma maneira de mostrar aos potenciais clientes, o que é um Grelhador GRESILVA®, como se confeciona um grelhado saudável e porque, a GRESILVA® continua a ter um conceito inovador de grelhar. Para confecionar e fazer a degustação dos grelhados, este ano a Gresilva vai ter a colaboração dum expert em carne e grelhados, o Chef asturiano, Cuco Alvarez. Cuco Alvarez é um especialista em genética e raças bovinas, prefere vacas de leite, porque a carne tem a gordura necessária, exigida para um bom grelhado. A sua formação especializada na América Central, permite-lhe ter a visão ideal para a perfeita seleção dos melhores cortes, que ele mesmo faz questão de grelhar, num Grelhador GRESILVA®, claro! Caso tenha interesse em visitar a feira, solicite o seu convite gratuito para: export@gresilva.pt. Visite a Gresilva no stand Hall 8.1 D417.

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29 March 2018

Hotelaria tem necessidade de mão de obra operacional

A hotelaria nacional teve em 2017 o melhor ano de sempre. A taxa de ocupação dos hotéis cresceu cerca de 4%, o preço médio por quarto vendido na ordem dos 10% e o RevPar (preço médio por quarto disponível), indicador que mede a rentabilidade, cerca de 15% - revela à "Vida Económica" Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP – Associação Hotelaria de Portugal. No entanto, existe um problema de fundo: "A hotelaria precisa de colaboradores para funções mais operacionais, como empregados de andares, de copa, receção", uma "mão de obra efetiva que não é exclusivamente formada nas escolas de hotelaria".     Vida Económica – os principais vetores da atividade que motivaram o excelente resultado obtido em 2017?     Cristina Siza Vieira - Segundo o AHP Tourism Monitors, ferramenta que recolhe e trata dados relativos à operação hoteleira, por destinos turísticos e categorias, a hotelaria nacional teve em 2017 o melhor ano de sempre, desde que fazemos a monitorização (2004). Fechámos o ano 2017 com todos os indicadores em alta, com destaque para os três principais indicadores: a taxa de ocupação dos hotéis cresceu cerca de 4%, o preço médio por quarto vendido na ordem dos 10% e o RevPar (preço médio por quarto disponível), indicador que mede a rentabilidade, cerca de 15%.     VE - Podemos considerar que este aumento de oferta é sustentável e garantido pela procura prevista?     CSV - O perfil e o aumento da procura são sinais de que há capacidade para crescer. O que os dados demonstram é que nestes 10 anos houve um crescimento médio anual da oferta na ordem dos 7%, mas também a taxa de ocupação medida pelas noites vendidas cresceu 6%.     Do ponto de vista do investimento, há sinais muito interessantes no crescimento da indústria e quem investe encontra espaço para isso. É aqui que nós insistimos na necessidade de monitorizar e acompanhar oferta e procura.     VE - Está concretamente a referir-se à área do alojamento local?     CSV - A área do alojamento local, como sabemos, é muito ampla, tem desde situações mais individuais a tradicionais, mas hoje está cada vez mais a transformar-se numa atividade empresarial. Há operadores importantes neste meio, como os "hostels" que são 508 de quase 55 mil registos no final de 2017, uma fatia ainda muito pequena, mas já com algum peso para oferta de cama "para- -hoteleira", digamos assim. É importante monitorizar esta oferta e a procura, pois ela está no mesmo mercado, o mercado de alojamento de turistas.     VE – Contudo, neste cimento previsto da procura, quais os obstáculos a vencer?     CSV - Claro que há condicionantes a este crescimento, uma delas é como os turistas cá chegam. As restrições que o presidente da AHP tem apresentado são uma questão importante, como o facto de a porta de acesso (aeroporto) estar congestionada. Na expetativa da AHP, 2018 não é um ano de abrandamento mas a partir daí já vai haver maior comedimento no investimento em hotelaria. O país é muito grande em termos turísticos e as 61 novas unidades mais as 23 em remodelação não são excessivas face a uma procura a crescer mais do que esta oferta.     Mercado inglês representa 40% da quota de mercado no Algarve     VE - Em temos de mercados emissores, como o Reino Unido, a Alemanha e a França, o que é necessário fazer junto destes mercados?     CSV - O mercado inglês teve um abrandamento e está sob observação prudente. Não é só a questão do "Brexit", foi também a falência do Grupo Monarch no ano passado, que distribuía muito mercado inglês. O "Brexit" porque tem este efeito concreto, que é a desvalorização da libra face ao euro, enquanto o mercado do Algarve está a posicionar- -se, e bem, mais em preço.     Há também um outro fenómeno que merece ser observado: alguns destinos que sofreram muito nos últimos anos, como a Tunísia, Turquia, Egipto a Grécia, estão a surgir de novo no mapa dos destinos turísticos com importância e não podemos esquecer que há operadores com ativos importantes nestes mercados para onde canalizam primeiro a procura e que competem em preço e em deslocações. Portanto, o mercado inglês, que representa 40% da quota de mercado no Algarve, é um mercado muito importante.     VE - Onde se situam outros mercados emissores, como Brasil, EUA e China?     CSV - O Brasil é também um mercado em crescimento no nosso país, e muito interessante no que respeita ao consumo. O mercado chinês e o norte-americano dependem sobretudo das parcerias com a TAP para esta ligação ponto a ponto. A oferta hoteleira tem capacidade de responder às necessidades e desafios através da formação.     VE - Este crescimento da indústria hoteleira tem encontrado dificuldades em termos de recursos humanos?     CSV - Temos muito bons profissionais, apesar de poucos. Há resposta por parte das escolas de hotelaria e da formação superior em hotelaria e turismo.     O ponto mais crítico não é esse, pois estamos muito bem a nível de diretores de hotéis, operações, food & beverage, marketing digital. O outro ponto é que a hotelaria precisa de colaboradores para funções mais operacionais, como empregados de andares, de copa, receção, portanto há toda essa necessidade de mão de obra efetiva e que não é exclusivamente formada nas escolas de hotelaria. A nossa expectativa está nas escolas técnico-profissionais, com cursos de turismo, de modo a que seja possível formar aí mais pessoas com este perfil e depois damos nós formação "in house", onde preparamos os profissionais para responder aos requisitos de uma atividade como a hotelaria. É de facto uma questão de preparação, que é comum a todas as áreas, como a indústria têxtil, calçado, construção civil.     Este nosso "inverno demográfico", como dizem os demógrafos, constitui um problema para todas as atividades económicas do nosso país. Sente-se talvez mais no turismo, pois está com maior crescimento. Temos aqui uma necessidade específica e abundante. Das escolas de hotelaria e turismo do país saem profissionais que são imediatamente absorvidos, dado que a taxa de empregabilidade é de 100%, mas falta a mão de obra operacional de hotelaria.     VE – Apesar dos bons tados de que temos vindo a falar na indústria hoteleira, é preciso aumentar o tempo de estada que ainda apresenta um valor crítico?     CSV - São coisas distintas. A questão do prolongamento da estada (dizemos que um dia a mais no hotel é um dia a mais de investimento no país) não é uma questão que possa por si só, ser resolvida pelos hoteleiros. Temos dito que passa por encontrar pretextos para prolongar a visita, por um lado, e a oferta cultural tem aqui um papel fundamental, e, por outro lado, ancorar outros destinos e visitas nos destinos mais fortes, fazendo destes o "ponto de distribuição". Este é um trabalho articulado entre o Turismo de Portugal, os operadores e as agências regionais.  Já o projeto Click2Portugal é um projeto muito importante de capacitação dos hotéis para o digital e que serve igualmente como agregador da oferta.   in Vida Económica

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