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Notícias

13 October 2017

Calor nas miniférias volta a encher os hotéis

"No verão, o país tem um escorrega para Sul". A frase de Cristina Siza Vieira, a presidente-executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em pleno agosto, dava conta da lotação esgotada dos hotéis algarvios bem típica da época. O verão, entretanto, já acabou mas as temperaturas altas e os quatro dias que arrancam hoje com o feriado da Implantação da República voltam a dar razões aos hoteleiros para sorrir, especialmente os do Algarve onde, por esta altura, o número de turistas já começa a cair.     A nível nacional, as previsões apontam para casa quase cheia, com uma ocupação em torno dos 75% para a maioria da unidades. Os dados são da AHP com base no "Future Monitor", uma ferramenta que contabiliza reservas e préreservas. "A análise ao período de 5 a 8 deste mês permite concluir que três quartos dos inquiridos esperam uma ocupação superior a 75% nas unidades, sendo que a ocupação se manterá acima desse valor até 10 de outubro".     As maiores ocupações vão registar-se no Algarve e Lisboa. Mas se na capital esta taxa de ocupação só vai até domingo, altura em que muitos regressam ao trabalho, depois de usufruírem de uma ponte, no Algarve os hotéis vão estar com 75% de ocupação até dia 14 de outubro, prolongando o verão.     O inquérito feito a hotéis entre duas e cinco estrelas mostra igualmente que o Porto vai beneficiar desta pausa, mas com menos influência da "ponte" de sexta-feira.     "Na noite de 5 para 6 de outubro, 75% dos hoteleiros prevê que a taxa de ocupação esteja acima dos 50%. Nas restantes noites (6 e 7 de outubro), prevê-se uma taxa de ocupação superior a 75% da capacidade hoteleira", refere a Associação da Hotelaria.     Os bons resultados ajudam a sustentar as previsões do Executivo, que de forma conservadora apontam para 22 milhões de turistas em Portugal este ano, uma subida face aos 21 milhões de pessoas que visitaram Portugal em 2016.   in Jornal de Notícias, por Ana Margarida Pinheiro

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05 October 2017

Márcio Favilla (OMT) e Javier Gandara, (easyJet) confirmados no congresso da AHP

Márcio Favilla, responsável da Organização Mundial do Turismo intervirá no painel “Turismo e a Europa das Regiões” em que participará também Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo, enquanto Javier Gandara, director-geral da easyJet, falará na sessão “A Condição Periférica de Portugal – Desafios do Transporte Aéreo”.     De 15 a 17 de Novembro em Coimbra, vai ter lugar o 29º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo, iniciativa da AHP, subordinado ao lema “Descobriram Portugal. E agora?” Durante dois dias de trabalhos ali serão debatidos e analisados os desafios e oportunidades que o futuro do turismo apresenta para o país, para os empresários e para os profissionais.     O Congresso abre, no dia 16, com o painel “Turismo e a Europa das Regiões”, que terá como Keynote Speaker o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva. As restantes intervenções ficarão a cargo da subsecretária de Estado do Turismo Italiano, Dorina Bianchi; do director executivo para a Competitividade, Relações Externas e Parcerias da Organização Mundial do Turismo, Márcio Favilla, e da secretária de Estado do Turismo de Portugal, Ana Mendes Godinho.     António Trindade, CEO do grupo Porto Bay será o moderador do segundo painel “A Condição Periférica de Portugal – Desafios do Transporte Aéreo”, que conta com o presidente da Comissão Executiva da Ana Aeroportos, Carlos Lacerda, o vice-presidente de Marketing e Comunicação da TAP, Abílio Martins; o director-geral da easyjet, Javier Gandara; e o director-geral da Melair, Francisco Teixeira.     “Como crescer sem perder a identidade?”; “As Pessoas: a aposta de sempre, os reptos do futuro”; “The Future of Hotel Revenue Management: Big Data, Business Intelligence & Analytics para hoteleiros”; e “Novas tendências do alojamento – The Hotel. The Hostel. The House”, são os restantes temas que estarão em debate no congresso.     As inscrições decorrem até 6 de Novembro, mas para beneficiar de condições especiais, os interessados deverão inscrever-se até 15 de Outubro em www.congressoahp.pt . in Turisver, por Fernanda Ramos

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04 October 2017

MONARCH DEIXA BURACO DE 36 MILHÕES NOS HOTÉIS DO ALGARVE

Queda da Monarch deixa dívida de 36 milhões aos hoteleiros do Algarve     Turismo. Operador turístico do grupo Monarch trouxe milhares de ingleses nos meses de verão. Falência deixou faturas por pagar     ANA MARGARIDA PINHEIRO     O encerramento súbito da operação de todas as empresas do Grupo Monarch deixou um rasto de dívidas que os hoteleiros algarvios avaliam em36 milhões de euros. "Afalência tem um impacto enorme nos nossos hotéis, especialmente pelo fim dos operadores turísticos do grupo que trouxeram turistas mas não chegaram a saldar os pagamentos", avançou ao DN/DinheiroVivo ElidéricoViegas, presidente da AHETA.     O valor apurado diz respeito aos meses de agosto e setembro, quando o grupo britânico levou ao Algarve 80 mil turistas "em que a grande maioria não pagou". E que as reservas foram processadas através de pacotes pelas empresas da Monarch Holidays, Avro e Somewhere2stay- todas pertencentes ao grupo falido - e pagas pelos clientes diretamente a estas empresas.     Com a falência súbita, anunciada na segunda-feira, estes pagamentos nunca chegaram a ser liquidados e a enorme fatura passa agora a fazer parte da massa falida do grupo. "A expectativa de resolução destas dívidas é zero", diz ElidéricoViegas, admitindo que o buraco estimado a partir do número de reservas, dias de estada e preço médio varie consideravelmente entre os diversos estabelecimentos hoteleiros daregião. "Tanto temos casos em que ficaram por pagar 1500 euros como outros em que a dívida ascende a 20 ou 30 mil euros."     Estes 36 milhões de euros representam cerca de 5% da faturação registada no Algarve nestes dois meses. Mas a fatura ainda poderá aumentar se as estadas já marcadas começarem a cair. "A nossa expectativa é que possa haver outros 10 milhões de prejuízo com os cancelamentos" assumiu Viegas.     "A Monarch Airlines não era uma companhia como a Air Iingus ou a Air Berlin. lá operava há 40 anos no Algarve, Unha 60 voos por semana para Faro, e como principal foco es meses de outubro a maio" - a época baixa que tanto interessa à região captar- e que jáestavam reservados em muitas unidades e que agora vão ser canceladas, acrescenta João Soares, hoteleiro algarvio e representante da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), em declarações ao DN/ /Dinheiro Vivo.     "O impacto será grande para o setor que aguardava os pagamentos no prazo habitual de 30 a 45 dias sem adivinhar uma crise desta dimensão", assumiu, ainda sem conseguir quantificar a dimensão do problema que diz também afetar parte das reservas de julho nos hotéis do Algarve. "O que está para trás é uma dívida grande e que será difícil de recuperar", lamenta. E assume que, para além das reservas da Monarch Holidays, "já começaram os cancelamentos de outros operadores turísticos que utilizam a Monarch como companhia de aviação".     Entre as contas dos hoteleiros, salvam-se custos com os clientes da Monarch que estavam alojados nos hotéis nacionais no dia da falência, esta segunda-feira, e que serão ressarcidas, desde que justificadas, por um fundo de garantia.     Mas o rasto da queda poderá ser bem maior se nenhuma companhia ocupar o lugar da Monarch no aeroporto de Faro. "A Jet2 já sinalizou algum interesse na operação da Monarch, vamos ver se se confirma", diz João Soares.     E a nível nacional as contas estão longe de estar fechadas. O DN/Dinheiro Vivo sabe que a AHP já está a acompanhar o caso e que nos hotéis de Lisboa já houve vários cancelamentos de reservas.     Guerra de preços em Portugal explica falência     A guerra de preços entre as companhias aéreas para destinos turísticos como Portugal ou Espanha foi uma das razões para a falência da Monarch, a quinta maior transportadora aérea britânica, explicou Andrew Swaffield, presidente da companhia aérea low-cost, em entrevista ao programa Today, da BBC Radio.     A instabilidade política em destinos como a Turquia ou a Tunísia, associada aos riscos do terrorismo, precipitaram uma forte concorrência em destinos considerados seguros na Europa. Daí ao esmagamento de preços, foi um passo, explicou o CEO da empresa, com quase 60 anos de existência.   in Diário de Notícias, por Ana Margarida Pinheiro

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03 October 2017

Nota de pesar pelo falecimento de Francisco Vieira

Foi com grande pesar que a AHP teve conhecimento do falecimento de Francisco Vieira. Além de diretor da Escola Profissional de Ourém e da Escola de Hotelaria de Fátima, foi presidente da ACISO – Associação Empresarial Ourém-Fátima, da. Região de Turismo Leiria-Fátima e do INFTUR – Instituto de Formação Turística. Pela sua Amizade, grande experiência e dedicação ao Turismo e sentido de dever público, a sua falta será muito sentida. À sua família, amigos, colaboradores e alunos a AHP apresenta as mais sentidas condolências.

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