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Notícias

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17 May 2018

AHP apresenta CLICK2PORTUGAL

A Associação da Hotelaria de Portugal – AHP apresentou esta quarta-feira, 16 de Maio, a plataforma CLICK2PORTUGAL , um agregador de hotéis que permite a reserva directa e que visa capacitar e elevar o posicionamento digital da hotelaria nacional , aumentando a sua competitividade e promovendo a sua internacionalização. A plataforma, desenvolvida pela GuestCentric , estará online no último trimestre, com a AHP a perspectivar a presença de 400 hotéis, entre os quais alguns dos principais grupos portugueses.   A CLICK2PORTUGAL é uma plataforma de adesão gratuita aberta a todos os empreendimentos turísticos presentes no mercado português, associados ou não da AHP, que permite às unidades reforçar a sua presença digital; funciona como motor de reservas aos hotéis que ainda não o disponibilizam; e actua com meio complementar de reserva que funciona “como uma extensão do próprio” canal do hotel, permitindo a integração com o Channel Manager sem custos associados.     Este motor de reservas vai estar integrado no site de promoção do Turismo de Portugal , www.visitportugal.pt , permitindo o acesso directo dos visitantes às reservas hoteleiras. As reservas podem ser feitas na plataforma ou no site do hotel, mas a transacção é sempre feita directamente no canal próprio da unidade.     A presença na CLICK2PORTUGAL, que funciona em sistema random (aleatório, apenas usando os requisitos seleccionados   pelo visitantes da página) , inclui um vídeo do hotel, fotografias de alta qualidade, traduções em quatro idiomas (correspondentes aos principais emissores para Portugal – inglês, francês, espanhol e alemão), informações sobre os pontos de interesse selecionados pelos hotéis e o sistema de rating da ReviewPro , que agrega as avaliações de 175 sites.     O pacote de adesão é gratuito e inclui as traduções e pontos de interesse. As fotografias e vídeos são mandatórias, mas todos os conteúdos serão fornecidos pelo próprio hotel. Caso não tenham os conteúdos de imagem necessários ou estes não tenham a qualidade exigida, a AHP estabeleceu contratos com fornecedores de confiança para que estes serviços sejam assegurados a preços competitivos (o serviço de fotografias está disponível a partir de 80 euros e o de vídeo a partir de 250 euros, valores sem IVA).   A descrição das unidades será fornecida pelas marcas hoteleiras e revista pela AHP de forma a estar disponível de acordo com as melhores práticas da presença online, nomeadamente orientado ao SEO. Todos os conteúdos, quer de escrita, quer de imagem, serão da propriedade do hotel, pelo que poderão ser usados pelos próprios noutros meios e canais de comunicação.     “O CLICK2PORTUGAL é um projecto estratégico para a Hotelaria nacional”, referiu o presidente da AHP, Raul Martins, explicando que “o objectivo primeiro é abranger a maior parte da oferta hoteleira e de alojamento colectivo em Portugal”. “O digital é o presente e o futuro e quem não está online, não está no mundo”, concluiu o responsável.     Por sua vez, Cristina Siza Vieira, directora-executiva da associação, salientou a necessidade da capacitação digital da hotelaria nacional e ressalvou que esta iniciativa “beneficia todos e cada um” e que “a forma como se está online é decisiva”.   Questionada sobre a presença de outro tipo de empreendimentos na plataforma, a responsável referiu que as unidades de Alojamento Local colectivo poderão estar presentes no futuro:  “Não há razão para que não entrem, mas os requisitos são diferentes. Tenho camas e quartos, o Turismo de Portugal têm de ajudar na definição”, disse Cristina Siza Vieira, acrescentando que “os hostels não são empreendimentos turísticos, mas são uma parte importante da oferta e consideramos que poderá vir a ser possível integrar a ‘plataforma’ na dependência de Turismo de Portugal e  politicamente  se considerar como é que isto é gerível”.     “Os quartos isolados não entram, poderão entrar hostels, é uma questão de coerência, pois a AHP propôs e defende que os hostels e blocos de apartamentos devem migrar para o léxico dos empreendimentos turísticos, pois são um produto consistente e turístico”, frisou a responsável. in Publituris Hotelaria, por Patrícia Afonso

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17 May 2018

Click2Portugal desafia hoteleiros a entrar na economia digital

Com a plataforma concluída,, a AHP procura agora captar a atenção dos hoteleiros que ainda não tem presença digital sensibilizando-os para as vantagens em termos competitivos e de rentabilidade, entre outras mais-valias, de uma reserva direta. Assumindo-se como a maior iniciativa conjunta de posicionamento e venda da hotelaria portuguesa, a plataforma Click2Portugal está quase a chegar ao mercado, e segundo a sua promotora, a AHP – Associação da Hotelaria de Portugal, foi concebida para aumentar a competitividade da oferta hoteleira nacional, promovendo a sua internacionalização. Considerando que este é um projeto estratégico, o presidente da AHP, Raul Martins, sublinhou, num encontro com jornalistas, em Lisboa, o objetivo primeiro “é abranger a maior parte da oferta hoteleira e de alojamento coletivo em Portugal”, atendendo a assim a uma realidade digital que não dá margem de manobra: “o digital é o presente e o futuro e quem não está online, não está no mundo”, reforçou ainda o responsável. Agora que já obteve “luz verde” do Turismo de Portugal para ter um botão de acesso a esta plataforma na página “Visit Portugal”, como anunciou Cristina Siza Vieira, presidente executiva da direção da AHP, assegurando que o processo está na reta final e tudo indica que estará operacional no quarto trimestre deste ano. Esta ferramenta agregadora da oferta pretende assim proporcionar um reforço da visibilidade online dos hotéis nacionais, disponibilizando ao futuro hóspede a escolha que os agregadores permitem, com as vantagens e confiança proporcionada por uma reserva direta. Tratas-se de projeto, 100% nacional, aberto a todas unidades hoteleiras, para além dos cerca de 700 associados da AHP, cofinanciado pelo Programa Operacional Competitividade e Internacionalização. Ao Jornal Económico, Cristina Siza Vieira, esclareceu que a candidatura aos fundos comunitários alcançou um financiamento de pouco mais de 1 milhão de euros, contemplando as diversas áreas do processo, inclusive de Recursos Humanos, tendo já sido concretizada a contratação de três colaboradores que estão afetos ao desenvolvimento desta nova oferta. importa ainda reter que o motor de reservas foi desenvolvido pela Guestcentric, e é já utilizado por muitos estabelecimentos hoteleiros, e permite a integração com outros sistemas, sem custos acrescidos. A plataforma inclui ainda a classificação dos hotéis através de um sistema de ‘rating’ da ReviewPro, que agrega as avaliações de 175 websites. Depois de uma primeira fase com alguns hotéis piloto, a AHP iniciou recentemente o processo de angariação a nível nacional, contando já com mais de uma centena de adesões, desde grandes grupos nacionais a hotéis independentes, em que 1/4 não é associado da AHP. Segundo Cristina Siza Vieira, no momento de abrir portas aos hoteleiros, o ideal seria poder contar com cerca de 400 inscrições. Adesão totalmente gratuita Aberto a associados e não associados, desde que sejam estabelecimentos hoteleiros (empreendimentos turísticos), razão pela qual não está ainda esclarecida a possível inclusão dos hostels), o Click2Portugal irá disponibilizar aos hotéis aderentes um vídeo do hotel com imagens aéreas, tanto da unidade como do destino; fotografias de alta qualidade; traduções em quatro idiomas (inglês, francês, espanhol e alemão); e informação sobre pontos de interesse selecionados pelo hotéis. Todas estas funcionalidades poderão ser utilizadas no website próprio do hotel. Apenas as fotografias e os videos terão um custo, “altamente competitivo, assegura a AHP”: começam nos 250 euros (mais IVA) no caso dos videos e nos 80 euros (mais IVA) para as fotografias. Ainda quanto a vantagens, para os hoteleiros, estendem-se ainda à possibilidade, para as unidades que não têm motor de reservas próprio, puderem passar a dispor desta ferramenta de vendas ao aderir. Para os restantes, constitui um meio complementar de reservas que funciona como extensão do canal próprio do hotel, que pode ser integrado com o Channel Manager, não representando um esforço de gestão de um canal adicional Para o consumidor, passam essencialmente por poder reservar numa plataforma que agrega a oferta hoteleira nacional, de forma simples, rápida e segura. Tem as vantagens de uma reserva direta, com o melhor preço garantido e vantagens exclusivas, para além da possibilidade de escolha por tipo de experiência. in Jornal Económico, por Sónia Bexiga

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16 May 2018

Em 35% dos hotéis portugueses não se pode fazer reservas online

Nova plataforma Click2Portugal vai agregar todos os hotéis portugueses e tem por objetivo suprir as fragilidades do sector, num país onde 7% dos hotéis ainda não tem qualquer presença na internet Está tecnicamente finalizada, e vai estar disponível a partir de setembro, a Click2Portugal, uma plataforma agregadora de toda a oferta de hotéis em Portugal (www.click2portugal.com). Trata-se de um projeto lançado pela Associação da Hotelaria de Portugal (AHP), que visa suprir as fragilidades identificadas nos hotéis nacionais a nível do digital. Segundo um diagnóstico da AHP, entre os 1511 estabelecimentos hoteleiros que existem em Portugal, cerca de 7% (105 hotéis) não têm sequer website. "Como é possível este número ser tão elevado? É como se os hotéis não existissem, estão literalmente fora do mundo", considera Cristina Siza Vieira, presidente executiva da Associação da Hotelaria de Portugal (AHP). Acresce-se que dos restantes 1406 hotéis que têm presença online, cerca de 30% não tem motor de reservas. "Chega-se lá, é tudo muito bonito, mas ninguém consegue fazer reservas", nota a responsável da AHP. Do total de 426 hotéis nacionais que não têm motor de reservas, cerca de 40% não oferece aos clientes qualquer possibilidade de comprar noites via 'online' (nem sequer através do preenchimento de formulários, por exemplo), "e só se consegue ficar lá à moda antiga, isto é, telefonando", como faz notar Cristina Siza Vieira. Com o objetivo de "criar um standard digital elevado" para os hotéis nacionais, e sobretudo "que possa ser convertido em receitas", a AHP têm em desenvolvimento desde 2016 o projeto de uma plataforma agregadora de toda a oferta nacional a nível de hotéis e empreendimentos turísticos, a Click2Portugal. Constatando que o mundo online na hotelaria é dominado por plataformas como a Booking ou a Expedia, a associação hoteleira enfatiza aqui a importância do canal direto em termos de vendas, verificando que "ainda é fraco na hotelaria portuguesa". Com a plataforma Click2Portugal, "mais do que dar o peixe ou ensinar a pescar, é preciso dar a cana de pesca aos hotéis", exemplifica a presidente executiva da AHP. A associação hoteleira frisa ainda que o novo site www.click2portugal.com não é diretamente comparável a uma plataforma como a Booking, uma vez que não funciona como venda direta e cobrando taxas sobre essas vendas aos hotéis. Mas acaba por ser uma espécie de 'Booking português', ao reunir toda a oferta hoteleira nacional (permitindo vendas por reencaminhamento a cada unidade), tendo o objetivo assumido de ser uma ferramenta de distribuição e de marketing digital alternativa a plataformas como a Booking, e para os hotéis não ficarem dependentes de um único canal de distribuição. "Desde o início que consideramos o projeto Click2Portugal estratégico para a hotelaria nacional pela rentabilidade que pode trazer", garante Raul Martins, presidente da AHP, frisando que "o digital é o presente e o futuro é quem não está no online, não está no mundo". por Conceição Antunes, in Expresso

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08 May 2018

Opinião: A hospitalidade é universal

A Hotelaria é, por natureza, um setor altruísta, posto que, para bem servir, o hospedeiro deve “vestir” a pele do hóspede, antecipando necessidades e procurando satisfazê-las com profissionalismo, entrega e gosto – sempre. Por outro lado, sendo um consumidor de recursos, é também um setor necessariamente comprometido com a preservação do meio ambiente e das comunidades onde se insere – só há Hotelaria quando há destino turístico. Por isso, se “sustentabilidade” e “responsabilidade social” tendem a ser buzzwords noutros setores, a verdade é que em Hotelaria são questões subjacentes à própria atividade. A prova? Esta história, que começa singela, e que foi crescendo para se tornar naquilo que o atual Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa, que apadrinha a causa desde 2015, considerou verdadeiro motivo de orgulho nacional. No final de 2012, no pico da crise económica que fustigou o País, e que fechou as portas a muitos hotéis nossos associados, constatámos que as dificuldades que o setor atravessava eram bem menores do que as carências sentidas por grande parte da sociedade portuguesa. Por isso, sabendo que muitos hotéis associados vendiam os seus bens usados aquando de renovações periódica, lançámos uma campanha de doação de colchões usados a Instituições de solidariedade social, através da AHP, que centralizava o processo. A iniciativa teve uma enorme adesão, tanto a nível de doações de hotéis como de solicitações de instituições. No entanto percebemos que os colchões constituíam uma pequeníssima parte das necessidades manifestadas pelas instituições que inicialmente apoiámos, e que, em paralelo, muitos dos bens e equipamentos usados em Hotelaria eram passíveis de ser úteis noutros contextos. Estendemos, assim, o nosso desafio a outros âmbitos, e hoje é muito amplo o rol de donativos: mobiliário diverso, sofás e cadeiras, equipamentos de cozinha, equipamentos eletrónicos e industriais, roupa de cama e wc, tapetes e cortinas, palamenta, entre muitos outros. Paralelamente, os protocolos com IPSS multiplicaram-se, exigindo da AHP uma atividade cada vez mais intensa de monitorização de necessidades das instituições e procura de resposta cabal junto dos nossos associados.  E, de forma gradual, o projeto ganhou nova escala, transformando-se num verdadeiro Programa de Responsabilidade Social Corporativa, a que chamámos Programa Hospes. Em cinco anos de programa, conseguimos criar uma rede de apoio sólida e fiável, à escala nacional, que permitiu à AHP entregar mais de 48 mil bens de 89 hotéis associados a 50 instituições de ação social, como a União das Misericórdias Portuguesas, a quem doámos mais de 6.500 bens para equipar casas das vítimas dos incêndios que afetaram a Região Centro; ajudar a equipar o Centro de Apoio Temporário a Refugiados da CML; montar a sala de visitas do Instituto Português de Oncologia de Lisboa; apoiar a Direção Geral dos Serviços Prisionais – enfim, chegar a instituições de todo o país, de natureza e dimensão variáveis, estendendo a nossa ação a milhares de pessoas e famílias. Conseguimos, no fundo, uma dinâmica simples, assente no modelo de economia circular, que permite vários outputs interessantes: por um lado, promove a otimização de recursos da Hotelaria, um setor que, pela sua natureza, está obrigado a renovações periódicas de bens e equipamentos que, regra geral, se encontram em bom estado de conservação suscetíveis de outro tipo de utilização. Por outro, permite a reutilização desses mesmos bens já num contexto de economia solidária, disponibilizando bens de qualidade e durabilidade a instituições de ação social, cujos recursos são, como sabemos, escassos. Para a Associação da Hotelaria de Portugal é, por isso, um enorme orgulho saber que estamos a chegar mais longe e que conseguimos orientar a vocação individual dos nossos associados para um esforço conjunto que traz ao de cima aquilo que é, inequivocamente, o melhor do nosso país: a Hospitalidade.   Por Cristina Siza Vieira AHP – Associação da Hotelaria de Portugal Artigo publicado originalmente no site Onde Ir. Nota: Para saber mais sobre o Programa Hospes consulte www.hoteis-portugal.pt/a-associacao/responsabilidade-social-e-ambiental 

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