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Intervenções AHP

09 August 2017

Análise do Inquérito AHP “PAPA FRANCISCO: O IMPACTO NA HOTELARIA”

Numa análise geral destes destinos, verifica-se que a taxa de ocupação média, entre 11 e 13 de maio, foi de 79%, sendo que em 2016 tinha sido de 65%. Na noite de 12 para 13 de maio, a taxa de ocupação fixou-se nos 84%, quando em 2016 foi de 72%. O preço médio por quarto ocupado, nas datas em análise, foi de 149 euros. Em 2016, situou-se nos 83 euros. De 12 para 13 de maio, o preço médio foi de 166 euros. 66% dos hoteleiros inquiridos, dos destinos turísticos analisados indicaram que as dormidas foram motivadas pela visita do Papa Francisco, sendo Portugal, Brasil, Espanha e Itália apontados como principais mercados.   FÁTIMA No período em análise, a taxa de ocupação quarto na noite de 12 para 13 de maio foi de 99%. No período de 11 a 13 de maio, a taxa de ocupação média foi de 95%. Em 2016, a taxa de ocupação média, nestas 3 noites, situou-se nos 79%. Em 2017, o preço médio por quarto ocupado foi de 252 euros, no ano anterior o preço fixou-se nos 126 euros. Na noite de 12 para 13 de maio de 2017, foi de 272 euros (em 2016, foi de 171 euros). Sem surpresas, 93% dos hoteleiros inquiridos, apontaram como principal motivo para a estada dos seus hóspedes a vinda do Papa. Os principais consumos para 83% dos hoteleiros, além da estadia, foram em restaurante e bar/coffee shop. Neste destino, durante a visita do Papa Francisco I, os principais mercados foram Portugal, Brasil, Itália, França e Reino Unido. Saiba mais no Press Release enviado aos OCS.

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28 June 2017

Intervenção da AHP - Apresentação do Programa HOSPES - Sharing is Caring

Muito obrigado a todos pela vossa presença neste evento, que tem por objetivo fazer o balanço do Programa de Responsabilidade Social da AHP- Associação da Hotelaria de Portugal e relançar o futuro deste ambicioso Programa. Quando a Hotelaria e o Turismo se juntam, temos tido a felicidade de o fazer para comemorar bons resultados, aplaudir o esforço e empenho dos empresários e colaboradores, enaltecer os méritos das políticas de promoção que têm sido seguidas e destacar o setor que mais tem contribuído para o crescimento da economia portuguesa nos últimos anos. E é bem verdade que nos últimos anos a hotelaria e turismo provaram bem! Em plena crise económica, porém, tal como outros setores, os resultados da hotelaria foram de prejuízo. Entre 2009 e 2013 muitas e muitas empresas do setor turístico  fecharam portas, e as outras fizeram duros sacrifícios, reduzindo equipas, contraindo fortemente a despesa, renegociando dívidas, cortando investimento e preparando-se para resistir à tempestade. Porém, olhando à volta nesses anos tão conturbados, constatámos que havia setores económicos em piores condições do que o nosso, e que as dificuldades que sentíamos eram bem menores do que as carências por outros sofridas. Por isso, no final de 2012, aproveitando um pretexto comemorativo – os 100 anos da nossa Associação – surgiu esta ideia no seio da AHP: porque não aproveitar colchões dos hotéis e, através da Associação, doá-los a Instituições de Solidariedade e Apoio Social? Nasceu assim, sob a presidência do Miguel Judice, aqui connosco, e a direção da Cristina Siza Vieira, o projeto “Um colchão, Um coração”, que rapidamente ultrapassou expectativas e permitiu criar uma verdadeira rede de partilha, um esforço conjunto e articulado, concretizando a verdadeira Responsabilidade Social Corporativa. Entretanto, em 2015, o então candidato à Presidência da Republica, Professor Marcelo Rebelo de Sousa, cativado pela causa comum, apadrinhou-a, o que certamente teve reflexos na sua eleição! Fizemos estas “boas acções” - permitam-me dar esta nota mais íntima -, discretamente, fora das luzes e das câmaras, e envolvemos não apenas os Presidentes e Responsáveis das empresas hoteleiras mas também os trabalhadores. Todos se empenharam em contribuir para uma causa aparentemente tão simples mas tão nobre para criar uma rede de apoio que chegou a centenas de famílias e instituições. E que agora permitirá, no rescaldo destes terríveis fogos que, nos últimos dias trouxeram tanta desgraça às populações da região centro, apoiar a reconstrução e equipar e mobilar as casas e instituições de Pedrógão Grande e demais concelhos para que os mais atingidos possam recuperar a sua qualidade de vida. Inequivocamente, provámos que somos um setor resiliente, capaz de resistir às adversidades e, inclusive, de apoiar outros em plena crise económica. O valor económico das doações em 4 anos, de 2013 a 2016 é,  enorme: 66 hotéis doaram  26.000 bens a 33 instituições! Bens esses que reentraram na economia social permitindo também contribuir para os princípios  e prática da economia circular. Reduzir, reutilizar e reciclar é também um dos impactos do programa de responsabilidade social da AHP. Maior, porém, é o valor imaterial do esforço coletivo, da dedicação e cuidado ao próximo e do espírito de partilha. Por isso estamos aqui hoje, também para comemorar. Hoje não comemoramos os bons resultados da hotelaria, mas sim o seu espírito de solidariedade e partilha, o seu contributo direto para a economia social e para a sustentabilidade ambiental. Um país hospitaleiro, uma hotelaria responsável, acolhedora, generosa. Por isso dizemos que, à luz deste programa de doações de bens dos hotéis que equipam instituições e lares portugueses, se redefine e pratica a verdadeira SHARING ECONOMY! A economia de partilha, sem qualquer fim lucrativo ou retorno. Mas queremos mais. Vamos entrar numa nova fase da economia de partilha, mais fecunda e abrangente, e também mais ambiciosa. Imaginem que não são 66 hotéis mas 600 a participar num grande programa. E que a eles se juntam os parceiros. Imaginem onde poderemos chegar! Por isso lançamos hoje o PROGRAMA HOSPES. Mais uma vez, muito obrigado a todos pela vossa presença, um Bem Haja à nossa hotelaria e um agradecimento muito especial a Sua Excelência o Presidente da República, por se ter querido juntar a esta causa.

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22 May 2017

5 PONTOS SOBRE O REGULAMENTO GERAL DE PROTEÇÃO DE DADOS

A AHP realizou no passado dia 30 de março uma sessão de esclarecimentos sobre o novo Regulamento Geral de Proteção de Dados e as suas consequências e aplicações no setor hoteleiro. Mas, em traços gerais, o que muda com este regulamento? 1. Novo conceito de dados pessoais O novo Regulamento assenta no pressuposto de que o direito à privacidade é um direito fundamental, pelo que alarga o conceito de dado pessoal para “toda e qualquer informação que seja passível de identificar uma pessoa”. 2. Mais direitos para os titulares dos dados O Regulamento garante que o controlo dos dados passa para os cidadãos e não para as entidades que os recolhem, estabelecendo, para além dos já instituídos direitos ARCO (acesso, retificação, correção e oposição), o direito do titular ao apagamento dos dados pessoais e do seu histórico – seja em backups ou mesmo em arquivo morto. 3. O consentimento informado é obrigatório (opt-in) Se antes vigorava um racional de consentimento tácito, em que se pressupunha a anuência e se dava a opção ao titular de retirar os dados (opt-out), agora o paradigma é o do opt-in. O titular tem que dar a sua autorização expressa e deve ser informado sobre o objetivo a que os seus dados se destinam. 4. Minimização de riscos As informações pessoais dos clientes são, do ponto de vista comercial, o “novo petróleo”, pelo que até agora era prática corrente a recolha massiva de dados. O novo regulamento impõe, no entanto, práticas que minimizem o risco de Data Breach, como recolher e tratar os dados estritamente necessários, partindo do pressuposto de que menos dados corresponde a mais segurança. 5. Auto-responsabilização Com o novo regulamento deixa de ser obrigatória a entrega das informações pessoais recolhidas à Comissão Nacional de Proteção de Dados. O responsável pelos dados e o seu tratamento é a empresa/entidade/ organização, na figura do Data Protection Officer (DPO), uma figura obrigatória para empresas com mais de 250 colaboradores ou nas quais a recolha de dados constitua o core da atividade da empresa, como é o caso da hotelaria. Conheça o regulamento aqui.

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03 May 2017

Intervenção da AHP - Apresentação do Estudo da PwC "European Cities Forecast" em Lisboa

Intervenção de Cristina Siza Vieira na apresentação do estudo da PwC que decorreu, em Lisboa, a 3 de maio de 2017. Veja a apresentação aqui.

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