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20 March 2017

Não são só mais pessoas, hotéis com melhores registos desde 2007

Hotéis portugueses mais cheios no ano passado. Associação da Hotelaria encontrou o melhor registo desde o melhor ano: 2007  Os registos obtidos pela hotelaria em 2016, seja pelo preço médio ou taxa de ocupação, foram os melhores desde que a AHP faz a monitorização mensal de dados. “Em 2016, as unidades hoteleiras ultrapassaram os dados históricos de 2007 em todos os indicadores, fazendo do ano que passou o melhor da história do hotel monitor.” No ano passado, altura em que o Turismo português moveu 19 milhões de pessoas, a taxa de ocupação média por quarto foi de 68%, mostra a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). Isto representa uma subida de 3 pontos percentuais face a 2015 e ultrapassando pela primeira vez os tais resultados históricos e tomados como “a referência para a hotelaria” de nove anos. Os resultados, apresentados esta quinta-feira na Bolsa de Turismo de Lisboa, assumem maior expressão depois de, no ano passado, terem aberto 75 novos estabelecimentos hoteleiros, o que resultou em novos 6620 quartos para preencher. A isto juntou-se o crescimento do alojamento local, realidade que o AHP Monitor não contabiliza. Face a 2007, a AHP regista uma subida da oferta de 77%, destacou esta quinta-feira Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP. No registo ainda de 2016, a Madeira foi a região do País com melhor taxa de ocupação, um total de 82%. Seguiu-se Lisboa com 77% e Porto com 73%. Açores, Madeira e Oeste também tiveram os hotéis mais cheios. “Estamos a optimizar a oferta existente”, salientou também Cristina Siza Vieira, destacando uma recuperação do setor para que a oferta e a procura estejam mais ajustadas. “O ano foi positivo em todos os meses do ano”, acrescentou ainda a responsável. Apesar disto, “houve um mês muito interessante em vários destinos que foi novembro, e que não foi apenas para Lisboa, mas também no Porto”, destacou. Ao nível do preço médio por quarto ocupado, o ano de 2016 teve um saldo positivo em todos os destinos, alcançando os 80 euro, “valor nunca antes obtido a nível absoluto, e que se traduz num crescimento de 8% face a 2015. Lisboa acompanhou o crescimento percentual, que catapultou o preço para 93 euros, o valor mais elevado do País. O Porto, por sua vez, teve um registo de 73 euros o segundo maior crescimento homólogo do País – 12%. A recuperação do setor tem-se feito pelo preenchimento dos hotéis. “2009 a 2012 foram de facto anos negros para o setor e só começámos a por a cabeça de fora em 2013”, assumiu Siza Vieira. Não é só o preço por noite: “o gasto médio do turista por hotel tem tendência para crescer, assim haja produto para oferecer”, destaca a AHP, que contabilizou um valor médio de 116 euros.  in Dinheiro Vivo por Ana Margarida Pinheiro

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20 March 2017

Em 2016 as unidades hoteleiras ultrapassaram os números de 2007

No ano de 2016, as unidades hoteleiras em Portugal  ultrapassara os dados referentes ao ano de 2007, que tinha sido até hoje, o melhor ano de sempre do turismo nacional. Os dados da plataforma Hotel Monitor, foram divulgados hoje pela AHP, durante a BTL – Bolsa de Turismo de Lisboa e referem que a Taxa de Ocupação média atingiu os 68% a nível nacional, ultrapassando pela primeira vez o ano de 2007 que tinha registado 67%. Neste indicador, a Madeira lidera a lista, com uma taxa de ocupação de 82%, seguida de Lisboa, com 77%, o Grande Porto, com 73% e, por fim, o Algarve, com 65% na taxa de ocupação anual. Relativamente ao preço médio por quarto ocupado, o ano de 2016 apresentou um saldo positivo, alcançando os 80,2 euros a nível nacional, o que se traduziu num aumento de 7,6% em relação a 2015. Lisboa e Algarve ocupam o topo da lista, com o preço médio a fixar-se nos 93 euros. Seguiu-se Estoril e Sintra, com um preço médio de 85 euros e o Grande Porto, com 73 euros. Por outro lado, em relação ao RevPar, registaram-se aumentos a dois dígitos em todos os destinos portugueses, fixando-se uma média anual nos 55 euros, mais 13% do que em 2015. Em termos de variação, as melhores performances assinalaram-se no Alentejo e Grande Porto, ambos com 17% do crescimento. Finalmente, quanto ao peso das dormidas por nacionalidade, tanto o Reino Unido como a Alemanha registaram um peso de 15% no total de dormidas. A França ocupou o terceiro lugar, com um total de 6% das dormidas, ultrapassando pela primeira vez a Espanha, que ficou ligeiramente abaixo dos 6%. O peso das dormidas de nacionais nos hotéis portugueses desceu de 30% em 2015 para 27% em 2016. in Ambitur

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20 March 2017

Hotéis fecharam 2016 com 68% de taxa de ocupação

Os hotéis em Portugal registaram uma taxa de ocupação por quarto média, em 2016, de 68%, um aumento de três pontos percentuais face ao ano anterior, de acordo com o Hotel Monitor de balanço final de 2016, apresentado esta quinta-feira por Cristina Siza Vieira, presidente-executiva da AHP – Associação da Hotelaria de Portugal. Segundo os dados apresentados no segundo dia da BTL, a Madeira foi o destino com a taxa mais elevada 82%), seguindo-se Lisboa (77%) e Porto (73%). O preço médio por quarto ocupado (ARR) foi de 80 euros a nível nacional, mais 8% que em 2015 e um recorde absoluto. Lisboa e Algarve verificaram o valor mais elevado, de 93 euros, que representou aumentos de 8% e 10% respectivamente. O RevPar nos hotéis portugueses aumentou dois dígitos em todos os destinos, exceptuando Estoril/Sintra, onde o índice cresceu 7%, fixando a média nacional em 55 euros, mais 13% que em 2015.  Lisboa liderou o ranking com 72 euros, seguida do Algarve, com 60 euros, e Estoril/Sintra com 55 euros. O peso das dormidas de nacionais nos hotéis portugueses desceu de 30% em 2015 para 27% em 2016 e as dormidas do estrangeiro chegaram aos 73% (70% em 2015). Em termos de hóspedes, 37% foram nacionais (39% em 2015) e 63% foram estrangeiros (61% no ano anterior). O Reino Unido como a Alemanha registaram um peso de 15% no total de dormidas e França ocupa o terceiro lugar da tabela, com um total de 6% das dormidas, ultrapassando pela primeira vez Espanha, que ficou ligeiramente abaixo dos 6%. No ano em análise, o lazer, recreio e férias foi a principal motivação das dormidas, com 79% e um aumento de 2 p.p. face a 2015. A motivação negócios/profissionais decresceu 3 p.p., registando 11%, e as outras motivações subiram 1 p.p. alcançando os 10%. As agências/operadores turísticos foram o principal canal de distribuição de dormidas nos hotéis nacionais, com um peso de 45% (mais 10 pontos percentuais do que em 2015), seguido do directo, com 20% (menos 3 pontos percentuais). O Hotel Monitor da AHP analisa e indagou apenas unidades hoteleiras, não fazendo parte deste universo qualquer outra categoria de alojamento turístico, como sejam as aparthotéis e pousadas.   in Publituris por Patrícia Afonso

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20 March 2017

Portugal abriu 75 novos hotéis em 2016

Portugal viu abrir 75 novos hotéis em 2016, elevando para 1.238 as unidades a nível nacional. O crescimento de 6,4% na oferta foi revelado esta quinta-feira, 16 de Março, pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). Esta é uma das conclusões de um estudo que revelou terem sido ultrapassados "dados históricos", tendo em conta que 2007 era considerado até agora o melhor ano de sempre para a hotelaria nacional. O sector registou uma taxa de ocupação de 68%, "valor nunca antes obtido", mesmo com um aumento da oferta. Neste indicador, a Madeira é o destino com maior ocupação efectiva (82%) mas é aos Açores que cabe o maior crescimento homólogo (10%). Já o preço médio a nível nacional fixou-se nos 80 euros, uma subida de 8% face a 2015. O preço mais elevado foi praticado em Lisboa e no Algarve, 93 euros. Todavia, é o Alentejo que protagoniza a maior subida: 13%, para os 66 euros, motivado pela abertura de hotéis de cinco estrelas. A subida dos preços permitiu também um retorno maior aos hotéis, com um Revpar (sigla para preço médio por quarto disponível) de 55 euros. Lisboa lidera neste indicador, com cada quarto a permitir um encaixe de 72 euros. "Até o mercado percepcionar o valor do destino, demora o seu tempo", considerou a presidente-executiva da AHP, Cristina Siza Vieira, para falar do desenvolvimento destes indicador. A dirigente falava durante a apresentação do estudo na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL, que decorre até ao próximo domingo. Em 2016, o peso das dormidas de portugueses nos hotéis desceu de 30 para 27%, evidenciando um reforço dos estrangeiros. Se analisados os hóspedes, os nacionais ocupam um peso de 37%. Nos turistas além-fronteiras, confirma-se a tendência com o destaque a ir para Reino Unido, Alemanha e França. O lazer, recreio e férias justificaram 79% das dormidas. Já as dormidas por negócios contraíram ligeiramente para os 11%, perante o reforço de outras motivações. A AHP aproveitou ainda a oportunidade para fazer um balanço do período de Carnaval, onde 66% das unidades inquiridas confirmaram ter tido melhor ocupação. A expectativa para a Páscoa é também de melhorias nesse sentido.   in Jornal de Negócios por Wilson Ledo

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