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30 August 2017

Hotelaria: Porto atinge pela primeira vez 90% de ocupação

Em junho passado, a hotelaria em Portugal, registou um crescimento a dois dígitos nos preços em praticamente todos os destinos, excetuando o Estoril, no preço médio por quarto ocupado (ARR) e no preço médio por quarto disponível (RevPar), e ainda a Madeira, no ARR. De acordo com o AHP Tourism Monitors, ferramenta exclusiva de recolha de dados da Hotelaria nacional trabalhados mensalmente pela AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, em junho último, a taxa de ocupação quarto subiu 2,2 p.p., em comparação com junho de 2016, atingindo os 82%. Destaque ainda para o crescimento de 5.6 p.p. nas unidades de 3 estrelas, alcançando uma taxa de ocupação de 80%. Ainda sobre a taxa de ocupação, mas por destinos turísticos, esta análise revela que cabe ao Grande Porto a maior taxa de ocupação (90%), o que acontece pela primeira vez, seguido de Lisboa (88%) e Madeira (87%). Os crescimentos mais expressivos localizam-se no Minho (13,4 p.p.), Leiria/Fátima/Templários (12 p.p.) e Açores (6,6 p.p.). Sobre os resultados obtidos pelo Grande Porto, Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, afirma tratar-se, de facto, da “grande surpresa deste mês”, tendo em conta que registou a maior taxa de ocupação de sempre no mês de junho. Em seu entender, eventos como como NOS Primavera Sound e outros de atração internacional influenciaram estes resultados e a sua importância deve ser tida em conta no crescimento dos destinos portugueses. Sobre o sexto mês do ano, importa também reter que o ARR fixou-se nos 93 euros, representando mais 13% do que no período homólogo, com destaque para as unidades hoteleiras de 4 estrelas, as quais registaram um crescimento de 15%. Os destinos turísticos Grande Porto (19%), Coimbra (18%) e Oeste (17%) tiveram os maiores acréscimos no preço médio por quarto ocupado. O RevPAR registou um crescimento de 16%, face ao período homólogo, fixando-se nos 76 euros, sendo de destacar os destinos turísticos de Lisboa (97 euros), Algarve (88 euros) e Grande Porto (83 euros) com os valores de RevPar mais elevados. No que concerne à receita média por turista no hotel, esta continua a registar um aumento de mais 7% face a 2016, fixando-se nos 131 euros. Na análise por destinos turísticos, o Grande Porto foi o destino que mais cresceu, com mais 19% face a junho de 2016, no entanto, em termos absolutos, a Madeira volta a destacar-se com uma receita média de 299 euros.   in O Jornal Económico por Sónia Bexiga

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29 August 2017

29º Congresso da AHP debate o tema “Descobriram Portugal. E agora?!”

O 29º Congresso Nacional da Hotelaria e Turismo terá como mote “Descobriram Portugal. E agora?!”. A iniciativa realiza-se entre 15 e 17 de novembro de 2017, no Convento de São Francisco, em Coimbra. Numa nota publicada no site, a AHP – Associação da Hotelaria de Portugal refere que “a força e entusiasmo com que o Mundo está a ‘descobrir’ Portugal faz-nos bater sucessivos recordes no Turismo e na Hotelaria, que se afirma como o maior setor da economia nacional. Todavia, importa responder aos desafios no presente que este crescimento acarreta e ver para lá da linha do horizonte, para preparar o futuro. Como crescer sem perder a identidade? Como divulgar outros destinos em Portugal e distribuir no território as oportunidades que o Turismo traz? Como gerir as infraestruturas aeroportuárias no quadro atual e perante o crescimento? Que novas tendências se perspetivam, do alojamento às tecnologias e à gestão de pessoas? Em suma: como manter a capacidade de atração de, e por, Portugal?”. Pode consultar aqui o programa provisório deste evento. in Ambitur

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25 August 2017

“AHP Hotel Academy” é o novo programa de formação para a hotelaria

A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal lançou, esta semana, a nova área de formação para a hotelaria “AHP Hotel Academy”. Um programa de formação gratuita para todos os colaboradores de hotéis associados da AHP nas regiões Norte, Centro e Alentejo. O “AHP Hotel Academy”é um programa de formação modular, que irá decorrer de agosto de 2017 a junho de 2018, constituído por cursos de 25 ou 50 horas e que abrange áreas de formação como Línguas, Comportamental e Operação Hoteleira. O programa permite aos colaboradores dos hotéis associados da AHP nas referidas regiões realizar, em horário pós-laboral, formação certificada que lhes dará créditos para aumentar as suas habilitações literárias e que conta para as 35 horas de formação anual obrigatória. O arranque da formação “AHP Hotel Academy”está previsto para a próxima semana, com os cursos intensivos de língua francesa, nível inicial (25 horas), agendados para o Porto a 8 de agosto (https://goo.gl/g1s5SH), Aveiro a 9 de agosto (https://goo.gl/WMnNTc) e Évora a 10 de agosto (https://goo.gl/Bh6SHP). Segundo Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, “um dos grandes desafios da AHP tem sido a qualificação de recursos humanos na hotelaria. Este programa, tal como acontece com o Formação-ação ‘Melhor Hotelaria 2020’, tem como objetivo preparar melhores profissionais através da formação contínua. A escolha do curso de língua francesa como arranque do programa não foi ao acaso, os turistas franceses têm aumentado de ano para ano e representam já uma quota de 12% nas dormidas em Portugal, sendo o terceiro mercado para a hotelaria. No entanto, são ainda poucos os colaboradores de unidades hoteleiras fluentes nesta língua e chegam-nos muitas manifestações de interesse.” O “AHP Hotel Academy” é um projeto de Formação Modular, organizado sob a forma de Unidades de Formação de Curta Duração (UFCD), constantes dos Referenciais de Formação do catálogo Nacional de Qualificações, apoiado pelo Programa Operacional Inclusão Social e Emprego, Portugal 2020 e Fundo Social Europeu.    in Viajar Magazine

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24 August 2017

Hotéis contestam futuras taxas turísticas no Porto

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) está contra a proposta de criação de uma taxa turística já aprovada pela Câmara Municipal do Porto, frisando não concordar "com o caminho que a autarquia pretende seguir ao propor que a verba resultante da taxa turística reverta para a compra de património a disponibilizar para arrendamento aos munícipes". Foram aprovadas pela autarquia taxas turísticas semelhantes às de Lisboa, que neste caso podem chegar aos dois euros por noite, mas que só entrarão em vigor em 2018. Segundo Rui Moreira, presidente da Cãmara e recandidato nas autárquicas, trata-se de "um valor perfeitamente justificável", ficando o valor final das taxas ao critério de quem ganhar as eleições agendadas para 1 de outubro. Segundo já foi explicado pela Câmara da cidade, "os proveitos desta taxa serão aplicados em projetos que visam a promoção da habitação para a classe média e média-baixa no centro histórico, por forma a acelerar o repovoamento e travar fenómenos de pressão imobiliária". HOTELEIROS ALEGAM QUE OS FINS DAS TAXAS NADA TÊM A VER COM O TURISMO Para os hoteleiros, os fins a que alegadamente se destinam as novas taxas não beneficiam o turismo. “Não podemos estar de acordo com taxas turísticas que se destinem a investimentos que nada tenham a ver com o sector e que no fundo impõem à hotelaria o financiamento de compra de património como instrumento de intervenção no mercado imobiliário ”, defende Raul Martins, presidente da AHP. “É nosso entendimento que deve haver diálogo entre a Câmara Municipal do Porto e as associações em representação dos hoteleiros e demais parceiros da atividade turística", considera ainda o presidente da associação de hotelaria. "Reconhecemos que é necessário rever a política urbanística das cidades e o equilíbrio entre o desenvolvimento do turismo, a fixação de habitantes e a captação de investimento imobiliário", nota Raul Martins, sustentando que a criar taxas no Porto, "no mínimo, estas verbas devem ser aplicadas no desenvolvimento e promoção turística dos destinos, contribuindo assim para a melhoria dos espaços frequentados pelos turistas, o que também beneficia diretamente os habitantes". Apesar de manifestar a sua posição contra o fim a que se destinam as taxas turísticas, a Associação da Hotelaria de Portugal "está no entanto disponível para, em conjunto com a Câmara Municipal do Porto e os seus associados, encontrar soluções e ideias para ajudar a resolver de forma equilibrada os problemas de crescimento do turismo na cidade".   In Expresso Online por Conceição Antunes

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