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Intervenções AHP

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04 December 2017

Assembleia-geral Ordinária - 20 de dezembro de 2017, 15h00

Cara(o) Associada(o), Na qualidade de Presidente da Mesa da Assembleia-geral da AHP, nos termos do disposto na alínea a) do artigo 19º e no artigo 21º dos Estatutos da Associação da Hotelaria de Portugal, venho por este meio convocar a Assembleia-geral de Associados, para reunir no dia 20 de dezembro, pelas 15h00, no Intercontinental Lisbon Hotel, tendo como ordem de trabalhos: - Deliberar sobre a alteração dos Estatutos da AHP, nos termos da alínea j) do artigo 17º dos Estatutos; - Deliberar sobre o Orçamento e linhas gerais do Plano de Atividades para 2018, nos termos da alínea e) do mesmo artigo; - Ratificar a distinção honorifica “louvor e mérito hoteleiro” conferida a Alexandre de Almeida no âmbito do 29º Congresso da AHP, a 16 de novembro de 2017, nos termos da alínea g) do mesmo artigo. Nos termos do artigo 22º dos Estatutos, se à hora marcada não estiver presente a maioria dos associados fica desde já efetuada a segunda convocatória da Assembleia-Geral, para reunir com qualquer número de associados, meia hora depois da indicada para início dos trabalhos, sendo as deliberações tomadas por maioria de votos dos associados efetivos presentes ou representados. Aproveito a oportunidade para apresentar a todos os Associados da AHP os meus melhores cumprimentos,   José Castelão Costa Presidente da Assembleia-geral  

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09 August 2017

Análise do Inquérito AHP “PAPA FRANCISCO: O IMPACTO NA HOTELARIA”

Numa análise geral destes destinos, verifica-se que a taxa de ocupação média, entre 11 e 13 de maio, foi de 79%, sendo que em 2016 tinha sido de 65%. Na noite de 12 para 13 de maio, a taxa de ocupação fixou-se nos 84%, quando em 2016 foi de 72%. O preço médio por quarto ocupado, nas datas em análise, foi de 149 euros. Em 2016, situou-se nos 83 euros. De 12 para 13 de maio, o preço médio foi de 166 euros. 66% dos hoteleiros inquiridos, dos destinos turísticos analisados indicaram que as dormidas foram motivadas pela visita do Papa Francisco, sendo Portugal, Brasil, Espanha e Itália apontados como principais mercados.   FÁTIMA No período em análise, a taxa de ocupação quarto na noite de 12 para 13 de maio foi de 99%. No período de 11 a 13 de maio, a taxa de ocupação média foi de 95%. Em 2016, a taxa de ocupação média, nestas 3 noites, situou-se nos 79%. Em 2017, o preço médio por quarto ocupado foi de 252 euros, no ano anterior o preço fixou-se nos 126 euros. Na noite de 12 para 13 de maio de 2017, foi de 272 euros (em 2016, foi de 171 euros). Sem surpresas, 93% dos hoteleiros inquiridos, apontaram como principal motivo para a estada dos seus hóspedes a vinda do Papa. Os principais consumos para 83% dos hoteleiros, além da estadia, foram em restaurante e bar/coffee shop. Neste destino, durante a visita do Papa Francisco I, os principais mercados foram Portugal, Brasil, Itália, França e Reino Unido. Saiba mais no Press Release enviado aos OCS.

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28 June 2017

Intervenção da AHP - Apresentação do Programa HOSPES - Sharing is Caring

Muito obrigado a todos pela vossa presença neste evento, que tem por objetivo fazer o balanço do Programa de Responsabilidade Social da AHP- Associação da Hotelaria de Portugal e relançar o futuro deste ambicioso Programa. Quando a Hotelaria e o Turismo se juntam, temos tido a felicidade de o fazer para comemorar bons resultados, aplaudir o esforço e empenho dos empresários e colaboradores, enaltecer os méritos das políticas de promoção que têm sido seguidas e destacar o setor que mais tem contribuído para o crescimento da economia portuguesa nos últimos anos. E é bem verdade que nos últimos anos a hotelaria e turismo provaram bem! Em plena crise económica, porém, tal como outros setores, os resultados da hotelaria foram de prejuízo. Entre 2009 e 2013 muitas e muitas empresas do setor turístico  fecharam portas, e as outras fizeram duros sacrifícios, reduzindo equipas, contraindo fortemente a despesa, renegociando dívidas, cortando investimento e preparando-se para resistir à tempestade. Porém, olhando à volta nesses anos tão conturbados, constatámos que havia setores económicos em piores condições do que o nosso, e que as dificuldades que sentíamos eram bem menores do que as carências por outros sofridas. Por isso, no final de 2012, aproveitando um pretexto comemorativo – os 100 anos da nossa Associação – surgiu esta ideia no seio da AHP: porque não aproveitar colchões dos hotéis e, através da Associação, doá-los a Instituições de Solidariedade e Apoio Social? Nasceu assim, sob a presidência do Miguel Judice, aqui connosco, e a direção da Cristina Siza Vieira, o projeto “Um colchão, Um coração”, que rapidamente ultrapassou expectativas e permitiu criar uma verdadeira rede de partilha, um esforço conjunto e articulado, concretizando a verdadeira Responsabilidade Social Corporativa. Entretanto, em 2015, o então candidato à Presidência da Republica, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, cativado pela causa comum, apadrinhou-a, o que certamente teve reflexos na sua eleição! Fizemos estas “boas acções” - permitam-me dar esta nota mais íntima -, discretamente, fora das luzes e das câmaras, e envolvemos não apenas os Presidentes e Responsáveis das empresas hoteleiras mas também os trabalhadores. Todos se empenharam em contribuir para uma causa aparentemente tão simples mas tão nobre para criar uma rede de apoio que chegou a centenas de famílias e instituições. E que agora permitirá, no rescaldo destes terríveis fogos que, nos últimos dias trouxeram tanta desgraça às populações da região centro, apoiar a reconstrução e equipar e mobilar as casas e instituições de Pedrógão Grande e demais concelhos para que os mais atingidos possam recuperar a sua qualidade de vida. Inequivocamente, provámos que somos um setor resiliente, capaz de resistir às adversidades e, inclusive, de apoiar outros em plena crise económica. O valor económico das doações em 4 anos, de 2013 a 2016 é,  enorme: 66 hotéis doaram  26.000 bens a 33 instituições! Bens esses que reentraram na economia social permitindo também contribuir para os princípios  e prática da economia circular. Reduzir, reutilizar e reciclar é também um dos impactos do programa de responsabilidade social da AHP. Maior, porém, é o valor imaterial do esforço coletivo, da dedicação e cuidado ao próximo e do espírito de partilha. Por isso estamos aqui hoje, também para comemorar. Hoje não comemoramos os bons resultados da hotelaria, mas sim o seu espírito de solidariedade e partilha, o seu contributo direto para a economia social e para a sustentabilidade ambiental. Um país hospitaleiro, uma hotelaria responsável, acolhedora, generosa. Por isso dizemos que, à luz deste programa de doações de bens dos hotéis que equipam instituições e lares portugueses, se redefine e pratica a verdadeira SHARING ECONOMY! A economia de partilha, sem qualquer fim lucrativo ou retorno. Mas queremos mais. Vamos entrar numa nova fase da economia de partilha, mais fecunda e abrangente, e também mais ambiciosa. Imaginem que não são 66 hotéis mas 600 a participar num grande programa. E que a eles se juntam os parceiros. Imaginem onde poderemos chegar! Por isso lançamos hoje o PROGRAMA HOSPES. Mais uma vez, muito obrigado a todos pela vossa presença, um Bem Haja à nossa hotelaria e um agradecimento muito especial a Sua Excelência o Presidente da República, por se ter querido juntar a esta causa.

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22 May 2017

5 PONTOS SOBRE O REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

A AHP realizou no passado dia 30 de março uma sessão de esclarecimentos sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados e as suas consequências e aplicações no setor hoteleiro. Mas, em traços gerais, o que muda com este regulamento? 1. Novo conceito de dados pessoais O novo Regulamento assenta no pressuposto de que o direito à privacidade é um direito fundamental, pelo que alarga o conceito de dado pessoal para “toda e qualquer informação que seja passível de identificar uma pessoa”. 2. Mais direitos para os titulares dos dados O Regulamento garante que o controlo dos dados passa para os cidadãos e não para as entidades que os recolhem, estabelecendo, para além dos já instituídos direitos ARCO (acesso, retificação, correção e oposição), o direito do titular ao apagamento dos dados pessoais e do seu histórico – seja em backups ou mesmo em arquivo morto. 3. O consentimento informado é obrigatório (opt-in) Se antes vigorava um racional de consentimento tácito, em que se pressupunha a anuência e se dava a opção ao titular de retirar os dados (opt-out), agora o paradigma é o do opt-in. O titular tem que dar a sua autorização expressa e deve ser informado sobre o objetivo a que os seus dados se destinam. 4. Minimização de riscos As informações pessoais dos clientes são, do ponto de vista comercial, o “novo petróleo”, pelo que até agora era prática corrente a recolha massiva de dados. O novo regulamento impõe, no entanto, práticas que minimizem o risco de Data Breach, como recolher e tratar os dados estritamente necessários, partindo do pressuposto de que menos dados corresponde a mais segurança. 5. Auto-responsabilização Com o novo regulamento deixa de ser obrigatória a entrega das informações pessoais recolhidas à Comissão Nacional de Proteção de Dados. O responsável pelos dados e o seu tratamento é a empresa/entidade/ organização, na figura do Data Protection Officer (DPO), uma figura obrigatória para empresas com mais de 250 colaboradores ou nas quais a recolha de dados constitua o core da atividade da empresa, como é o caso da hotelaria. Conheça o regulamento aqui.

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