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18 July 2017

Maioria dos hoteleiros antecipa verão com ocupação superior a 80%

Segundo o inquérito da Associação da Hotelaria de Portugal “Perspetivas Verão 2017”, elaborado com base nas reservas de julho a setembro, os hoteleiros nacionais esperam um verão “bastante superior” a 2016.     No âmbito desta análise que a Associação da Hotelaria de Portugal (AHP tem vindo a fazer, este é o terceiro ano consecutivo em que os inquiridos revelam ter boas perspetivas para o Verão em todos os indicadores. A AHP realizou este inquérito a nível nacional, entre os dias 6 a 16 de junho, com base nas reservas e pré-reservas efetuadas junto dos hotéis associados. A amostra é de 41%.     De entre as principais conclusões, destaca-se ainda o facto de, à exceção da Madeira e do Algarve, os inquiridos das restantes regiões considerarem que a taxa de ocupação será melhor ou muito melhor do que no verão do ano passado. Para 66% do total dos inquiridos, a taxa de ocupação ficará acima dos 80%.     No que respeita ao ARR (preço médio por quarto ocupado) e RevPAR (preço médio por quarto disponível), as perspetivas são também francamente superiores ao ano anterior. Do total, 81% e 82% dos hoteleiros estimam que o ARR e o RevPAR, respetivamente, sejam melhores ou muito melhores do que no verão de 2016.     Esta análise detalha ainda que todas as regiões perspetivam um melhor ARR, destacando-se 89% dos hoteleiros inquiridos nos Açores e 87% no Algarve e na Madeira que preveem um melhor ou muito melhor preço do que em igual período do ano anterior. Em termos de RevPAR, aqui também os hoteleiros dos Açores são os mais otimistas, com 100% a indicarem que será melhor ou muito melhor do que no verão de 2016.     Particularmente sobre o desempenho das diferentes regiões, Cristina Siza Vieira, presidente executiva da AHP, salienta que “é interessante registar que a Madeira e o Algarve, destinos maduros, estabilizaram em alta a taxa de ocupação e estão a crescer em preço. As demais regiões perspetivam quer um crescimento da TO quer do ARR e, consequentemente, RevPAR.”     Quanto ao indicador “estada média”, 71% dos hoteleiros nacionais estimam que será igual à do ano anterior. Do total dos inquiridos, 44% esperam uma estada média entre 1 a 3 dias e 34% entre 3 a 5 dias. “Sem surpresas”, ressalva a AHP, a maior duração das estadas – 5 a 10 dias – é esperada no Algarve (78% dos hoteleiros inquiridos), na Madeira (69% dos inquiridos), sendo que nos Açores 89% dos inquiridos prevê uma estada média de 3 a 5 dias.     “Olhando para a procura, não podemos deixar de evidenciar o contínuo crescimento do mercado interno que, para 4 regiões nacionais, há três anos consecutivos é apontado como o principal mercado no período de julho a setembro. De destacar, também, a boa performance do mercado francês, quer a nível nacional quer por regiões. Regista-se a melhoria contínua da performance do mercado espanhol, que este ano é apontado por três regiões como o segundo mercado emissor”, conclui Cristina Siza Vieira.   in Jornal Económico, por Sónia Bexiga

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18 July 2017

Alojamento local. Berlim já proíbe, mas há muitas outras cidades a limitar oferta

O alojamento local tem estado na origem de conflitos em diversas cidades, especialmente as mais turísticas do planeta, como Nova Iorque, Barcelona ou Amesterdão. Multiplicam-se iniciativas para limitar esta oferta.   Há várias cidades europeias a apertar o "cerco" à oferta de alojamento local, colocando fortes entraves às mais variadas plataformas que disponibilizam este tipo de serviços. Controlar o número de turistas e, acima de tudo, dinamizar o mercado de arrendamento para combater a falta de casas a preços acessíveis para os residentes são alguns dos objetivos destas restrições.     Berlim foi uma das primeiras cidades a abrir "guerra" ao alojamento local. Desde maio passado que o Airbnb, o Wimdu ou o 9Flats deixaram de poder prestar serviços na cidade alemã. A "culpa" é da lei que proíbe arrendar apartamentos a turistas em Berlim através destas plataformas online, sendo apenas permitido alugar quartos. Quem desrespeitar a nova regra arrisca-se a pagar multas que podem chegar até aos 100 mil euros.     Esta foi a solução encontrada pela cidade alemã para combater o elevado preço das rendas que estava a ser praticado. Entre 2009 e 2014, as rendas na capital alemã subiram 56% e o número de imóveis disponíveis para arrendamento de longo prazo desceu acentuadamente. Para Andreas Geisel, chefe de desenvolvimento urbano da capital alemã, estas proibições são "um instrumento necessário e sensato contra a falta de habitação em Berlim". A verdade é que o resultado desta lei começou a ser sentido ainda antes da sua entrada em vigor. Num mês, a taxa de apartamentos disponíveis do Airbnb caiu cerca de 40%.     limitar oferta Também Barcelona, nos últimos anos, tem vindo a chamar a atenção para o elevado número de turistas - 32 milhões de visitantes contra 1,6 milhões de habitantes - e no início do ano tomou medidas no sentido de restringir o número de turistas. A ideia é simples: limitar o número de camas disponíveis em hotéis e apartamentos, regular a construção de hotéis e, acima de tudo, deixar de atribuir licenças a apartamentos para turistas (como os que estão disponíveis no Airbnb, por exemplo).     Ainda assim, não deverá haver efeitos práticos antes de 2019, uma vez que há uma série de projetos já em desenvolvimento que não podem ser travados. Mas até lá, a cidade tem levado a cabo uma forte campanha contra o alojamento local ilegal e sobretudo contra plataformas como o Airbnb ou o HomeAway.     No fim do ano passado, os dois portais foram multados em 600 mil euros por publicitarem apartamentos ilegais nas plataformas. Contudo, não foi a primeira vez que a cidade multou aqueles portais: no ano anterior, o Airbnb e o HomeAway tinham sido multados em 30 mil euros pelo mesmo motivo.     O mesmo problema enfrenta Amesterdão.     Foi assinado recentemente um acordo com a Airbnb que impede os proprietários de arrendarem os seus imóveis durante mais de 60 dias por ano. Esta é a resposta aos residentes que foram pedindo às autoridades locais que travassem o constante fluxo de pessoas que chegam para visitar a cidade. Segundo o departamento de turismo holandês, a cidade recebe cerca de 5,2 milhões de turistas, um número impressionante quando comparado com os 800 mil moradores. Também para desencorajar o número de visitantes, a cidade de Amesterdão aumentou os impostos, passando a cobrar 5% por quarto.     O mesmo exemplo foi seguido em Londres, onde sites como a Airbnb vai limitar o tempo de aluguer e quem arrendar um imóvel por mais de 90 dias por ano vai precisar de uma licença especial passada pelas autoridades legais.     Também o governo irlandês tem vindo a alertar para a necessidade de avançar com orientações concretas sobre quais os critérios que determinam a transformação de uma casa ou de um apartamento residencial num estabelecimento comercial. Exemplo disso é o Indigo Property Management, um dos maiores empreendimentos irlandeses, que enviou recentemente uma carta aos dois mil residentes do complexo de apartamentos Spencer Dock, em Dublin, proibindo-os de arrendar os seus apartamentos na Airbnb ou outras plataformas semelhantes. Os responsáveis alegam que este tipo de arrendamento é contrário aos seus acordos residenciais e de arrendamento e está a criar problemas para os já residentes, principalmente no que respeita à gestão das áreas comuns.     NOVA IORQUE SEGUE O EXEMPLOTambém os Estados Unidos impuseram restrições à plataforma de alojamento local. Em outubro passado, o governador de Nova Iorque promulgou uma lei que prevê multas pesadas para arrendamentos por períodos inferiores a 30 dias e que podem atingir os 7500 dólares.     A Airbnb reagiu, ameaçando ir para tribunal, mas acabou por chegar a acordo em troca de um compromisso das autoridades para que as multas previstas na nova lei só sejam aplicadas aos anunciantes, e não à plataforma.     Apesar das várias vozes contra a explosão do alojamento local, a secretário de Estado do Turismo admitiu, em entrevista ao ?, que "estamos longe de estar em situações extremas ou perto da saturação" em matéria de alojamento local. Ainda assim, desde o ano passado que Ana Mendes Godinho tem estado a ouvir autarquias e associações para perceber que alterações podem ser feitas a esta oferta. "É preciso encontrar formas de equilíbrio, isso também faz parte das dores de crescimento de qualquer destino", revelou.     Aliás, a responsável tem vindo a afirmar que o governo vai "encontrar soluções para os problemas que sejam identificados e mais prementes".     Uma opinião diferente tem o presidente da Associação da Hotelaria de Portugal(AHP) ao defender que para que o turismo seja sustentável tem de haver um limite nas zonas que sofrem uma maior pressão turística.     Daí considerar que "não é possível transformar todo um bairro num hotel ou num alojamento local", admitiu em entrevista ao ??     A verdade é que os números falam por si: segundo os últimos dados da AHP, a maioria do número de camas registado em Portugal já é representada pelo alojamento local: 54% do total da oferta. Até ao início de julho estavam registadas 44 427 unidades de alojamento local, das quais 441 classificadas como hostels, num total de quase 42 mil camas, 22 mil das quais em hostels.     REDUZIR TRIBUTAÇÃO Para incentivar o contrato de longa duração em detrimento do alojamento local, a Associação Lisbonense de Proprietários (ALP) apresentou ao governo um pacote de medidas consideradas de emergência "para salvar o mercado de arrendamento tradicional e resgatar a confiança dos proprietários imobiliários".     Uma das medidas passa pela redução da taxa liberatória dos rendimentos prediais (atualmente fixada em 28%) em três por cento por cada ano da vigência de um contrato de arrendamento, a implementar "urgentemente, antes da discussão do próximo Orçamento do Estado".     Desta forma, a redução progressiva por cada ano significaria uma redução de 3% nos contratos com duração até um ano (que resultaria numa taxa liberatória de 25%) até um máximo de redução da taxa liberatória em 15% nos contratos de arrendamento com a duração de cinco anos (o que resultaria numa taxa liberatória de 13%). A ALP defende ainda que todos os contratos celebrados com um prazo superior a seis anos usufruam de uma taxa liberatória única de 10%.     Outra das medidas é a redução total do IMI do imóvel afeto ao arrendamento, em sede de dedução à coleta. Atualmente, esta dedução é limitada ao rendimento, limitando a dedução.     in Jornal i por Sônia Peres Pinto

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17 July 2017

Turismo. Burocracia empurra investidores para alojamento local

Para os responsáveis do setor, é mais fácil abrir uma unidade de alojamento local do que um hotel. Pedem maior flexibilidade   A burocracia e a falta de flexibilidade da legislação são as principais razões para os investidores apostarem em unidades de alojamento local (AL) em detrimento dos hotéis. Esta foi uma das conclusões do debate organizado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP) com o tema "Hosteleiros vs. Hoteleiros". De acordo com vários responsáveis do setor, assiste-se a uma grande inflexibilidade na legislação no que diz respeito à edificação de uma unidade hoteleira, mas o mesmo não acontece quando a aposta é num estabelecimento de AL.     No entender de Cristina Siza Vieira, presidente da direção executiva da AHP, a explicação é simples: "Basta um reaproveitamento ou uma reinstalação" do edifício para que o investimento dê lugar a um projeto de alojamento local, ficando para segundo plano a aposta numa unidade hoteleira. Mas nem tudo são vantagens para este segmento de mercado. A dificuldade no acesso ao financiamento, a distribuição nomeadamenteem plataformas digitais como o Booking - e, principalmente, a falta de associativismo são alguns obstáculos que esta área de negócio enfrenta, revela Bernardo D'Eça Leal, do The Independente Hostel & Suites. "As associações de hostels não têm força", acrescenta.     No que respeita ao mercado em geral, os responsáveis reiteraram a necessidade de se alterar a legislação no setor hoteleiro e apontaram como principais preocupações num futuro mais imediato o estrangulamento da capacidade aeroportuária de Lisboa e a falta de recursos humanos qualificados.     OFERTA EM NÚMEROS De aCOrdo com os dados de Cristina Siza, a maioria do número de camas registado em Portugal já é representada pelo alojamento local: 54% do total da oferta. Até ao início de julho estavam registadas 44 427 unidades de alojamento local, das quais 441 classificadas como hostels, num total de quase 42 mil camas, 22 mil das quais em hostels. Já no Registo Nacional de Turismo (RNT), o número de hotéis em território português é de 1238, dos quais 36 pousadas e 140 hotéis-apartamentos, num total de quase 205 mil camas.     Em Lisboa existem 8752 unidades de alojamento local, num total de 49 655 camas, 6500 em hostels. Quanto a hotéis, existem 192 unidades, com 36 511 camas. Mas no distrito de Lisboa estão registados 11407 estabelecimentos de AL, dos quais 176 na categoria de hostels. Feitas as contas, na região de Lisboa e Vale do Tejo, a divisão de camas está entre 58% para o alojamento local e 42% para os hotéis. E a nível nacional, a capital representa 20% da oferta de AL, enquanto no distrito ascende aos 26%.     No Porto existem 3650 AL, dos quais 30 hostels, que representam 19 600 camas. No RNET encontram-se registados 79 hotéis e 12 mil camas. Neste segmento, o AL representa 62% da oferta, estando contabilizados no distrito do Porto 4537 AL e 46 hostels. O concelho do Porto tem um peso de 11% na oferta de AL nacional, e o distrito de 16%.     Já no Algarve, onde o alojamento local é mais significativo, o distrito de Faro apresenta 20 239 registos de estabelecimentos de AL, dos quais 39 hostels, num total de 105 mil camas. O número de hotéis é de 135, com 41608 camas. Ou seja, o AL representa 72% da oferta de alojamento local e 46% no todo nacional.     CRESCIMENTO DO SETOR ABRAN- DA O turismo continua a crescer, mas os últimos dados disponíveis já revelam uma desaceleração em maio face ao mês anterior. Segundo os últimos dados do INE, Portugal registou dois milhões de hóspedes e 5,4 milhões de dormidas. O crescimento homólogo foi de, respetivamente, 7,9 e 7,2%. Com uma estada média de 2,73 noites, os estabelecimentos hoteleiros estiveram com uma ocupação de 55% em maio, mais 3,3 pontos percentuais do que no mesmo mês de 2016.     Mas quanto a proveitos nota- -se uma evolução mais positiva, mais 19,5%, com o setor a encaixar 318,8 milhões de euros. Além disso, também os hoteleiros conseguiram aumentar mais as receitas por cada quarto vendido, com 52,6 euros, ou mais 20,9%. O INE destaca o "crescimento expressivo" da região Centro onde se integra Fátima, que recebeu a visita do Papa –, sem qual o balanço nacional teria sido agravado. Esta região registou uma subida de 20,3% nas dormidas para as 515 mil. A evolução dos mercados externos foi ainda mais notória: 32%.     O INE destaca a evolução dos mercados espanhol e francês os principais –, assim como Brasil, Itália, Estados Unidos da América e Polónia. Desde o início do ano, o setor tem vindo a crescer a um ritmo de 10%, totalizando 7,3 milhões de hóspedes e 19,4 milhões de dormidas, e encaixando proveitos de mais de mil milhões de euros em cinco meses.     in Jornal i por Sónia Peres Pinto

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13 July 2017

DoubleTree by Hilton lança nova oferta para eventos

“Meet With Purpose” é a nova oferta para grupos e eventos do DoubleTree by Hilton Lisbon – Fontana Park. Uma opção diferenciadora, concebida a pensar nos clientes que valorizam um estilo de vida mais saudável e que se preocupam com o meio ambiente, que é composta por três pilares: Eating, Meeting e Being. O tradicional coffee break é substituído pelo Coffee Break Super Power (sumos de fruta natural, bebidas de soja e amêndoa, granola, fruta laminada e iogurte natural) ou Coffee Break Pink (sumo de morango, sumo de frutos vermelhos, bebidas sem lactose, barras de granola, iogurte e fruta da época) que reverte 1€, por pessoa, a favor da Liga Portuguesa Contra o Cancro. O pilar “Meeting” inclui a oferta de um bloco de notas com papel reciclável e lápis ecológicos que podem ser plantados depois de utilizados e, por último, a vertente “Being” inclui uma sessão de pilates ou alongamentos (à escolha) com a duração média de 25 minutos. A oferta “Meet With Purpose” está disponível por 53€/pessoa para meio dia e 65€/pessoa para um dia inteiro.

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