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Notícias

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28 March 2017

AHP ensina a "Prevenir a Fraude em Produtos e serviços Bancários"

A AHP – Associação da Hotelaria de Portugal realiza na próxima sexta-feira, dia 31 de Março, das 14h00 às 18h00, na Escola de Hotelaria e Turismo do Porto, a acção de formação financeira “Como Prevenir a Fraude em Produtos e Serviços Bancários”. “Identificar os principais tipos de fraude e os comportamentos mais seguros é o objetivo desta formação, inserida num vasto programa que visa incrementar a literacia financeira junto do tecido empresarial do sector turístico e hoteleiro”, explica a associação. O programa, denominado “Referencial de Formação Financeira para empreendedores, empresários e gestores de micro, pequenas e médias empresas”, foi elaborado em parceria entre o IAPMEI, o Turismo de Portugal e o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros (Banco de Portugal, ASF e CMVM). A formação é gratuita e confere certificação, inserindo-se nas 35 horas de formação anual obrigatória. A inscrição é obrigatória e deve ser feita até dia 26 de Março através do email mafalda.oliver@hoteis-portugal.pt.   in Publituris

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23 March 2017

"Os Açores tiveram um ano turístico muito bom, com o maior crescimento na taxa de ocupação"

A Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) traçou um balanço do ano turístico que passou, destacando o desempenho dos Açores em várias vertentes dos números da hotelaria. "Nos Açores, destaque para um aumento de 10% na taxa de ocupação, o maior registado a nível nacional e que corresponde a uma taxa de 62%. O preço médio por quarto ocupado, por outro lado, manteve-se nos 60 euros. Ainda assim, e em razão da taxa de ocupação, o RevPAR subiu 11%, fixando-se nos 37.5 euros", sublinha a AHP.     Em termos globais, a associação afirma que, em 2016, as unidades hoteleiras ultrapassaram os dados históricos de 2007 em todos os indicadores, fazendo do ano que passou o melhor da história do Hotel Monitor.     Em 2016, adianta a AHP, a taxa de ocupação por quarto atingiu os 68% a nível nacional em todas as categorias, registando uma subida de 3 p.p. face a 2015 e ultrapassando pela primeira vez o valor registado em 2007 – apesar do importante aumento da oferta hoteleira (com a abertura de mais 75 estabelecimentos hoteleiros e 6620 quartos) e da proliferação de formas alternativas de alojamento. A Madeira é o destino que apresenta a taxa de ocupação mais elevada, registando 82%, seguido de Lisboa (77%) e Porto (73%).     Em termos de variação, as melhores performances registaram-se nos Açores (6 p.p., correspondente a um incremento de 10%), Madeira (5 p.p.) e Oeste (5 p.p.).     Por outro lado, Lisboa foi o destino que menos cresceu em 2016 (apenas 1 p.p.), apesar de apresentar a segunda maior taxa de ocupação do país. Raul Martins, Presidente da Associação da Hotelaria de Portugal, frisa que "o ano de 2016 foi muito positivo em todos os indicadores. Após o período de crise e uma longa recuperação, estamos finalmente no bom caminho, mas alertamos que ainda há muito trabalho a fazer por parte das empresas para conseguirem equilibrar a operação."     "O que é interessante analisar este ano é também o facto de praticamente todos os destinos turísticos do Hotel Monitor terem alcançado uma taxa de ocupação superior a 50%. De destacar que tanto a Madeira como os Açores tiveram um ano muito bom. Os Açores registaram o maior crescimento (mais 6 p.p.) em taxa de ocupação e a Madeira registou o valor mais elevado (82%)", acrescenta o responsável.     Para o fim de semana da Páscoa, de 13 a 15 de Abril, as expectativas são de valores mais elevados face ao passado em quase todos os indicadores, destacando-se o preço médio por quarto ocupado, receita de alojamento, RevPAR e a receita total. Portugal e Espanha serão os principais mercados emissores durante o período de Páscoa (24% e 22%, respectivamente), seguindo-se França (13%).     O principal canal de reservas será website próprio (para 25% dos inquiridos), a par das agências e operadores turísticos (para 24%).   in Diário dos Açores

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23 March 2017

À conquista do mercado alemão  

Saber o que fazer para aumentar a quota de turistas alemães para Portugal foi o objectivo do workshop "O mercado alemão. Uma abordagem ao turista: identificar, comunicar e fidelizar' realizado pela Associação da Hotelaria de Portugal em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã.     Uma iniciativa em que se falou do destino Portugal, do cliente alemão e de hospitalidade.     O mercado alemão é o segundo em número de dormidas em Portugal mas o nosso país apenas tem pouco mais de 1% das quase 100 milhões de viagens que os alemães realizam todos os anos. Perante estes números, uma conclusão é quase óbvia: o mercado alemão representa uma grande oportunidade. Só que Portugal ainda não está no "top of mind" dos turistas alemães e, agora que a Turquia (o principal destino), o Egipto e a Tunísia não são alternativa para muitos por uma questão de segurança que é tão cara ao mercado alemão, Espanha assume-se como grande concorrente e está melhor posicionada no ranking das preferências deste mercado. Mesmo assim, como sublinhou Bernardo Trindade, administrador do Grupo PortoBay, "a nossa situação de 21° mercado é uma oportunidade, mas temos um caminho longo a percorrer" e o que temos que fazer "é amadurecer a relação que temos, desde há décadas, com este mercado" que "de alguma forma, é previsível e mantém alguma tradição no relacionamento". Essencial é que "as regiões tenham capacidade de se reinventarem e renovarem".     No mercado alemão qualquer acção tem que envolver os tour operators dado que, apesar da subida do online, a esmagadora maioria dos consumidores segue meios tradicionais na reserva de férias, utilizando as agências de viagens. E tem que se ter uma presença "de força" - o que só acontece se forem envolvidos vários agentes e entidades de turismo -, e muito direccionada a segmentos e nichos.     Nos últimos anos, disse João Sampaio e Castro, director da Representação do Turismo de Portugal em Berlim, o mercado alemão tem subido para Portugal que "atacou as suas fraquezas" e conseguiu uma "melhor percepção", nomeadamente ao nível da natureza, originalidade e cultura. Aspectos a favor, Portugal tem muitos: segurança, meio ambiente, ligações aéreas, hospitalidade, hotelaria de qualidade, clima, diferença horária mínima, oferta de shopping e animação. Por isso, 96% dos alemães que vêm ficam "muito satisfeitos" e mais de 40% repete a visita. Mesmo assim, até 2019 apenas é expectável um aumento de 2,9% ao ano na procura deste mercado. E como o interesse dos alemães pelos cruzeiros, de mar ou de rio, está a subir, o nosso Douro está em alta.     TRANSPARÊNCIA E QUALIDADE     Mas afinal, o que é que o turista alemão busca? A resposta passa por transparência, boa relação qualidade-preço, cumprimento de expectativas. E para entrar no "top of mind" deste mercado há que valorizar o que é nosso, oferecer o que temos de único e genuíno, acolher bem, prestar bom serviço e... falar alemão.     Na mesa redonda que integrou este workshop, Ana Maria Hubbe, guia intérprete oficial, deixou pistas: "falar alemão é essencial. Muitos dos turistas que vêm a Portugal, nomeadamente os grupos que fazem circuitos e que são compostos por pessoas de 50 ou mais anos, não falam inglês". Como essencial é "oferecer o que é genuíno", desde a cultura ao património, passando pela gastronomia, produtos turísticos a que está muito mais ligado do que ao shopping - "o turista alemão não faz muitas compras", afirmou, acrescentando que "para um alemão o que não pode acontecer é estar em Portugal, numa região vinícola e servirem-lhe vinho francês".     Os alemães, disse, exigem qualidade de serviço, cumprimento de horários e de expectativas e "estão preparados para pagar por serviços de qualidade".     Testemunho disso é Rita Alves Machado, directora de marketing do grupo Minor que tem a incumbência de promover, junto deste mercado, unidades de cinco estrelas e até uma jóia da coroa que é o Tivoli Palácio de Seteais.     O preço, nestes casos, não é problema, ainda que assuma que há que fazer adaptações que passam, por exemplo, pelos "horários das refeições" e pelos produtos presentes no pequeno- -almoço onde "não pode faltar fruta fresca, cereais, passas e nozes".     Fundamental "é o rigor, dizer sempre aquilo que é", "ser claro e transparente". Não escondeu no entanto que há dois grandes desafios que se colocam: "ter sempre nas equipas pessoas que falem alemão, o que em Portugal ainda não é fácil" e "planeamento" porque "este é um mercado que exige informação com muita antecedência". Quanto ao Ali Inclusive, que muitos dizem ser da preferência dos alemães "nós não o oferecemos e nunca nos foi exigido".     Bernardo Trindade concorda: o preço não é fundamental, a relação qualidade-preço, sim, e o Tudo Incluído não o preocupa. "Uma boa relação qualidade-preço e um serviço que atenda aos seus gostos sobrepõe-se ao preço como ao Tudo Incluído".     Esta é a experiência de quem dirige um grupo que anualmente tem vários hotéis premiados por operadores turísticos alemães. "Tudo Incluído não sei fazer", confessou, afirmando "o que eu sei é fazer uma boa Meia Pensão e prestar muito bem serviço" - e isso o turista alemão entende como entende as experiências que lhe são proporcionadas, como fazer pão, por exemplo, e em que é dos mais participativos, como exemplificou Bernardo Trindade. Vantagem adicional que também referiu é a política de responsabilidade social que o grupo implementou nos seus hotéis.     Ganhar notoriedade e fidelizar os que vêm     Portugal ainda tem déficit de conhecimento e notoriedade junto do mercado alemão, reconheceu, no encerramento do workshop, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. Por isso, apesar do aumento verificado no número de turistas, dormidas e receitas proporcionadas por este mercado, há ainda muito a fazer, nomeadamente "ganhar mais notoriedade, comunicar mais e melhor o que temos", "fidelizar os clientes que agora nos estão a visitar ".     A Secretaria de Estado do Turismo e o Turismo de Portugal estão atentos à situação e a fazer o seu acompanhamento, garantiu, anunciando que o trabalho no mercado alemão vai incidir este ano em "acções de formação de agentes de viagens" com o objectivo de "mostrar o que temos para que eles o possam estar capacitados para venderem o destino no mercado". Soma-se a participação em feiras e o trabalho junto dos operadores turísticos.     in Turisver por Fernanda Ramos

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20 March 2017

À conversa com Cristina Siza Vieira

Num cenário de crescimento do turismo e da boa recuperação da hotelaria, após os recentes anos de crise para o sector, falámos com Cristina Siza Vieira, Presidente da Direção Executiva da AHP - Associação da Hotelaria de Portugal. Os grandes desafios do sector, a eclosão do Alojamento Local e os seus efeitos, a formação profissional, ou a presença na BTL 2017 foram os temas fundamentais desta entrevista.     O turismo está claramente em alta. A situação da hotelaria reflecte esse bom momento? O período entre 2008 e 2012 foi particularmente negativo para a nossa economia e o turismo foi, no quadro das exportações, o sector com um dos melhores desempenhos. A hotelaria, por sua vez, viveu anos muito difíceis. Desde 2004 dispomos de uma ferramenta, o Hotel Monitor, que mede a performance dos vários tipos de estabelecimentos hoteleiros, como a taxa de ocupação, preços médios, RevPAR, estada média, etc. Os dados estatísticos recolhidos ao longo deste período demonstram que, depois desses anos muito negativos, e apesar de uma ligeira melhoria em 2014, apenas a partir de 2015 se regista uma clara recuperação da hotelaria, voltando aos valores de 2007. Estes últimos anos foram sobretudo essenciais para o balanço, para “oxigenar” a tesouraria e permitir responder melhor ao serviço da dívida. Estamos no bom caminho para vir a sustentar um quadro de robustez financeira das empresas turísticas.   E 2017 perspectiva-se como um bom ano? O que se perspectiva para 2017 é um claro crescimento dos principais indicadores operacionais, ou seja, taxa de ocupação e preço. Para termos uma ideia, no ano passado a taxa de ocupação na hotelaria subiu 5%, para 68%, o preço médio de quarto vendido subiu em média 7,6%, fixando-se nos 80 euros e o RevPar, que é o indicador que melhor prova a rentabilidade (a relação entre a taxa de ocupação e o preço), subiu 13%, fixando-se nos 55 euros. Claro que com os destinos principais a “puxar” os resultados – Lisboa, Madeira, Algarve – mas também com um muito bom desempenho do Porto, que é um destino fantástico e com um crescimento notável, assim como o Alentejo e a zona Centro, mais em razão do mercado nacional. Outro destino a crescer sustentadamente, muito por força da abertura do espaço aéreo, é o arquipélago dos Açores, um dos melhores destinos de natureza do mundo. Quanto a desafios, permanecem os do costume: a procura tende a concentrar-se no tempo e no espaço. Daí ser essencial trabalhar os destinos mais sazonais, como é o caso do Algarve – onde, felizmente, se estão a criar iniciativas, por parte das entidades públicas e privadas, que permitem uma distribuição da procura durante todo o ano, para além da exclusiva motivação “sol e praia”. Por outro lado, criar estímulos para uma melhor distribuição no território nacional durante todo o ano, e particularmente na época alta, onde há uma grande concentração no sul do país.   E em relação a Lisboa, quais são os problemas? Em Lisboa os desafios são outros. Uma primeira questão, premente, é a do aeroporto. Lisboa tem crescido bastante, porque tem distribuído durante todo o ano vários eventos, congressos e incentivos, para além de ser uma cidade de lazer. Nota-se agora a captação local de uma segunda residência, nomeadamente de franceses, o que alimenta um fluxo muito importante. O perigo de estrangulamento aeroportuário afecta a região e o país. É uma barreira ao crescimento. E a solução já tomada em relação ao Montijo estará concluída dentro de quatro ou cinco anos. Vamos ver…   E o Alojamento Local, dentro do conceito de low cost, que implicações tem tido sobre a hotelaria? Primeiro que tudo, importa referir que o low cost nos transportes aéreos foi, desde logo, uma forma de “democratizar” as viagens e trazer importante fluxo turístico para o nosso país. Por outro lado, algo que já sabemos é que o viajante das companhias low cost não procura necessariamente alojamento low cost. Quanto ao alojamento local (AL), trata-se de um tipo de alojamento que não está formalmente dentro do leque dos empreendimentos turísticos, embora sirva o mercado do alojamento turístico. Este tipo de alojamento, sobretudo urbano (Lisboa e Porto), não veio propriamente retirar mercado à hotelaria tradicional, uma vez que a taxa de ocupação tem crescido para todos, o número de hotéis também cresceu e prevê-se a construção de novas unidades. Segundo um estudo desenvolvido pela Nova School of Business and Economics e pela Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, encomendado pela AHP, e lançado em novembro de 2016, revelou-se que o ponto crítico não é tanto o equilíbrio entre o AL e a hotelaria, mas sim e entre o AL e a habitação. Verificou-se que há um desvio muito importante relativamente ao número de fracções registadas no Registo Nacional do Alojamento Local e aquelas que figuram em plataformas on-line, ilegalmente, que é da ordem dos 40%. O estudo indica o peso excessivo do AL em algumas freguesias de Lisboa e o grande aumento directo das rendas e no preço dos imóveis em Lisboa, também na sequência da alteração da Lei do AL de 2014. É inegável que o AL trouxe um refrescamento ao nível do património que se reabilitou o e deu também nova vida às cidades de Lisboa e Porto. Contudo, dadas as regras com que o AL opera no mercado, talvez fizesse sentido que este migrasse para o leque dos empreendimentos turísticos, ao mesmo tempo que se aliviassem os requisitos destes últimos. Ou seja: as facilidades de instalação e de funcionamento do AL devem ser estendidas a todos, em vez de se manterem dois pesos e duas medidas para o alojamento turístico. Isto vale para as regras de segurança e de higiene, por exemplo. Não faz sentido que um turista utente de AL não usufrua das mesmas regras de proteção oferecidas por um hotel. Mas também vale para as obrigações fiscais ou cumprimento de regras perante a administração pública. Há aqui uma questão de regulação do mercado. Há espaço para todos, mas de forma regulada e ponderada, até porque Lisboa não está a perder turistas. Precisa, sim, de captar e fixar habitantes.   E quais as prioridades de actuação da Associação da Hotelaria de Portugal? Temos várias frentes de actuação, como qualquer associação patronal. Há uma primeira necessidade que é a de conhecer o mercado e identificar quais são dossiers que têm mais impacto no crescimento da indústria; ou seja: conhecimento e informação. Daí a ferramenta Hotel Monitor, que permite conhecer a performance em cada momento nos destinos e nos hotéis, pelas diferentes categorias e que constitui uma ferramenta importante de gestão e de investimento. Depois temos um outro nível de intervenção: a sensibilização junto do poder político e dos órgãos de decisão para criarmos as melhores condições e o melhor quadro económico, social, laboral e jurídico de funcionamento da nossa actividade. Outra área indispensável é a formação. Esta passa por vertentes como a capacitação dos hotéis para o digital, particularmente nas regiões de convergência, e pelas necessidades em termos teóricos e técnicos dos trabalhadores dos hotéis, assim como a formação no domínio financeiro. Não menos importante é a dimensão da responsabilidade social e ambiental dos empresários. Por isso a AHP tem em curso um programa que nasceu com o projeto “1 Colchão, 1 Coração”, ativo desde 2013, que envolve um grande número de hotéis e que consiste na doação de bens  e equipamentos que os hotéis renovam periodicamente (como colchões, cobertores, lençóis, eletrodomésticos, móveis, etc.) e que ao abrigo de protocolos celebrados com diversas instituições de solidariedade social, são reintroduzidos na economia social através da AHP.    Por fim, quais são os objectivos da presença da AHP na BTL? A BTL é de facto a grande oportunidade de todos os sectores e subsectores da actividade turística estarem juntos. A AHP está sempre presente quer como ponto de encontro dos hoteleiros entre si, incluindo os que não têm stand no certame, quer de parceiros e fornecedores da indústria. De resto, os vários seminários que ocorrem na BTL são momentos importantes de partilha de conhecimento. Como é hábito,  a AHP organiza uma conferência do seu ciclo “Balanço & Perspetivas”. Este ano terá como tema “Portugal & Espanha: Balanço, perspetivas e tendências na hotelaria”. Como é que Espanha e Portugal têm crescido, em que mercados, segmentos, como se posicionam para o futuro, que desafios estão a considerar. Será nosso convidado Jesús Gatell, membro da Direção da CEHAT – Confederación Española de Hoteles y Alojamientos Turísticos e Vice-presidente do ITH - Instituto Tecnológico Hotelero. Esta é uma aproximação essencial e uma oportunidade importante para conhecer melhor a performance do país vizinho, quer enquanto concorrente, quer enquanto mercado emissor fundamental, quer, finalmente, numa visão de Espanha e Portugal como destinos turísticos que podem cooperar na captação de novos e emergentes mercados.   in Atualis por Manuel Paquete

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